Como surgiu a linguagem humana? (vídeo)

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Como será que os seres humanos começaram a se comunicar por meio de uma linguagem? Será que antes usávamos gestos ou uma forma mais simples de sons que foram se complexificando? Hoje falaremos um pouco sobre a evolução da linguagem! Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Aqui vai um trecho do começo do vídeo: A linguagem humana é complexa de um jeito único quando comparada a outros seres vivos, embora muitos seres consigam se comunicar. Certas espécies de papagaios conseguem imitar sons humanos e alguns golfinhos parecem usar sons para caçar ou interagir com outros golfinhos. Alguns primatas já foram até capazes de aprender gestos de língua de sinais com a ajuda de humanos e de usá-los para se comunicar. Embora essa comunicação animal seja simbólica porque usa sons para se referir a objetos, eventos ou ações, ela é bem limitada. Animais não-humanos usam esses sons e gestos para avisar os outros sobre coisas práticas, mas não para fazer trocas complexas de informação como quando você encontra com um amigo e bota todas as fofocas em dia. Essa comunicação não costuma ser tão criativa ou propiciar a geração de uma quantidade muito grande de variações como é o nosso caso. Via de regra, essa comunicação se restringe a ações repetitivas com algum objetivo prático, tal como alertar sobre uma ameaça ou atrair um parceiro.

Referências recomendadas

Se você se interessa pela evolução da linguagem, dá uma olhada nos links que vou disponibilizar a seguir. Eles vão tratar de diferentes aspectos ligados à linguagem, evolução, biologia e linguística, te dando um bom panorama das questões mais centrais dentro desse tema mais amplo da evolução da linguagem. É claro que também recomendamos o livro que vai ser sorteado, leia a descrição do vídeo no YouTube para entender as regras do sorteio e participar: link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link.

O que é linguagem e como a adquirimos? (vídeo)

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Hoje vamos falar sobre o que é linguagem, como ocorre a aquisição da linguagem no começo da vida e como algumas áreas do cérebro são essenciais para conseguirmos entender e usar a linguagem no dia a dia. Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Aqui vai um trecho do começo do vídeo: Linguagem é uma forma de comunicação que usa sons e símbolos a partir de regras gramaticais. Você usa a linguagem para produzir orações, frases, palavras, morfemas e fonemas, sendo que fonemas são os sons básicos que costituem a fala.  O inglês é composto por uns 40 fonemas; já o Rotokias de Papua Nova Guiné faz uso de 11 fonemas enquanto o !Xóõ usado em Botswana e na Namíbia é composto por mais de 110 fonemas. O curioso é que somos capazes de produzir muito mais fonemas do que os são usados por qualquer um dos cerca de 7 mil idiomas existentes no mundo. As pessoas costumam falar cerca de 15 fonemas por segundo e umas 180 palavras por minuto. Embora exista alguma variação, as pessoas tendem a apresentar um desenvolvimento da linguagem muito parecido e isso não é por acaso. Seres humanos são biologicamente predispostos a desenvolver linguagem. Crianças são capazes de aprender um idioma de forma rápida mesmo quando não conseguem ver ou ouvir, já que crianças surdas e cegas também são capazes de desenvolver linguagem.

Referências recomendadas

Nossa principal referência para o vídeo de hoje foi um capítulo do livro Ciência Psicológica escrito por Michael Gazzaniga e colaboradores que trata exatamente sobre linguagem e outros tópicos. Vale muito a pena conferir esse livro  na íntegra inclusive, é um ótimo livro introdutório!

Vou inserir aqui também uma série de materiais relevantes sobre linguagem, cérebro e idiomas que vai interessar você que assistiu o vídeo de hoje e curtiu o assunto: link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, link.

Medicações psiquiátricas fazem bem ou mal? (vídeo)

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Medicações são usadas por psiquiatras para ajudar pessoas que vivem diferentes problemas, mas será que elas ajudam mesmo ou nem fazem tanta diferença assim? A resposta para isso não é tão simples e hoje vamos falar sobre alguns dos fatores que influenciam no efeito das medicações e o que se sabe sobre a eficácia de antidepressivos para dar um exemplo.

Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Aqui vai um trecho do começo do vídeo: As medicações psiquiátricas são feitas de substâncias capazes de alterar a mente, as emoções ou os comportamentos das pessoas e chamamos esse tipo de substância de psicoativa. Alguns dos principais tipos de medicações são os antidepressivos, antipsicóticos, estabilizadores de humor, ansiolóticos e hipnóticos. Se você gostaria que falássemos de algum deles em vídeos futuros, se inscreva no canal e comente aqui embaixo para a gente saber! O efeito de uma medicação psiquiátrica depende muito de cada organismo, então é comum que um psiquiatra precise testar diferentes medicações e diferentes dosagens até encontrar um que traga os efeitos desejados com o mínimo de efeitos colaterais. A maior parte das medicações não possui um efeito imediato e é necessário que a pessoa tome a medicação por algumas semanas até observar uma melhora. Muita gente não tem paciência com isso e interrompe o tratamento bem antes do que devia.

Referências recomendadas

Hoje tem muita referência sobre o assunto! Como eu disse no vídeo, é um assunto com muita controvérsia em torno dele e muitas pesquisas já foram feitas para testar a eficácia de tratamentos baseados em medicações psiquiátricas. Tudo o que a gente menciona no vídeo e muito mais pode ser acessado nos links a seguir: link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, link, link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link.

Neuroplasticidade cerebral: O que é e o que não é (vídeo)

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O seu cérebro se modifica várias vezes ao longo da sua vida. Hoje falaremos um pouco sobre como essas mudanças podem ocorrer. Você pode ver o vídeo abaixo ou clicando aqui.

Aqui vai uma prévia do comecinho do vídeo A neuroplasticidade se refere à capacidade do cérebro de mudar em decorrência da maturação do organismo, de aprendizagem ou de ajustes para compensar prejuízos no funcionamento do cérebro resultantes do envelhecimento ou de dano cerebral. Seu cérebro se modificou muito desde quando você morava no útero da sua mãe e continuará mudando durante a fase adulta, embora a tendência seja que a neuroplasticidade vá diminuindo conforme você envelheça. Por essas e outras, é mais fácil aprender uma nova língua na infância do que na fase adulta. As mudanças no cérebro podem ser na sua estrutura ou na reorganização funcional dele. Quando a estrutura se modifica, isso pode resultar da formação de novas conexões entre neurônios, do fortalecimento de conexões já existentes ou do surgimento de novos neurônios, por exemplo.

Referências recomendadas

Existe muita coisa na internet sobre neuroplasticidade. Infelizmente, existe muita bobagem nesse meio. Aqui vão algumas referências científicas sobre o assunto discutindo vários dos pontos mais importantes quando o assunto é neuroplasticidade: link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, link, link, link, link, link.

 

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