Um olhar para a natureza (vídeo)

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Cada pessoa tem uma forma de olhar para o mundo à sua volta e entendê-lo. Dentre diferentes formas de olhar e entender a realidade, a ciência pode ser vista como uma forma de pensar sobre o universo e de interrogá-lo ceticamente. No vídeo de hoje, falaremos sobre 5 ideias básicas centrais no pensamento científico e que embasam como os cientistas olham para a natureza em busca da produção de conhecimento sobre ela. Você pode ver o vídeo abaixo (ou aqui).

Boiou com os desenhos de alguma parte do vídeo? Tudo bem, acontece! Essa aqui é uma das cenas representadas em um dos desenhos (cena do filme “300”).

No quarto princípio, nós fizemos referência aos Tentilhões (os passarinhos) que tanto chamaram a atenção de Charles Darwin em seus estudos sobre a origem das espécies. Para ver mais coisas sobre isso, clica aqui.

Referências recomendadas

A melhor referência para o vídeo de hoje é a série televisiva Cosmos (que por uma incrível coincidência, foi recentemente adicionada ao catálogo do Netflix, então corre pra lá e vê todos os episódios!), em sua versão reformulada e apresentada por Neil Tyson. Qualquer livro do Astrônomo Carl Sagan também é recomendável, já que muito do que falamos no vídeo é uma postura em relação à ciência que Sagan dedicou boa parte da sua vida propagando de diferentes formas (livros como Pálido ponto azul e O mundo assombrado pelos demônios são boas recomendações).

Debate de meia tigela (vídeo)

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Já conhecemos as falácias desde que Aristóteles, um filósofo que viveu na Grécia há muuuuitos anos atrás, sistematizou pela primeira vez uma lista de erros comuns de raciocínio cometidos em debates. Mesmo a humanidade conhecendo tais erros há tanto tempo, continuamos propensos a usar falácias para argumentar e a ser persuadidos por falácias usadas pelos outros. Para não cair mais nesse tipo de armadilha, conheça um pouco mais sobre falácias no vídeo de hoje! Veja o vídeo abaixo (ou aqui).

Existem MUITAS outras falácias do que as que abordamos no vídeo. Em época de eleição, vale sempre a pena rever elas e ficar atento durante as falas de políticos! Esse site lista algumas das falácias mais comuns em debates. Também recomendamos conhecer esse site, que descreve bem falácias e de uma maneira mais simples. Essa aqui foi uma das listas mais completas que nós encontramos.

Tentando entender onde estamos (vídeo)

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Desde há muito tempo, nossa espécie tentou entender onde estamos e como as coisas funcionam à nossa volta. Para isso, diferentes sistemas de compartilhamento de sentido foram desenvolvidos ao longo de séculos e atualmente alguns desses sistemas mais estabelecidos são a arte, a filosofia e a ciência. Hoje falaremos um pouco sobre o que essas diferentes tentativas de entender o mundo têm em comum e o que elas têm de diferente. Veja o vídeo abaixo (ou clicando aqui).

Referências recomendadas

Jaccard, J., & Jacoby, J. (2010). Theory construction and model building skills: A practical guide for social scientists. New York: Guilford.

Nesse livro, o psicólogo James Jaccard discute como cientistas sociais podem criar teorias para explicar os seus fenômenos de interesse. Em um dos capítulos do livro, Jaccard explora a diferenciação entre os sistemas de compartilhamento de sentido, e foi na maneira como ele abordou essa questão que nós nos baseamos no vídeo.

Sagan, C. (2006). O mundo assombrado pelos demônios: A ciência vista como uma vela no escuro. São Paulo: Companhia das Letras.

O astrônomo citado no início do vídeo é o já falecido Carl Sagan. Ele pode ser considerado um dos maiores, se não o maior, divulgadores da ciência. No livro citado acima, um dos mais famosos dele, Sagan fez uma das suas mais apaixonadas defesas da ciência e da necessidade de conscientização científica da população. E foi lendo livros como esse que eu acabei vindo parar aqui, em um blog e em um canal de divulgação científica =)

Ideias à prova de balas (vídeo)

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Algumas ideias são imunes a qualquer coisa – nada poderia contradizê-las. Quando uma afirmação é feita de tal maneira que nenhuma circunstância poderia indicar que a ideia estava errada dizemos que essa é uma ideia não falsificável. Não temos como saber se ela é verdadeira, já que não temos como saber se ela é falsa – ela sempre vai parecer verdadeira, mesmo diante de informações aparentemente contraditórias. Para entender melhor esse assunto, falaremos sobre isso no vídeo de hoje do Minutos Psíquicos (caso o player não esteja funcionando abaixo, clique aqui).

Aproveitando a deixa, vale a pena conhecer o podcast Dragões de Garagem aqui no ScienceBlogs!

Referências recomendadas:

Popper, K. R. (1992). A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix.

Esse é um dos livros mais importantes sobre o assunto. É nele que o filósofo Karl Popper apresenta e descreve o conceito de falseabilidade e a sua importância para distinguir entre uma teoria científica e uma não científica.

Sagan, C. (2006). O mundo assombrado pelos demônios: A ciência vista como uma vela no escuro. São Paulo: Companhia das Letras.

O dragão na garagem é descrito em um dos capítulos desse livro, que é um dos livros mais famosos de Carl Sagan.

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