O que gosto musical tem a ver com personalidade? (vídeo)

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Você já reparou alguma relação entre as músicas que mais ouve e a sua própria personalidade? Hoje falaremos de algumas pesquisas que têm explorado como alguns estilos de música podem se relacionar com os traços de personalidade de alguém. Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Ah, e para quem não entendeu as nossas menções visuais do vídeo de hoje, fizemos um desenho do André Matos, um dos maiores cantores brasileiros que já existiram e que faleceu semana passada (famoso por ter sido o cantor do Angra e do Shaman). E para entender a nossa menção ao Bruno e Barretto falando algo esquisito, veja esse vídeo que você não se arrependerá.

Aqui vai um trecho do começo do vídeo: Hoje veremos como alguns traços de personalidade que já explicamos antes estão ligados às preferências musicais das pessoas. Veja ou reveja o nosso vídeo sobre personalidade para não ter risco de ficar boiando. Eu sou o André, doutor em psicologia e minha banda favorita é o Led Zeppelin. Quando as pessoas ouvem uma música, existem pelo menos 3 características que influenciam o quanto elas gostam da música: a valência, a profundidade e a excitabilidade. A valência é o quanto a música se remete a sentimentos de felicidade, diversão, entusiasmo ou tristeza enquanto a profundidade capta o quanto a música é sofisticada, inteligente e profunda. A excitabilidade tem a ver com o quanto a música é intensa e forte.

Referências recomendadas

A seguir você poderá acessar várias pesquisas e materiais sobre como as preferêncis musicais podem estar ligadas a diferentes trações de personalidade e outras características que citamos no vídeo de hoje: link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, link.

Quais são as causas da violência humana? (vídeo)

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O que causa a violência? Pessoas violentas costumam possuir transtornos mentais? Maus-tratos na infância podem gerar pessoas mais violentas na fase adulta? Hoje falaremos de algumas das principais causas da violência. Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Aqui vai um trecho do começo do vídeo: Se quisermos diminuir a violência urbana, precisamos entende-la primeiro. Do contrário, correremos o risco de escolher soluções ineficientes ou que podem acabar aumentando mais ainda o problema. Eu sou o André, doutor em psicologia e para mim violência boa é violência prevenida. A violência ocorre quando uma pessoa causa intencionalmente um dano ou abuso a outra pessoa ou a ela mesma. Ela pode tomar muitas formas, tais como suicídio, violência sexual, maus-tratos infantis, bullying, guerras ou terrorismo e já falamos de quase tudo isso aqui no canal. Atos violentos podem ser estimulados ou inibidos por muitos fatores. Muitos mesmo. Se você vive em um lugar com maiores níveis de desigualdade entre gêneros ou de renda, por exemplo, maior tenderá a ser a violência nesse lugar. Regiões e cidades mais quentes do mundo tendem a ser mais violentas em média independentemente de variáveis como idade, pobreza e cultura de honra. Dias, meses e anos mais quentes também se relacionam com maior violência. O clima mais quente talvez te predisponha a agir mais violentamente por afetar neurotransmissores no seu cérebro, tais como a serotonina, que costumam regular coisas como impulsividade e disposição para interagir com outros.

Referências recomendadas

Aqui vão boas referências sobre violência, agressividade e muitos outros tópicos relacionados com isso que não abordamos diretamente no vídeo de hoje: link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, link, link, link, link, link, link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link.

Paralisia do sono, alienígenas, demônios e o cérebro (vídeo)

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Por detrás de muitos relatos de abdução alienígena e contatos com demônios, espíritos e monstros, parece haver um fator em comum: a paralisia do sono. Saiba mais sobre o que é isso no vídeo de hoje! Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Você já teve a sensação de ter sido visitado no seu quarto por uma entidade como um demônio ou alienígena na calada da noite? Se sim, é provável que você tenha vivido uma paralisia do sono ao invés de uma visita do além. Eu sou o André, doutor em psicologia e eu já tive uma paralisia do sono. Não recomendo. Durante o sono REM, uma fase do sono na qual costumamos sonhar, o seu corpo tende a ficar paralisado, com exceção de partes como o coração e pulmões. Isso evita que você se mexa demais durante um sonho mais agitado e acabe se machucando. Só que quando você está começando a dormir ou acabando de acordar, pode ser que o seu cérebro se torne consciente das coisas antes do seu corpo sair do estado de paralisia no qual estava e assim você pode acabar vivendo uma paralisia do sono. Durante ela, é comum que movimentos musculares voluntários fiquem inibidos, ou seja, pode ser difícil se mexer. Muitas pessoas também sentem uma pressão no peito e dificuldade de respirar, o que pode dar a impressão de quem tem algo meio bizarro em cima de você.

Referências recomendadas

Hoje tem uns artigos bem legais para você consultar caso queira entender um pouco mais sobre a paralisia do sono e a sua relação com outras variáveis psicológicas e neurais: link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link.

Neuroplasticidade cerebral: O que é e o que não é (vídeo)

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O seu cérebro se modifica várias vezes ao longo da sua vida. Hoje falaremos um pouco sobre como essas mudanças podem ocorrer. Você pode ver o vídeo abaixo ou clicando aqui.

Aqui vai uma prévia do comecinho do vídeo A neuroplasticidade se refere à capacidade do cérebro de mudar em decorrência da maturação do organismo, de aprendizagem ou de ajustes para compensar prejuízos no funcionamento do cérebro resultantes do envelhecimento ou de dano cerebral. Seu cérebro se modificou muito desde quando você morava no útero da sua mãe e continuará mudando durante a fase adulta, embora a tendência seja que a neuroplasticidade vá diminuindo conforme você envelheça. Por essas e outras, é mais fácil aprender uma nova língua na infância do que na fase adulta. As mudanças no cérebro podem ser na sua estrutura ou na reorganização funcional dele. Quando a estrutura se modifica, isso pode resultar da formação de novas conexões entre neurônios, do fortalecimento de conexões já existentes ou do surgimento de novos neurônios, por exemplo.

Referências recomendadas

Existe muita coisa na internet sobre neuroplasticidade. Infelizmente, existe muita bobagem nesse meio. Aqui vão algumas referências científicas sobre o assunto discutindo vários dos pontos mais importantes quando o assunto é neuroplasticidade: link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, link, link, link, link, link.

 

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