O que é linguagem e como a adquirimos? (vídeo)

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Hoje vamos falar sobre o que é linguagem, como ocorre a aquisição da linguagem no começo da vida e como algumas áreas do cérebro são essenciais para conseguirmos entender e usar a linguagem no dia a dia. Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Aqui vai um trecho do começo do vídeo: Linguagem é uma forma de comunicação que usa sons e símbolos a partir de regras gramaticais. Você usa a linguagem para produzir orações, frases, palavras, morfemas e fonemas, sendo que fonemas são os sons básicos que costituem a fala.  O inglês é composto por uns 40 fonemas; já o Rotokias de Papua Nova Guiné faz uso de 11 fonemas enquanto o !Xóõ usado em Botswana e na Namíbia é composto por mais de 110 fonemas. O curioso é que somos capazes de produzir muito mais fonemas do que os são usados por qualquer um dos cerca de 7 mil idiomas existentes no mundo. As pessoas costumam falar cerca de 15 fonemas por segundo e umas 180 palavras por minuto. Embora exista alguma variação, as pessoas tendem a apresentar um desenvolvimento da linguagem muito parecido e isso não é por acaso. Seres humanos são biologicamente predispostos a desenvolver linguagem. Crianças são capazes de aprender um idioma de forma rápida mesmo quando não conseguem ver ou ouvir, já que crianças surdas e cegas também são capazes de desenvolver linguagem.

Referências recomendadas

Nossa principal referência para o vídeo de hoje foi um capítulo do livro Ciência Psicológica escrito por Michael Gazzaniga e colaboradores que trata exatamente sobre linguagem e outros tópicos. Vale muito a pena conferir esse livro  na íntegra inclusive, é um ótimo livro introdutório!

Vou inserir aqui também uma série de materiais relevantes sobre linguagem, cérebro e idiomas que vai interessar você que assistiu o vídeo de hoje e curtiu o assunto: link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, link.

Neuroplasticidade cerebral: O que é e o que não é (vídeo)

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O seu cérebro se modifica várias vezes ao longo da sua vida. Hoje falaremos um pouco sobre como essas mudanças podem ocorrer. Você pode ver o vídeo abaixo ou clicando aqui.

Aqui vai uma prévia do comecinho do vídeo A neuroplasticidade se refere à capacidade do cérebro de mudar em decorrência da maturação do organismo, de aprendizagem ou de ajustes para compensar prejuízos no funcionamento do cérebro resultantes do envelhecimento ou de dano cerebral. Seu cérebro se modificou muito desde quando você morava no útero da sua mãe e continuará mudando durante a fase adulta, embora a tendência seja que a neuroplasticidade vá diminuindo conforme você envelheça. Por essas e outras, é mais fácil aprender uma nova língua na infância do que na fase adulta. As mudanças no cérebro podem ser na sua estrutura ou na reorganização funcional dele. Quando a estrutura se modifica, isso pode resultar da formação de novas conexões entre neurônios, do fortalecimento de conexões já existentes ou do surgimento de novos neurônios, por exemplo.

Referências recomendadas

Existe muita coisa na internet sobre neuroplasticidade. Infelizmente, existe muita bobagem nesse meio. Aqui vão algumas referências científicas sobre o assunto discutindo vários dos pontos mais importantes quando o assunto é neuroplasticidade: link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, link, link, link, link, link.

 

Sinestesia é real ou é só figura de linguagem? (vídeo)

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Os sentidos de algumas pessoas se misturam de formas incomuns na experiência conhecida como sinestesia: sons podem induzir cheiros ou a visualiazação de cores, por exemplo. Mas será que essa experiência é real ou é só uma figura de linguagem que as pessoas usam? Descubra no vídeo de hoje! Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Aqui vai um trechinho do início do vídeo: Sinestesia significa algo como “perceber juntos” e envolve uma mistura de sensações. A estimulação de uma modalidade perceptual, tal como a visão ou o tato, estimula automaticamente sensações em outra modalidade ou na mesma modalidade de uma forma incomum. Por exemplo, uma pessoa pode ver cores ou sentir cheiros ao ouvir um som. Um exemplo citado por Ramachandran é o de Esmeralda, uma mulher que enxergava a cor azul sempre que ouvia um dó agudo sendo tocado no piano.

Referências recomendadas

A principal referência para o vídeo de hoje sem dúvida foi o livro “O que o cérebro tem para contar” do neurocientista Ramachandran (no link que coloquei aqui você tem acesso gratuito ao 1o capítulo do livro diretamente do site da editora). O livro é excelente e fala de muitos outros assuntos interessantes além de sinestesia, vale a pena ler! Agora aqui vou colocar alguns outros links interessantes para você que quer se aprofundar um pouco mais no assunto: link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link.

Cocaína, crack e oxi (vídeo)

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Em 2012, o Brasil foi o segundo maior consumidor de cocaína e derivados no mundo. Hoje conheceremos as semelhanças e diferenças entre cocaína, crack e oxi, além dos seus efeitos no corpo humano. Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Referências recomendadas

Aqui vão alguns materiais de referência sobre o assunto: link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, link, link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, link, link, link, link, link.

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