TDAH (vídeo)

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Aproveitando que falamos no último vídeo sobre atenção, hoje falaremos sobre o famoso Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), uma condição na qual fica clara a importância da atenção para conseguirmos realizar nossas tarefas cotidianas, desde as mais simples até as mais complexas. Veja o vídeo abaixo ou  clicando aqui.

Referências recomendadas

Uma das melhores referências no Brasil sobre o TDAH é o site da Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA). Aqui eles descrevem o que é o TDAH. Também vale a pena olhar a página de perguntas mais frequentes sobre o assunto aqui e a grande lista de artigos científicos em Português e em outras línguas sobre o TDAH (aqui). Uma fonte importante para o nosso roteiro também foi a página do Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos (clique aqui)

Atenção (vídeo)

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A atenção é um dos processos mais básicos e importantes no funcionamento do cérebro. No episódio de hoje, falaremos sobre o que é a atenção, qual é a sua importância e como as suas limitações podem ter várias repercussões no nosso cotidiano. Veja o vídeo abaixo ou clicando aqui.

 Referências recomendadas

Clique aqui (ou aqui também) para ler um texto que fala aspectos gerais sobre a atenção e o cérebro.

Um dos estudos mais famosos sobre a cegueira atencional foi o estudo sobre o gorila invisível. Clicando aqui você pode ler mais sobre isso. E aqui você também encontrará um texto em inglês falando sobre a cegueira atencional.

Clicando aqui você terá acesso ao próprio artigo científico da pesquisa que citamos no vídeo sobre como os médicos de uma pesquisa não viram a imagem de um gorila em imagens de raio-x. Legal também que os autores da pesquisa fizeram um vídeo para ilustrar as suas conclusões sobre esse estudo (veja aqui).

O que é a meditação?

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O que é a meditação?

Há poucos anos atrás, o estudo científico da meditação era praticamente inexistente. Foi isso o que afirmou Philippe Goldin, um pesquisador da Universidade de Stanford, em uma palestra que ele deu sobre esse assunto na universidade. Entretanto, nos últimos anos, esse cenário mudou drasticamente. A meditação se tornou um dos assuntos mais “quentes” (e sexy) na psicologia e na neurociência. Ela é comumente associada ao Budismo, embora diversas culturas tenham desenvolvido e praticado ela ao redor do mundo desde tempos muito remotos (segundo a Wikipédia, desde que a humanidade existe praticamente O.O).

Ao contrário do que muitos pensam, a prática meditativa em si não precisa envolver crenças religiosas ou espirituais – apesar de exótica, ela não é necessariamente mística. Também diferente do que muitos acreditam, ela não é uma única coisa, tal como é simbolizado no esteriótipo de uma pessoa sentada no chão em uma posição de lótus (como na imagem acima) que tenta esvaziar a sua mente de pensamentos ou não pensar em nada. Na verdade, existem diversas “meditações” – tipos e variações de técnicas meditativas.

Diversos estudos têm demonstrado que a prática da meditação pode trazer muitos benefícios, tais como: nível maior de emoções positivas, redução de sintomas relacionados à depressão, raiva, ruminação mental, estresse, ansiedade, alteração do padrão de atividade cerebral, de conexões neurais, aumento da empatia, de bem-estar… essa é só uma pequena lista perto dos outros benefícios que essa avalanche de estudos tem encontrado. A melhor parte de pensar na meditação como uma aplicação prática para promover bem estar e saúde mental é a sua acessibilidade – tudo o que você precisa para começar a praticá-la é de uma mente, de um pouco de informação e de vontade de praticá-la!

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Usando a meditação para controlar impulsos

Reações impulsivas podem ser um problema sério na vida de muitas pessoas. Assim como o Cookie Monster, personagem da vila sésamo, podemos ter poderosas reações impulsivas ao nos depararmos com algo que gostamos muito, como biscoitos, no caso dele. A impulsividade alimentar pode agravar quadros de obesidade e também problemas de pressão alta, colesterol e depressão. Se considerarmos que as nossas mentes podem ser influenciadas de maneira tão automática por pistas no ambiente, como alimentos saborosos na prateleira de uma cozinha, seria muito útil se conseguíssemos desenvolver procedimentos que ajudassem as pessoas a se regularem.

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Felizmente, tais procedimentos vêm sendo desenvolvidos em diversas frentes da psicologia nos últimos anos. Na terapia cognitiva, por exemplo, diversas técnicas que fazem uso de princípios da meditação têm apresentado resultados animadores na capacidade de auto-regulação das pessoas. Muitos estudos têm indicado que algumas técnicas de meditação podem ser poderosas ferramentas de intervenção no tratamento de diversos transtornos, como os de ansiedade, abuso de substância e depressão. Uma publicação recente trouxe evidências de que uma breve intervenção de atenção meditativa pode prevenir reações impulsivas, facilitando a auto-regulação no caso da impulsividade alimentar.

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