“Mas a ciência não explica tudo!” (vídeo)

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Diante da análise científica de uma ideia, muita gente se sente desconfortável e argumenta que a ciência não explica tudo para justificar sua crença. Analisaremos hoje se esse é um bom argumento e quais os perigos de se apegar à ideias desconsiderando críticas dos outros. Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Referências recomendadas

Aqui vão alguns materiais para quem quiser saber mais sobre os assuntos mencionados no vídeo: link, link, link, linklink, link, link, link, link, link, link, linklink, link.

Reflexões Psíquicas #6 Casa

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O planeta Terra é a nossa casa. Sabemos muitas coisas atualmente sobre ela e sobre o seu lugar no universo. Esse conhecimento foi fruto do esforço de pessoas que acharam que as suas próprias intuições e o senso comum não eram o suficiente. Pessoas com uma inquietação na cabeça e uma grande vontade de entender como as coisas realmente funcionam.

“Reflexões Psíquicas” é uma série de vídeos que visa instigar a reflexão sobre assuntos que abordamos no canal e também explorar a sabedoria que podemos extrair da ciência para nossas vidas. A ideia dessa série foi inspirada no formato também usado na série Sagan (que nós já até divulgamos na nossa página do Facebook). Gostaram do sexto episódio? Dê a sua opinião nos comentários pra gente saber 😉

Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Referências recomendadas

Você vai poder acessar muitas das informações que citamos no vídeo e várias outras por meio dos links a seguir, que incluem informações acerca do comportamento e da história da Terra (entre os links está o de um ótimo documentário do Neil Degrasse Tyson, recomendo fortemente!): link, link, link, link, link, link, link.

A ciência requer frustrações

Uma comparação entre o planeta Terra (Earth) e o Sol


A ciência sempre foi um empreendimento audacioso. Ao olhar para as estrelas que costumam ser visíveis em uma noite escura, não sentimos que estamos rodopiando ao redor de uma enorme “bola” de plasma quente (o sol) a aproximadamente 150 milhões de quilômetros de distância de nós, orbitando esta bola de plasma a uma velocidade de aproximadamente 107.000 quilômetros por hora e também não parece que as outras estrelas que observamos no céu são maiores do que o nosso planeta. Da perspectiva terráquea, estas estrelas parecem apenas pequenos pontinhos brilhantes no céu – não há porque pensar que alguns destes pontinhos são estrelas monumentais. Simplesmente não parece.

Descobrir que elas poderiam ser tão grandes quanto de fato são foi um feito audacioso de astrônomos e físicos que, ao longo de muitos anos, reuniram conhecimentos que nos permitiram entender melhor o universo no qual vivemos. Entretanto, quase nenhuma das grandes conquistas científicas, como as alcançadas pelos astrônomos no último século, foram obtidas de maneira trivial. Muito deste conhecimento custou caro.

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A Ciência do Erro e o Erro na Ciência

Fonte: Bule Voador

Autor: Rodrigo Véras

 

Se existe algo em que podemos realmente confiar é no fato de que nós, seres humanos, somos especialistas em nos enganar e cometer toda sorte de erros. Essa intuição básica que remonta pelo menos aos céticos antigos tem sido sistematicamente corroborada através de uma grande quantidade de estudos que mostram como nossas percepções, memória e julgamentos são pouco confiáveis. Muitas pesquisas em psicologia e neurociências têm ajudado a revelar estes vieses e tendências, além de revelar em que situações estamos mais propensos a errar. Trabalhos como os de Forer, capturados no dito de Barnum, “Para qualquer pessoa temos alguma coisa” sobre validação subjetiva, e as seminais contribuições de Amos Tversky e Daniel Kahneman [1] sobre heurísticas de decisão, a partir dos anos 70, tem nos ajudado a compreender melhor como erramos e por que erramos, o que nos permite criar maneiras mais eficientes de lidar com nossas limitações. Algumas das nossas limitações são que:

  • Subestimamos a probabilidade de certos eventos ;
  • Temos uma expectativa distorcida da aparência de sequências aleatórias , portanto, não as reconhecemos bem;
  • Somos enviesados em direção a confirmação ;
  • Nossa memória é tremendamente falha;
  • Superestimamos frequentemente nossas próprias qualidades. Continue lendo…

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