Entenda as pesquisas de intenção de voto (vídeo)

197_thumb_votoHoje vamos explicar como as pesquisas de intenção de voto registradas no TSE ou TRE costumam ser conduzidas, o que é amostragem estratificada e o que são as famosas margens de erro. Você pode assistir o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Referências recomendadas

Aqui vão alguns materiais importantes de referência sobre esse assunto: link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link.

Sete razões para buscar um treinamento quantitativo avançado

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Imagem: psdGraphics

No nível da pós-graduação, métodos quantitativos são provavelmente o único treinamento comum entre as subdisciplinas da psicologia; sua sequência de treinamento estatístico no primeiro ano provavelmente incluiu alunos de psicologia biológica, social, clínica, cognitiva, do desenvolvimento e da personalidade. Enquanto todos nós somos treinados no básico da análise de variância (ANOVA) e regressão múltipla, construir uma ciência psicológica mais forte exige que melhoremos as ferramentas analíticas dos psicólogos. Aqui estão sete razões convincentes do porquê todos deveriam buscar um treinamento adicional:

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Mas isso funciona mesmo?

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Como saber se um tratamento é realmente eficaz?

Como saber se um tratamento médico realmente cura uma doença? Ou saber em que nível jogos eletrônicos são capazes de influenciar o comportamento agressivo das pessoas? Quando cientistas tentam responder a essas perguntas, normalmente são feitas diversas pesquisas ao redor do mundo. Alguns encontram que “sim”, o tratamento médico realmente parece curar a doença, enquanto outros encontram que “não”, o tratamento tem um efeito muito pequeno na melhora dos pacientes, só funciona para um grupo específico de pacientes ou não tem efeito nenhum.

Se alguns estudos concluem que “sim” e outros que “não”, algo comum na ciência, como podemos chegar a uma conclusão sobre se, por exemplo, um tratamento médico é realmente eficaz no tratamento de uma doença? Considerando as importantes implicações práticas que uma conclusão como essa pode gerar (e.g. implantação do tratamento na rede pública, gastos do governo), seria importante que tivéssemos algum método confiável em mãos para enxergar o que todo um conjunto de estudos tem a dizer sobre a eficácia de um tratamento (por exemplo, a eficácia de antidepressivos no tratamento da depressão). Felizmente, a estatística, a ciência do significado dos dados e de como usá-los para entender como as coisas funcionam, dispõe de uma poderosa ferramenta para avaliar o que um conjunto maior de evidências produzidas em diferentes estudos mostra. Essa ferramenta se chama meta-análise. Agora calma, respire funde e não pare de ler esse texto ainda! Prometo que você não verá nenhuma equação aqui! Eu sei que o nome não é muito atraente… mas a ideia básica não é difícil de entender e a sua utilidade é tão grande que vale a pena tentar entender pelo menos um pouco do que é uma meta-análise. Quem sabe depois disso você mesmo não pense em fazer uma meta-análise (ou, mais provavelmente, cortar os seus pulsos) sobre algum assunto que te interessa!

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A Ciência do Erro e o Erro na Ciência

Fonte: Bule Voador

Autor: Rodrigo Véras

 

Se existe algo em que podemos realmente confiar é no fato de que nós, seres humanos, somos especialistas em nos enganar e cometer toda sorte de erros. Essa intuição básica que remonta pelo menos aos céticos antigos tem sido sistematicamente corroborada através de uma grande quantidade de estudos que mostram como nossas percepções, memória e julgamentos são pouco confiáveis. Muitas pesquisas em psicologia e neurociências têm ajudado a revelar estes vieses e tendências, além de revelar em que situações estamos mais propensos a errar. Trabalhos como os de Forer, capturados no dito de Barnum, “Para qualquer pessoa temos alguma coisa” sobre validação subjetiva, e as seminais contribuições de Amos Tversky e Daniel Kahneman [1] sobre heurísticas de decisão, a partir dos anos 70, tem nos ajudado a compreender melhor como erramos e por que erramos, o que nos permite criar maneiras mais eficientes de lidar com nossas limitações. Algumas das nossas limitações são que:

  • Subestimamos a probabilidade de certos eventos ;
  • Temos uma expectativa distorcida da aparência de sequências aleatórias , portanto, não as reconhecemos bem;
  • Somos enviesados em direção a confirmação ;
  • Nossa memória é tremendamente falha;
  • Superestimamos frequentemente nossas próprias qualidades. Continue lendo…

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