Dá para aumentar a inteligência? (vídeo)

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Hoje veremos se é possível aumentar a inteligência, falaremos sobre as chamadas “pílulas da inteligência” e outras formas que as pessoas têm buscado de tentar turbinar as suas próprias inteligências. Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Referências recomendadas

Alguns materiais sobre inteligência, produtos para melhoria cognitiva e o efeito de substâncias no funcionamento de neurotransmissores podem ser vistos a seguir (os nossos vídeos sobre inteligência e neurotransmissores também são materiais úteis para complementar o vídeo de hoje): link, link, link, link, link, link, link

Inteligência (vídeo)

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A inteligência da nossa espécie é uma das suas características mais marcantes e o seu desenvolvimento mudou para sempre os rumos da nossa história. No vídeo de hoje, falaremos um pouco sobre o que sabemos atualmente a respeito da inteligência humana. Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Referências recomendadas

Nos links a seguir, você vai poder encontrar duas revisões de literatura recentes sobre inteligência, além do artigo sobre hereditariedade e cultura que citamos no vídeo e alguns outros materiais relevantes sobre o assunto trazendo muito mais detalhes do que exploramos. Se você se interessa pelo assunto, vale a pena conferir esses materiais: link, link, linklink, linklink, linklink, link, linklink, link, linklink, link, linklink.

Inato x Aprendido (Parte 2)

Autores: André Rabelo e Felipe Novaes

Texto também publicado no Blog NERDWORKING

A rejeição contemporânea da natureza humana tem a ver com o medo da desigualdade, do racismo, da guerra e da violência, visto que durante o século XX algumas explicações biológicas foram (mal) forjadas por pessoas para justificar idéias eugenistas e racistas.

Portanto, tais receios não são totalmente injustificáveis, visto que movimentos como o nazismo, por exemplo, ficaram conhecidos por fazer uso de explicações supostamente biológicas (como a noção de raça superior que deveria dominar), de uma forma totalmente deturpada para cometer atrocidades.

O problema é que estas preocupações que se pautam exageradamente no passado acabam ignorando a proposta atual da utilização de explicações biológicas, que é diferente da que foi feita, de forma distorcida e desonesta, no passado por certas figuras políticas.

A própia biologia se encarregou de demonstrar que somos todos primos, unidos pela mesma árvore da vida, sendo que diferenças superficiais como a cor da pele ou o formato dos olhos não podem dizer quais são os nossos potenciais nem as nossas características fundamentais, muito menos a nossa função social. Dois avanços importantes na teoria genética ajudaram a desmisitifcar o determinismo genético (Gould, 1991): a idéia de herança poligênica e a falta de diferenciação genética entre humanos. Essas duas idéias podem ser resumidas, respectivamente, da seguinte forma: as características humanas são o resultado da participação de vários genes juntamente com um “exército de efeitos interativos e ambientais” (Gould, 1991); as diferenças genéticas entre indivíduos das diversas raças humanas são extremamente pequenas, ou seja, não existem “genes raciais” que diferenciem uma raça da outra.

A antipatia à explicações biológicas, ironicamente uma “herança” do debate entre o que era inato ou aprendido, surgiu principalmente por conta de idéias como o darwinismo social, o determinismo genético e a frenologia. Continue lendo…

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