Por que as pessoas se importam com a opinião dos outros? (vídeo)

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Você já se sentiu mal depois de ouvir uma crítica de alguém ou se sentir ignorado nas redes sociais? Hoje vamos falar sobre como o passsado evolutivo da nossa espécie e as circunstâncias atuais em diferentes culturas podem te ajudar a entender porque essas coisas são tão desconfortáveis para tanta gente. Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

A reputação funciona como um sinal que informa as outras pessoas sobre a propensão de alguém agir de uma certa forma. Hoje vamos falar especificamente da reputação enquanto um sinal de que uma pesssoa é cooperativa e tende a retribuir as ajudas que recebe. Nesse sentido, a reputação costuma ser fundamental para a harmonia e a estabilidade de um grupo, já que tende a incentivar a cooperação entre os membros e a reduzir comportamentos egoístas de aproveitadores ou trapaceiros. Ao que tudo indica, essa preocupação com a própria reputação e a dos outros é uma herança que herdamos da vida em grupo que os primeiros humanos caçadores-coletores levavam. Durante cerca de 95% da existência da nossa espécie, nós vivemos como grupos de caçadores-coletores. As pessoas que vivem em grupos assim são altamente dependentes da cooperação entre os membros para conseguir sobreviver e se reproduzir.

Referências recomendadas

Consulte a seguir diferentes materiais discutindo reputação, cooperação, evolução e trapaceiros: link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link.

 

O que leva alguém à desonestidade? (vídeo)

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Por que algumas pessoas agem desonestamente? Muita gente tem uma resposta para essa pergunta, mas hoje queremos mostrar um pouco do que a ciência tem a dizer sobre isso. Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Referências recomendadas

Veja alguns materiais relevantes sobre desonestidade nos links a seguir: link, link, link, link, link, link, link, link, link, link, link, linklink, link, link, link, link, linklink, link, link, link, link, link.

Psicologia Brazuca: Yamamoto e a psicologia evolucionista

Maria Emilia Yamamoto

Maria Emília Yamamoto pode ser considerada uma das “mães” da psicologia evolucionista brasileira. Pioneira na área, ela hoje é professora na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e tem participação fundamental na promoção e no desenvolvimento da psicologia brasileira, especialmente da psicologia evolucionista (PE). Ela editou em co-autoria com a professora Emma Otta o livro Psicologia evolucionista, primeiro manual brasileiro da área.

Assim como o Dida, a Maria Emilia veio da etologia, mas sua carreira foi se direcionando cada vez mais também para a PE. A professora Maria Emilia se tornou uma porta-voz da área e tem divulgado o seu trabalho em diversos congressos, palestras e eventos. Ela gentilmente nos cedeu uma entrevista rica, na qual foram discutidos diversos assuntos que ela, assim como muitos pesquisadores no mundo todo, tem tentando relacionar na sua pesquisa, como a evolução, a prosocialidade, a religião e a moralidade.

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Religiosidade e bondade: O bom samaritano

O bom samaritano

“Antes sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.”

– Efésios 4:32, Bíblia Sagrada.

Se alguém lhe pedir para pensar nas pessoas mais bondosas que você já ouviu falar, é provável que venha à sua mente, junto com alguns membros da sua própria família, alguns famosos representantes religiosos como, por exemplo, a Madre Teresa de Calcutá. Por sinal, a Madre Teresa foi usada em um estudo, já comentado aqui no blog, onde os participantes que tinham lido uma parte da biografia da Madre Teresa se demonstraram posteriormente mais prosociais com um desconhecido do que participantes que tinham lido uma parte da biografia da Margaret Thatcher. Ela se engajou frequentemente em diversos projetos sociais e por meio da ampla divulgação de suas ações generosas ao redor do mundo, ela se tornou praticamente um sinônimo de bondade.

Religiões extremamente difundidas atualmente, como a da Madre Teresa (católica), incentivam explicitamente os seus seguidores a agirem de maneira benevolente com os seus próximos (como na passagem que iniciou este texto), mas será que a religiosidade de alguém como a Madre Teresa de Calcutá tem alguma relação com a constante benevolência que ela demonstrou ao longo de sua vida? Será que pessoas religiosas como ela são mais generosas do que pessoas menos religiosas?

ResearchBlogging.orgPara tentar responder à estas perguntas, Ara Norenzayan e Azim Shariff publicaram na revista Science um artigo que buscou sistematizar o que conhecemos atualmente sobre a origem e a evolução da prosocialidade religiosa, ou seja, o suposto efeito facilitador que a religiosidade exerce na generosidade que as pessoas costumam exibir.

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