Comentários sem noção, direita e descendência – Minutos Psíquicos responde #5 (vídeo)

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Hoje iremos comentar sobre alguns comentários de vocês nos nossos vídeos! Selecionamos alguns pra comentar hoje e, se vocês gostarem do vídeo, podemos selecionar outros comentários em vídeos futuros! Diz pra gente o que achou do vídeo na sessão de comentários 😉

Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

As referências recomendadas para o vídeo de hoje são as referências relativas aos vídeos mencionados hoje. Você pode encontrar uma boa parte desses vídeos nos cartões do Youtube que vão aparecendo ao longo do nosso vídeo de hoje.

Debate de meia tigela (vídeo)

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Já conhecemos as falácias desde que Aristóteles, um filósofo que viveu na Grécia há muuuuitos anos atrás, sistematizou pela primeira vez uma lista de erros comuns de raciocínio cometidos em debates. Mesmo a humanidade conhecendo tais erros há tanto tempo, continuamos propensos a usar falácias para argumentar e a ser persuadidos por falácias usadas pelos outros. Para não cair mais nesse tipo de armadilha, conheça um pouco mais sobre falácias no vídeo de hoje! Veja o vídeo abaixo (ou aqui).

Existem MUITAS outras falácias do que as que abordamos no vídeo. Em época de eleição, vale sempre a pena rever elas e ficar atento durante as falas de políticos! Esse site lista algumas das falácias mais comuns em debates. Também recomendamos conhecer esse site, que descreve bem falácias e de uma maneira mais simples. Essa aqui foi uma das listas mais completas que nós encontramos.

O que é e para que serve um experimento?

Fonte: Bule Voador

Autor: André Rabelo

Quando ouvimos as conclusões impressionantes que os cientistas são capazes de chegar a partir de suas pesquisas, podemos nos perguntar sobre como eles são capazes de descobrir tantas coisas a partir de tão pouco – como estudos aparentemente tão simples nos permitem chegar à conclusões tão precisas. É com grande frequência que o método experimental será apontado como um dos grandes pilares responsáveis pelo sucesso da ciência em compreender o universo. Apesar de não ser nem um método perfeito nem o único disponível para os cientistas, além de não conseguir nos dar todas as respostas e explicações que gostaríamos, sua utilidade e supremacia são de difícil contestação.

De forma simples, o método experimental consiste na modificação de uma variável (variável independente) e na averiguação do efeito que pode ser atribuido à essa modificação por meio de uma medida (variável dependente). Uma variável independente é qualquer coisa que possa ser variada em um estudo e que o pesquisador julgue ter relação causal sobre outra variável mensurada; uma causa é aquilo que se julga responsável por um efeito observado sobre outra variável; um efeito é a diferença entre o que aconteceu em um experimento e o que teria acontecido hipoteticamente caso a manipulação não tivesse sido feita [1].

SELO: a xícara no anel aromático, também conhecido como "Benzeno o Chá"Em grande parte dos fenômenos que os cientistas estudam, o número de causas envolvidas é muito grande, sendo raros os casos em que podemos falar “da causa” suprema de algo. Nesse sentido, muitas das relações causais discutidas e apresentadas por cientistas se referem à uma causalidade probabilística (tal variável aumenta a probabilidade de se observar tal efeito), e não à uma causalidade determinista (tal variável é necessária e suficiente para explicar tal efeito). É por isso que a previsibilidade é muito difícil em vários campos de pesquisa como a meteorologia, por exemplo.

Uma importante distinção a ser feita é entre descrições causais e explicações causais [1]: uma está relacionada à descrição das consequências que podemos atribuir às manipulações de variáveis, enquanto a outra está associada à explicação dos mecanismos e das condições nas quais uma relação causal se manterá. O método experimental é um dos mais úteis e mais valorizados na ciência pela sua capacidade de permitir a elaboração de descrições causais. Por outro lado, os experimentos em si muitas vezes não nos ajudam tanto na hora de desenvolvermos explicações causais. É ai que as teorias ganham tanta importância no empreendimento científico por permitirem a generalização dos resultados que obtemos em experimentos. Continue lendo…

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