Cuidado com trabalhos… em grupo! (vídeo)

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Fazer coisas em grupo pode ser difícil, especialmente quando tem aquele mala que só quer se dar bem. Mas dependendo da situação, mesmo quem não é mala pode acabar relaxando e se esforçando menos em uma tarefa. Vamos falar hoje sobre como isso pode acontecer e como isso pode ser evitado. Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui:

Referências recomendadas

Nossas duas principais referências para o vídeo de hoje são os livros de psicologia social do Aronson et al. (8a edição) e do Myers (10a edição), dois dos principais livros sobre essa área no mundo. Além disso também vale a pena consultar os seguintes materiais que detalham um pouco mais o conteúdo que exploramos no vídeo: link, link, link, link, link, linklink, link.

 

Por que as pessoas fazem coisas ruins – 1 (video)

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 A violência possui diversas causas – econômicas, culturais, históricas e psiquiátricas, por exemplo. Dentre elas, uma das explicações causais mais intuitivas para as pessoas é a de que atos violentos são realizados por pessoas violentas – pessoas com um tipo de essência “má” que as diferem do resto da população. Mas uma das causas da violência, a influência social, provavelmente está por detrás de muitos episódios de violência. Nesse vídeo, veremos que, nem sempre… Continue lendo…

Os perigos da solidão (vídeo)

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Mais um vídeo do canal Minutos Psíquicos está no ar! Essa semana, o vídeo explora os perigos envolvidos na solidão e porque ela pode nos afetar de uma maneira muito mais profunda do que imaginamos. Se gostar, curta e compartilhe o vídeo por ai!

Referências:

Cacioppo, J. T., Hawkley, L. C., Norman, G. J., & Berntson, G. G. (2011). Social isolation. Annals of the New York Academy of Sciences, 1231, 17–22. doi:10.1111/j.1749-6632.2011.06028.x

Nesse trabalho, um dos maiores estudiosos da solidão e da neurociência social, o psicólogo social John T. Cacioppo revisa os principais achados sobre a pesquisa da solidão.

Cacioppo, J. T., & Patrick, W. (2011). Solidão: A natureza humana e a necessidade de vínculo social. Rio de Janeiro: Record.

Nesse livro traduzido para o Português, John Cacioppo descreve de maneira descomplicada o que a pesquisa sobre a solidão tem revelado sobre o ser humano e sobre algumas das nossas motivações básicas.

Ser otimista é saudável?

Romance protagonizado por "Pollyanna", uma menina cuja filosofia de vida é sempre encontrar algo para ficar contente

“Pense positivo”, “vai dar tudo certo, você vai ver”, “isso não vai acontecer com a gente, a probablidade é muito pequena”. Estes exemplos são familiares para você? Já ouviu isso de alguém hoje (ou ontem)? É cotidiano observar a capacidade que muitos de nós possuem de ser extremamente otimista, mesmo quando existem evidências claras de que deveriamos estar mais preocupados com o que está por vir.

Seja em relação ao contágio de doenças, ao furto de bens ou à acidentes graves, o ser humano parece tender a ver tais riscos como distantes de si e improváveis. Ser otimista já foi relacionado em alguns estudos com uma série de efeitos psicológicos benéficos, como menor ansiedade e melhor bem-estar. Este excesso de confiança, todavia, pode nos tornar ainda mais vulneráveis do que já somos, exatamente por pensarmos que não corremos certos riscos e não tomarmos ações necessárias de precaução.

O otimismo pode ser entendido tanto como uma superestimação de eventos futuros positivos quanto uma subestimação de eventos negativos futuros [1]. O que alguns estudos recentes tem indicado é que nós somos propensos a apresentar um otimismo exagerado, “irrealista”, em relação à eventos futuros [1,2]. Na psicologia social, uma propensão similar à esta já havia sido identificada nos anos 1970 e batizada de crença em um mundo justo [3]. Obviamente, esta crença (a de que o mundo é inerentmente justo) é bem otimista em relação à realidade cruel que salta aos nossos olhos diariamente, quando lemos ou ouvimos um noticiário. De acordo com esta ideia, as pessoas acreditam que o mundo é fundamentalmente justo e que coisas ruins acontecem com pessoas ruins – todos passam pelo que merecem [4].

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