Sete razões para buscar um treinamento quantitativo avançado

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Imagem: psdGraphics

No nível da pós-graduação, métodos quantitativos são provavelmente o único treinamento comum entre as subdisciplinas da psicologia; sua sequência de treinamento estatístico no primeiro ano provavelmente incluiu alunos de psicologia biológica, social, clínica, cognitiva, do desenvolvimento e da personalidade. Enquanto todos nós somos treinados no básico da análise de variância (ANOVA) e regressão múltipla, construir uma ciência psicológica mais forte exige que melhoremos as ferramentas analíticas dos psicólogos. Aqui estão sete razões convincentes do porquê todos deveriam buscar um treinamento adicional:

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Estudo inteligente: Aproveite ao máximo o seu tempo de estudo com essas dicas tiradas de pesquisas

Fonte: gradPSYCH Magazine*
Autor: Lea Winerman
Tradutor: André Rabelo

Dicas de como estudar tiradas da psicologia cognitiva

Você provavelmente pensa que sabe como estudar.

Afinal de contas, você chegou ao ensino superior. Você entregou com sucesso tarefas de casa e passou em exames por pelo menos 16 anos. E existe uma grande chance de que você tenha um conjunto de rotinas de estudo, quer seja um copo de chá e o seus livros-texto na cama ou um canto em uma biblioteca calma que você alegou ser seu.

Mas pode ser que os hábitos de estudo que você desenvolveu por uma década ou duas não estejam te servindo tão bem quanto você pensa que eles estão.

Pesquisas têm mostrado que algumas técnicas de estudo do “senso comum” — como sempre ler no mesmo local calmo ou gastar horas em um momento de concentração em um assunto — não promovem aprendizagem de longo prazo. E alguns hábitos que você deve suspeitar não são tão bons, como o estudo de últimos minutos antes de exames, podem até ser pior do que você pensou.

Nós sumarizamos três princípios, tirados a partir de décadas de pesquisa na psicologia cognitiva, para te ajudar a aproveitar o máximo das suas horas de estudo (continua depois do parágrafo abaixo).

* Este material originalmente apareceu em inglês como [Winerman, L. (2011, November). Study Smart. gradPSYCH. Retrieved from http://www.apa.org/gradpsych/2011/11/study-smart.aspx]. Copyright © 2011 pela American Psychological Association. Traduzido e reproduzido com permissão. A American Psychological Association não é responsável pela precisão desta tradução. Esta tradução não pode ser reproduzida ou distribuída adiante sem uma permissão prévia escrita da APA.

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Compreender a sua mente é uma missão crítica

FonteStreams of Consciousness / Scientific American*
AutorJamil Zaki, autor convidado
Tradutor: André Rabelo

Cortesia da Digital Shotgun via Flickr.

No início deste ano, o senador Tom Coburn publicou um relatório chamado “Sob o Microscópio“, no qual ele criticou o financiamento de qualquer pesquisa que ele não pudesse imediatamente entender como importante. De valor particularmente duvidoso, na opinião de Coburn, são as ciências comportamentais e sociais—incluindo o meu próprio campo, a psicologia. Seguindo no seu relatório, Coburn propôs eliminar o financiamento da Fundação Nacional de Ciência para estas ciências “humanas”, escrevendo: “…alguns destes estudos sociais representam prioridades nacionais óbvias que merecem um corte do mesmo bolo que a astronomia, a biologia, a química, a ciência da terra, a física ou a oceanografia?” Mr. Brooks, que ocupa a cadeira de um painel do congresso considerando tais cortes, ecoou esta opinião. Brooks explicitamente afirmou que as ciências humanas ainda têm que provar o seu valor.

Considerando que os pensamentos e as escolhas das pessoas, por definição, desempenham o papel mais poderoso na formação da nossa sociedade, porque estudar a mente humana parece um tipo de esforço dispensável? Uma razão pode ser que frequentemente as pessoas se sentem como se elas já compreendessem suas mentes, e que o estudo das pessoas e das culturas não pode revelar nada de novo para elas. Tópicos como redes sociais, emoção, memória e relações raciais soam menos científicos do que o estudo da estrutura celular, formação proteica ou força eletromagnética. Estes últimos tópicos parecem que irão revelar insights inacessíveis às nossas intuições, enquanto que as ciências humanas não poderiam. Isto não poderia estar mais distante da verdade: exames da mente humana frequentemente desenterram grandes surpresas. De fato, uma ampla mensagem emergindo dos últimos 50 anos de pesquisa psicológica é que forças além da nossa consciência guiam muitas das nossas operações mentais mais críticas—nossos julgamentos morais, preferências e operações semelhantes. Reconhecendo estas forças e botando elas para trabalhar tem o potencial de mudar—e até mesmo salvar—vidas. Aqui estão quatro maneiras pelas quais as ciências humanas podem nos ajudar em uma grande escala, e razões porque nós não podemos viver sem a investigação rigorosa das nossas próprias mentes.

Teorias de Conspiração são Naturais

Fonte: Ceticismo Aberto

artigo de Douglas T. Kenrick, publicado em Psychology Today
tradução cortesia de André Rabelo

Que tipo de pessoa teria tão pouca confiança em seus companheiros para acreditar que o presidente dos E.U.A e a CIA conspiraram para forjar a morte de Osama Bin Laden, ou que a imprensa é rigidamente controlada por um grupo poderoso de extremistas ricos? Se você examinar a literatura em psicologia sobre a crença em teorias da conspiração, ou leu comentários políticos sobre o tópico, vai ouvir falar muito sobre paranóia, alienação e anomia. Você vai aprender que pessoas que acreditam em uma teoria da conspiração bizarra também são propensas a acreditar em outras (está tudo conectado com os illuminati e os assassinatos dos Kennedy, afinal de contas). Você descobrirá que crenças em conspirações têm sido relacionadas com ser pobre, ser membro de uma minoria oprimida, ter a sensação generalizada de que a vida é controlada por fatores externos e outras circunstâncias lamentáveis.

Mas existe outra perspectiva que decorre do pensamento sobre a história evolutiva de nossa espécie: o cérebro humano foi moldado para teorias da conspiração. Nesta perspectiva, somos todos teóricos da conspiração – você, eu e sua tia Ginger de Iowa. Continue lendo…

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