Psicopatia (vídeo)

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A psicopatia é um dos temas mais polêmicos e complicados na psicologia e psiquiatria. Saiba como a psicopatia é entendida atualmente nessas duas áreas, qual é a diferença entre psicopatia, sociopatia e psicose, além de conhecer também os principais mitos sobre esse assunto no vídeo de hoje. Assista o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

No vídeo de hoje nós apelamos nas referências culturais! Aqui vai uma explicitação de quais foram. Um dos primeiros desenhos mostra quatro personagens dos quadrinhos: o Coringa, a Harley Quinn (“Arlequina”), o Punisher (“Justiceiro”) e o Peter Quill, dos Guardiões da Galáxia. A ideia aqui foi ilustrar o fato de que pessoas que se envolvem em ações criminosas variam muito quanto à sua personalidade, indo desde alguém como o Coringa até o Peter Quill, que é um herói da Marvel (mesmo ele comete atos criminosos nos quadrinhos e no filme). Em outro desenho, nós citamos três personagens do Watchmen: o  Comediante, o Ozymandias e o Dr. Manhattan (atenção, a cena do vídeo que linkei no nome do Dr. Manhattan pode ser considerada um pouco forte para alguns). Achamos que cada um deles ilustrava de maneira interessante cada uma das 3 principais características que citamos da psicopatia. Depois fizemos também menção à série da Netflix do momento: Stranger Things (“Bagulhos Bizarros”) no desenho que mostra a Winona Ryder vendo bagulhos bizarros rolando com as luzes de natal. Por último, nós mencionamos o Freezar, vilão de Dragon Ball Z, e o Goku também.

Referências recomendadas

O principal trabalho no qual nos baseamos para fazer o vídeo de hoje foi um artigo publicado na revista Psychological Science in the Public Interest. O artigo (que é bem grande e denso) tem o objetivo de esclarecer os principais mitos sobre a psicopatia e discute várias questões super interessantes sobre o assunto, além de citar e descrever os principais trabalhos científicos sobre o isso. Nós não nos aprofundamos nem em um terço de tudo que os autores discutem, então quem ficar interessado deve dar uma olhada nesse artigo para saber um pouco mais! Também existem outras fontes interessantes sobre tópicos que abordamos no vídeo, como os links a seguir: link, link, link.

Violência nos relacionamentos (vídeo)

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Relações abusivas são comuns e não só podem trazer grandes prejuízos como matam. Hoje falaremos sobre o que são relações abusivas, violência nos relacionamentos e o cuidado que se deve ter diante da possibilidade de abandono de uma relação abusiva. Veja o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Referências recomendadas

Nos links a seguir, você vai ter acesso a vários dados sobre violência em relacionamentos e feminicídio (aquiaqui, aqui, aqui, aqui). Clicando aqui você terá acesso a um artigo sobre o desenvolvimento de um site para a prevenção de relações abusivas e o abandono das mesmas. Nesse artigo, também são revisadas várias informações sobre relações abusivas. Também vale mencionar esse artigo de revisão sobre prevenção de relações abusivas. O livro Libertando-se de Namoros Violentos, escrito pela psicóloga Sheila Giardini Murta e colaboradores, é uma forte recomendação nossa para quem quiser saber mais sobre o assunto. Também recomendamos o vídeo do Nerdologia sobre sexismo (aqui).

Por que as pessoas fazem coisas ruins – 1 (video)

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 A violência possui diversas causas – econômicas, culturais, históricas e psiquiátricas, por exemplo. Dentre elas, uma das explicações causais mais intuitivas para as pessoas é a de que atos violentos são realizados por pessoas violentas – pessoas com um tipo de essência “má” que as diferem do resto da população. Mas uma das causas da violência, a influência social, provavelmente está por detrás de muitos episódios de violência. Nesse vídeo, veremos que, nem sempre… Continue lendo…

No banco dos réus: Reflexões sobre o impacto de jogos digitais no comportamento humano

Autor: Maurício Miranda Sarmet (autor convidado)*

No último dia 06/08, foi publicada no site da Folha de São Paulo a informação que o jovem suspeito pela morte dos pais, avó e tia utilizava, em seu perfil da Facebook, imagens do jogo Assassin’s Creed. Rapidamente, várias mensagens nas redes sociais criticaram a notícia, uma vez que ela associava – mesmo que indiretamente – o jogo a um comportamento violento. Várias piadas do tipo “Se o jogo influenciasse o comportamento, eu seria um encanador por jogar Mário” ou “Jogo jogos violentos desde pequeno e nunca saí matando ninguém” circularam (e ainda circulam) por aí. Além das piadas, circula a preocupação de que o jogo possa, de alguma forma, ter algum papel nesta história trágica.

 Essa não foi a única (nem a última) matéria desta natureza a ser divulgada nos meios de divulgação de massa. Assim como foi com o rádio, o cinema e a televisão, especula-se o tipo de influência que o videogame pode ter na mente e no comportamento de crianças, jovens e adultos expostos a eles. No entanto, mais do que uma questão comercial ou ideológica, trata-se de uma questão cuja resposta passa por um raciocínio empírico. Ou seja, é necessário um conjunto de estudos sistemáticos sobre o tema para chegarmos a alguma conclusão. A boa notícia é que já existem vários estudos sobre consequências positivas e negativas da exposição a jogos eletrônicos. A má notícia… bem, essa eu comentarei ao longo do texto, e nem é tão má assim (pelo menos no meu ponto de vista).

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