Perfil
Olá, meu nome é Igor Zolnerkevic. Sou apaixonado por ciência: me formei em física, mas já quis ser biólogo e geólogo. Amo escrever: já quis ser poeta, romancista e roteirista. Assim, não é de surpreender que eu me realize escrevendo sobre ciência...
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Em 2009, olhe as estrelas
Sobre o blog
No Universo Físico, compartilho com vocês o que vou aprendendo aos poucos sobre o que os cientistas sabem, como eles sabem o que sabem e o que eles querem saber, mas ainda não sabem sobre a natureza das coisas, entre outras coisas.
Sobre as categorias de posts
Ensaios - em formato livre.
Observações - em que chamo atenção para material legal que acho na rede e no mundo lá fora.
Reportagens - que escrevo em outras publicações ou especialmente para o blog, baseadas principalmente em entrevistas com cientistas e leituras de artigos científicos.
Resenhas - sobre livros, filmes, músicas, exposições etc., que tenham um pé (ou mais de um) nas ciências naturais.
Meus mandamentos de blogueiro
Damn the news beat - O Universo Físico não é um site de notícias, ponto final. Cansei de correr atrás do circo contínuo de novidades, bizarrices e “descobertas revolucionárias”. Escrevo somente sobre o que realmente me intriga, entusiasma ou considero importante, velho ou novo.
Damn the audience – Embora uns trocados sejam sempre bem vindos, não administro o blog como uma empresa de comunicação. Não uso técnicas de search engine optimization, não faço viral marketing. Não quero saber quantas pessoas acessam o blog; quero interagir com elas.
Damn the snack culture – nada de se empaturrar com posts curtos sobre assuntos gordurosos, só para enganar a fome. Escrevo em pequenas doses, mas do jeito que um chef gourmet prepara aqueles pratos elaborados que se come em restaurantes chiques. Voilá.
Damn the churnalism - não cozinho press releases; verifico os fatos, e só toco no assunto se tiver algo de original a acrescentar.
Sobre ciências "físicas" e "exatas"
Apesar de trabalhar como repórter de ciência, minha formação é de físico — sou mestre pelo Instituto de Física Teórica da Unesp — e o que se convenciona chamar aqui no Brasil de "ciências exatas" continua sendo meu assunto predileto. Detesto o termo "exatas", porém; é um fóssil linguístico, resquício de um pensamento cientificista que nunca entendeu a verdadeira natureza da ciência, dividindo as especialidades em "exatas", "humanas" e "biológicas". Ora, todas as ciências são humanas, e nenhuma delas é exata. Prefiro o termo "ciências físicas", "físicas" aqui no sentido mais amplo da palavra, que vem do grego "physis", a natureza das coisas.
Sobre a responsabilidade do escritor
“Sócrates disse, ‘o uso incorreto da linguagem induz o mal na alma’. Ele não falava de gramática. Usar mal a linguagem é usá-la da maneira que políticos e publicitários a utilizam, por lucro, sem assumir responsabilidade pelo significado das palavras. Usar a linguagem como meio de obter poder ou fazer dinheiro é errado: é mentir. Quem usa a linguagem como um fim em si mesmo, para declamar um poema ou contar uma história, vai no caminho certo, em direção a verdade. “Um escritor é uma pessoa que se preocupa com o significado das palavras, o que elas dizem, como elas dizem. Escritores sabem que as palavras são o seu caminho em direção à verdade e a liberdade; assim, eles as usam com cuidado, com reflexão, com medo, com prazer. Ao usar bem as palavras, eles fortalecem suas almas. Contadores de histórias e poetas gastam suas vidas a aprender essa arte e habilidade de usar bem as palavras. E suas palavras fazem as almas de seus leitores mais fortes, brilhantes, profundas.” – Ursula K. Le Guin.
