Eu sou um dos maiores atacantes da Cultura da Mediocridade, em que é socialmente inaceitável demonstrar inteligência para não ferir os sentimentos daqueles que confortavelmente se mostram burros e preguiçosos.
Sou terminantemente contra a apologia à ignorância que permeia todas as esferas humanas e que torna comum frases do tipo "não quero saber disso, é muito difícil para mim" ou "essa informação nunca me será útil" e ainda "pare, pare, não quero entender isso".
Eu sou a favor do máximo desenvolvimento intelectual que, numa sociedade diferente da nossa, seria meta e objetivo de todos, pois desenvolvimento mental leva a crescimento pessoal.
Novamente, numa sociedade diferente da atual, pois hoje em dia se você for sabido passa automaticamente a ser chato, arrogante, pedante, prepotente, mas se for tapado vc eh da galeraWWSS ÚRRÚ BRÓDJI!!!
Só entra para o clubinho quem souber escrever como um bode anestesiado.
Português correto é coisa de "mala", seja lá o que isso signifique hoje em dia.
Quanto ao título deste artigo, eu faço a ponte entre antimediocridade e crescimento pessoal enquanto sentado em minha desconfortável cadeira de cartorário.
42 é a resposta, só precisamos agora saber qualé a pergunta.
Comments (8)
Me entristece ter de concordar com vc com relação a como o conhecimento é visto hj em dia na nossa sociedade. Para não generalizar tomo como exemplo a região onde eu vivo, aqui para ser um cara "legal" entre os jovens, é necessario um atestado de futilidade e ignorancia, pq impera a visão de que quem gosta de aprender é babaca.
Eu só espero viver o bastante para ver uma realidade diferente.
Abraços.
Posted by: Larangeira D.C. | novembro 9, 2009 9:24 AM