Participe da campanha “Seja um Médico Limpinho”

Andando por São Paulo semana passada me deparei com a incrível necessidade de alguns médicos e estudantes de medicina de precisar afirmar que são profissionais de saúde. E como eles tentam mostrar ao mundo o que são? Através de um desfile de moda monocromática na forma de jalecos brancos.

Se essa toga moderna fosse apenas para mostrar como certas pessoas têm uma auto-estima tão baixa que precisam criar uma ilusão de grandeza com uma farda que lhes garante o pseudostatus de supercidadãos, tudo bem; cada Bob com seu Mundo Fantástico.

O problema que eu tenho com isso é que essa mesma autopropaganda em página dupla que é usada na rua é também usada dentro dos hospitais.

Jaleco não é só o nome vulgar de um pequeno tamanduá do Maranhão. Não. Jaleco deveria ser também uma proteção, uma luva para as roupas, uma camisinha para o corpo.

Se seu padeiro contar o dinheiro com a mesma luva que usa para colocar seu pão no saco você teria nojo.

(A analogia da camisinha e a dicotomia “cabaré/sua mulher em casa” fica para outro dia.)

Por causa dessa prática irresponsável, eu resolvi criar (no meu outro blogue) duas camisetas grátis, tanto para os aprendizes de boçal estudantes de medicina quanto para os caroneiros de infecção médicos (clique nas imagens para vê-las maior):
Jaleco para a campanha médico limpinhoJaleco para a campanha médico limpinho

A repercussão foi boa e estudos mostram que alguns já estão usando a peça na rua! Fantárdigo!
No entanto, outros ainda assim preferem o guarda-pó mesmo, pois camiseta qualquer um pode ter. Um sobretudo branco, por sua vez, só é vendido mediante apresentação do CRM.

Então, usando a ideia de uma comentarista do artigo original (já linkado), achei por bem criar, mais uma vez sem qualquer custo para os pobres profissionais, um modelo de jaleco para evitar confusão entre o de sair e o de trabalhar (porque, para alguns médicos, jaleco é como bolsa de mulher; um para cada ocasião):

Jaleco para a campanha médico limpinho

E, o mais importante, a mensagem:

jaleco para uso externo costas

Ainda, feita por Atila, também participando da Campanha, uma camiseta para aqueles momentos de descontração fora dos horários de trabalho (pois sair de jaleco nas madrugadas pode atrair atenções indesejadas e fazer os outros pensarem que você é o Cadeirudo):
camiseta para medicos

Então vamos lá, todo mundo! Participem da Campanha “Seja um Médico Limpinho”!

Envie esse artigo do médico Karl para todos os médicos que você conhece.

Presenteie pelo menos um deles com algum dos modelos grátis acima.

Bata palmas quando vir algum estudante de jaleco no metrô! Vamos compensar a falta de auto-estima deles fazendo-os se sentir especiais.

No texto de Atila, um reclamou da reclamação dizendo que a correria é muita e até roupa íntima carregam bactérias. Meu recado para ele é: Super Homem, a cueca não vai por cima das calças. Quanto tempo você precisa para abrir oito botões? E não consegue fazer isso e andar ao mesmo tempo? Você deveria passar menos tempo aperfeiçoando sua boçalidade e mais tempo aprendendo a fazer duas ações simples simultaneamente. Ah, e aprenda também o significado de “profissão mais antiga” porque você está usando errado sem saber.

Outro ainda disse que esse tipo de crítica é inveja. Quem diz que crítica é inveja é porque não tem autoconfiança suficiente para receber uma e critica de volta da forma mais infantil possível. Seu feio, una! 😛

Todavia, eu preciso concordar com outro comentarista: “Novamente, ridiculo, vontade de aparecer e se sentir superior, quando na verdade está so expondo desnecessariamente os cidadaos e seus pacientes.

Em toda casa, aí entrarei para o bem dos doentes,

mantendo-me longe de todo o dano voluntário…”

(Juramento de Hipócrates, trecho)

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Discussão - 95 comentários

  1. Igor Santos disse:

    Yahoo Respostas não é minha fonte primária de informação. Prefiro definição de dicionário.
    http://uoleo.wordpress.com/2010/04/16/yahoo-respostas-onde-estariamos-sem-voce/
    Mas obrigado pelo comentário assim mesmo.

  2. Rosemary disse:

    Os médicos que vão na televisão participar de programas sobre doenças e prevenções das mesmas precisam ir de jaleco? No programa Bem Estar da Globo os médicos estão de jaleco .. sem o nome de onde de formaram ou onde atuam como médicos ..mas estão com a endumentária e o nome bordado no bolso… Talvez seja para não serem confundidos com os apresentadores .. sei lá..

  3. Ana Carolina Soares Rocha disse:

    Amei!!!!!
    Sou responsável técnica e controle de qualidade de uma indústria alimentícia, e desde que comecei a trabalhar nesta empresa, proibi que os colaboradores venham trabalhar trajando o uniforme ou que saiam para ir para casa deste modo. Deixo bem claro para eles que o uniforme deve ser usado DENTRO da empresa. Na palestra de integração, sempre uso o exemplo de médicos e enfermeiros que “desfilam” com seus jalecos pelas ruas, como um icentivo à contaminação cruzada!! Parabéns por sua iniciativa!!!

  4. Ana Paula disse:

    Primeiro, que não são só os médicos que usam jaleco desta forma, apesar de não concordar com o uso do jaleco fora do ambiente hospitalar, tenho o discernimento para saber que não são os médicos que usam, assim como enfermeiros, fisioterapeutas, até mesmo secretários entre outros. E não são todos os que usam fora do ambiente hospitalar.
    Segundo,se você quer expressar sua opinão, que expresse, agora, sem falta de respeito por favor!! Seu comentário > (aprendizes de boçal) estudantes de medicina quanto para os (caroneiros de infecção) médico

  5. Igor Santos disse:

    tenho o discernimento para saber que não são os médicos que usam
    Faltou um “só” aí ou você realmente acha que só os enfermeiros e fisioterapeutas usam o mesmo jaleco dentro e fora do hospital?
    E o fato do açogueiro ou do zelador usar a mesma roupa dentro e fora do trabalho não isenta os médicos de culpa. Ou você, com todo o seu discernimento, acha que uma irresponsabilidade justifica outra?
    E não são todos os que usam fora do ambiente hospitalar.
    Ana Paula, me mostre aí onde eu disse que são todos os médicos que fazem isso.
    Segundo,se você quer expressar sua opinão, que expresse, agora, sem falta de respeito por favor!!
    Eu não acho que levar sujeira da rua para dentro do hospital e levar contaminação hospitalar para a rua seja opinião, mas sem dúvida alguma é uma falta de respeito. E aí, como fica? Você só deixa eu expressar a minha opinião se eu não desrespeitar ninguém? E se eu quiser simplesmente faltar com o respeito, como fazem médicos supracitados, sem expressar opinião alguma, pode?
    É minha opinião que os estudantes que fazem isso estão sim aprendendo a arte do culto à imagem e da futilidade e é mais que uma opinião minha que os médicos que não se importam em contaminar seu ambiente de trabalho são veículos poderosos para infecção.

  6. Alice disse:

    Muito bom!
    Acho que a crítica poderia ser estendida aos estudantes e profissionais de outras áreas da saúde também! Pô, só estudante de medicina que leva bordoada!!
    Mas concordo que os que ainda lembram o sentido real da profissão são exceções. Infelizmente.

  7. Natália disse:

    Ótimo texto. Já tinha lido a campanha no outro blog, e agora resolvo comentar. Gostei muito da sua iniciativa de criticar essa prática lamentável. Moro em Porto Alegre, perto do Hospital de Clínicas, e geralmente vejo médicos e alunos usando o jaleco para sair da área hospitalar. Já vi até mesmo alguns deles “uniformizados” em super mercados, lojas, etc. Fico me perguntando que tipo de profissional estará me examinando, se o uniforme dele está devidamente limpo, ou se a questão das aparências é mais importante do que o estado do paciente. A resposta, para mim, é evidente. Afinal, qual a necessidade de andar de jaleco na rua?
    Faço faculdade de Farmácia e meu estágio é em uma farmácia de posto de saúde. Não lidamos diretamente com pacientes, apenas fazemos a dispensação dos medicamentos. Mesmo assim, tanto a farmacêutica chefe, quanto os funcionários do posto e nós, estagiários, procuramos manter o jaleco sempre limpo, não fazemos refeições com ele e, menos ainda, saímos com o jaleco na rua. Mesmo que não atuemos diretamente com cuidados ao paciente e que não haja grande risco de contaminação na farmácia, procuramos sempre manter a higiene, pois é uma prática essencial e fundamental nos locais onde se trabalha com saúde. É mais do que boa postura; é questão de profissionalismo e responsabilidade.
    No posto vemos receitas com diversos erros médicos, comprometendo a saúde e o tratamento do paciente. Alguns não sabem nem escrever o nome da medicação ou a quantidade de medicamentos corretamente. Não é raramente que isto acontece, é com MUITA freqüência. Estudam seis anos pra fazer este tipo de coisa! E aí se enchem de razão para sair por aí de jaleco, afirmando “sou médico”. Onde está a preocupação com o paciente? Isso deveria ser o mais importante, não? Além disso, muitos nem cumprem a carga horária que deveriam. É claro que não podemos dizer que TODOS os médicos agem dessa forma, mas falo da grande maioria que eu posso observar no dia a dia próximo que tenho com a área da saúde. É decepcionante ver uma profissão tão bonita ser levada com tanto desrespeito.
    Enfim, desculpe pelo texto gigantesco, mas precisei expressar minha opinião a respeito do assunto.
    Mais uma vez, parabéns pelo post e pela campanha. Quem sabe pelo menos alguns médicos se conscientizem a esse respeito.
    Abraço.

  8. Grazielle disse:

    Passei duas semanas em São Paulo dentro e aos redores do hospital beneficência portuguesa e como sou tbém da area de saúde, realmente achei um absurdo, fiquei indignada com essa falta de higiene dos residentes, médicos, fisioterapeutas….etc….uma falta de consideração com os pacientes.

  9. Carolina Dias disse:

    Adorei!!!! Tenho vários artigos sobre o assunto.Acho ridículo os profissionais da saúde desfilando seus jalecos pela rua como que dizendo, sou o cara, não sou como vocês… e não dando a mínima para a possibilidade de causar em infecções por estarem usando o jaleco no ambiente errado… Meu pai teve infecção hospitalar e morreu, mais um motivo para eu ter pavor de profissionais da saúde que não têm a menor noção (ou têm noção mas não ligam) para a questão de higiene e limpeza!
    Mas devia ser uma camisa sem o nome da faculdade, assim valeria para todas…pois infelizmente esta é uma prática generalizada!
    Seria interessante uma camisa para quem não é da área da saúde, para usar quando fosse buscar atendimento médico pudesse de alguma forma “cutucar” os que usam jaleco onde não devem… O que vcs acham???
    Abs
    Carolina

  10. Wilbert disse:

    Muito bem! Gostei muito da leitura, estou prestes a formar como fisioterapêuta e acontecimentos como ver estudantes da área da saúde vestindo jaleco não só na rua mas em lugares com alimentos me deixa perturbado, já até conversei, mas pouco adianta diante de uma cultura já formada. Não adianta ficar bravo ou se magoar, igual vejo alguns aqui acima, mas só fazer sua parte, sem estresse. Leve uma sacola e pós atendimentos guarde o jaleco, não quer levar um “bixim” em casa, quer? quem sabe você não mora com um idoso e repentinamente pega uma infecção!
    Só acho que a moda da camiseta não vai pegar muito, haha
    Abraços

  11. Sergio Gomes disse:

    Excelente, e ainda esqueceu do estetoscópio pindurado no pescoço, mais uma falta de respeito com os pacientes. Incrível como uma pessoa que está etudando todas as formas de contaminação e doenças existentes tenha esta mentalidade pequena e futil. Estes são aqueles que se acham o máximo e muitas vezes nem da barra da saia dos pais sairam. Pq o carro, a faculdade e todos os custos são pagos pelo papai. Incrivel ainda se acharem superiores as outras pessoas pq estão com um jaleco na rua , contaminando todos a sua volta.
    Excelente apoio a iniciativa das camisetas e jaleco de uso externo.
    Não esqueço de informar que também sou profissional da Saúde e nunca em 20 anos de profissão usei vestimentas de trabalho fora do ambiente de trabalho.

  12. renato moraes disse:

    Acho otimo que os medicos incomodem. Assim são notados e não esquecidos. Todos nos devemos usar branco para lembrar que somos explorados pelo governo e pelos planos de saude. Sua alegação de contaminação nao tem o menor respaldo cientifico.

  13. Igor Santos disse:

    Assim são notados e não esquecidos.
    Olha! Igual sífilis!
    http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20357558
    http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18834751
    Só duas referências que achei em quinze segundos, incluindo o tempo do PubMed carregar.

  14. Renato Moraes disse:

    Acho melhor LER os artigos. Verá que não são o que voce acha.

  15. Renato Moraes disse:

    Médico Use Jaleco! Lembre a todos que existimos!
    Pois é, os médicos incomodam. Ficam andando de branco por aí, lembrando a todos que eles existem. Deviam ficar confinados em consultórios, hospitais e laboratórios e não ficar andando pela rua. Na antiguidade os senhores escolhiam lá um escravo mais esperto e o enviavam a uma escola de medicina para que aprendesse a arte e depois o servisse. Médicos eram escravos. ( hoje em dia para desprazer dos senhores são livres) Na idade média eram em geral monges ( vem daí a imagem de que o exercício da medicina é um sacerdócio? ) depois começaram a ser autonomos e corporativos ( que mal há em ser corporativo? Afinal todas as profissões são ) Hoje em dia alguns médicos ganham muito bem podem comprar bens de consumo caros e exibi-los. Isso irrita profundamente a sociedade, afinal quem gosta de dar dinheiro aos médicos para cuidar de sua saúde? Pagar R$500,00 em um cabelereiro todo sábado é um prazer, mas pagar R$ 400,00 reais em uma consulta a cada seis meses para cuidar da saúde é uma exploração inominável!.
    Algumas coisas precisam ser colocadas: Primeiro que o jaleco transmite doenças- grande bobagem- se fizermos coleta de amostras de qualquer roupa de qualquer pessoa, as bactérias estarão lá. Segundo, quando os médicos andavam vestidos de branco e atendiam os pacientes nestes trajes, ninguem reclamava que eles andassem na rua com a mesma roupa que atendiam. Terceiro que o jaleco é usado para proteger o médico e não o paciente. Quarto que quando fazemos algum procedimento, tiramos o jaleco e colocamos outra roupa, ou avental para realiza-lo. Quinto que os médicos andam de jaleco pela rua por que ganham mal e assim tem que andar de um emprego para o outro às vezes quatro em um só dia, sendo que a melhor maneira de carregar um jaleco é vestindo-o, pois numa mão está a pasta e na outra o passe de metrô.
    Então, médico incomoda. E devemos incomodar mesmo, andar com nosso jaleco branco por todos os lugares, para lembrar a todos como somos explorados pelo governo e pelos planos de saúde. Continuo a andar com meu jaleco branco e espero que todos se incomodem e passem a dar aos médicos um salário digno para que ele possa ter apenas um emprego e ganhar o que merece, digamos assim, o mesmo salário e o mesmo plano de carreira de um promotor público.
    Se proibirem o Jaleco, posso andar com um colete cheio de bolsos como os dos fotógrafos? Pode ser Branco?
    Lamento que tenham tanto preconceito contra os médicos.

  16. Beatriz disse:

    Amei o texto!!!! Pura verdade…. Os medicos se acham demais e fazem de menos…ficam por ai desfilando de jalecos achando q sao melhores q outros, sendo q mal fazem uma anamnese decente…mal olham na cara dos pacientes…fala serio….
    Ass uma medica VETERINARIA que trata mil vezes melhores meus pacientes q vcs!!!! E olha q na faculdade estudamos para uma unica prova de clinica por exemplo , pelo menos 4 especies diferentes… E vcs passam a faculdade inteira estudando uma so…enfim…. Deveriam no minimo ter um pouco mais de respeito sim….
    claro q isso felizmente nao cabe a todos os medicos..ainda tem alguns q se salvam, gracas a Deus!!

  17. natalia disse:

    Uma palavra para esta publicação: perfeita!

  18. Médico disse:

    Você está coberto de razão quando expõe o problema de usar jalecos e indumentárias semelhantes fora de um hospital, clínica ou centro de saúde.
    Mas a sua agressividade me cheira a arrogência intelectual. O texto, carregado de sentimentos negativos, não me parece muito diferente daquele cidadão que quer expor ao mundo sua condição como médico, muito embora a visão privilegiada de si mesmo, seja construída pelo olhar do outro. Aliás, nosso processo de construção de identidade é baseado no olhar do outro mesmo.
    O que quero dizer é que este status, essa posição social e prestígio não é conseguida só com a arrogância e prepotência do médico. A sociedade tem olhos diferentes para o profissional médico e, me desculpe a franqueza, com toda razão.
    São estes profissionais que vão os acolher, bem ou mal, num momento de fraqueza orgânica ou psíquica. E são estes mesmo profissionais que, para se formarem, precisaram passar por um vestibular duríssimo, um curso pesado, uma residência de mais alguns anos e quando vão trabalhar são os mais vigiados profissionais do mercado! O médico não pode errar. Ele é deus e demônio, aos olhos de quem julga, ao mesmo tempo! Sua conduta deve ser impecável, em qualquer aspecto.
    Você me pareceu querer vencer mais pela sua raiva do que pelos argumentos, que, diga-se de passagem, são mais do que suficientes!

  19. Ana Carolina Torrens disse:

    Claro! Os estudantes de medicina/médicos saem de suas camas pensando: como posso chamar atenção para minha superioridade!
    Ah, outras pessoas também utilizam jaleco no ambiente hospitalar, não só o médico, mas as camisetas devem ser direcionadas as pessoas relacionadas a medicina, porque elas nasceram para se achar. É um povo nojento.
    Onde já se viu sair de jaleco? Com certeza é necessidade de se gabar, outras desculpas não são válidas, pois os médicos são um povo nojento mesmo. E acho também que devem trocar de jaleco cada vez que vão examinar um novo paciente, para otimizar a higiene, que é a questão mais importante neste texto – fora o caso dos médicos se acharem. Claro, né, o médico vê pacientes a cada 15 minutos que espirram, tossem, encostam, são encostados, sangram…
    Preconceito aqui não existe, ô bando de ressentidos, pois em nenhum momento falamos que TODOS fazem isso. Dã! Só não comentamos que existem outras pessoas que fazem isso, mas vocês tem capacidade de interpretar subjetivamente que o texto não é direcionado a vocês. Vocês não são inteligentes e possuidores de um raciocínio excepcional? Então. Sejam humildes!
    Faço medicina e já “desfilei” de jaleco pela universidade, mas isso é muito raro, faço isso mais por preguiça, desatenção ou frio que qualquer coisa, mas nunca entrei num restaurante ou num ônibus de jaleco (espera, eu entro na lanchonete dentro do hospital! Ó, meu deus! Tô querendo me achar! Como eu sou fútil!). Também já xinguei pessoas (do próprio curso até) quando me dizem: “ai, tira esse jaleco, tá querendo se achar?” Na verdade, até me agrada (agradar não é igual a apoiar) usar jaleco para perceber a mesquinhez das pessoas de ficarem notando uma peça de roupa – isso deve ser cultural. Depois dizem que os médicos se acham por causa do jaleco, mas ao mesmo tempo tem pessoas que dão importância ao jaleco a ponto de colocar a simples vestimenta como motivo de ostentação.
    Se eu vejo aquele homem que trabalha na barraquinha de cachorro-quente da esquina ir numa banca comprar jornal com jaleco, devo pensar que ele deve estar querendo se achar também? Calma, ele não é médico, portanto ele não fica se gabando.
    Não apóio de forma alguma o uso de jaleco fora do ambiente de trabalho, germes de fora do hospital podem ser transferidos para dentro, como o contrário é verdadeiro também, teoricamente falando; mas não concordo que este texto é imparcial. Está escancarado o teor preconceituoso em apontar que o médico que aparece eventualmente de jaleco na rua está querendo apenas aparecer. E nem adianta me dizer que não tem o termo “todos os médicos são” como desculpa de imparcialidade, a interpretação do texto por inteiro e as imagens dizem isso.
    Vou ficar por aqui, porque a minha superioridade divina não pode ser rebaixada, né? Vou aproveitar a minha banheira de hidromassagem e depois sair com o carro que o papai me deu para cair nas balada!

  20. Maíra disse:

    É ridiculo uma pessoa falar que não há respaldo cientifico, a propria história mostra que a infecção hospitalar provém de falta de higiene de médicos, que são eles que geram as infecções cruzadas nos hospitais pois manipulam um paciente e sem antes lavar as mãos manipulam outro, e assim como suas mãos estão contaminadas eles contaminam objetos de outros ambientes. Quem nunca viu um médico na padaria próxima ao hospital de jaleco e estetoscópio??? Eu já…
    No mais, aprovo a campanha e que todo profissional da saúde adote os métodos de limpeza recomendados aos médicos.

  21. Igor Santos disse:

    @Renato, usando sua linha de raciocínio, eu já posso me considerar médico? Porque você está tão incomodado com o que eu escrevi que já estou pensando em fazer greve para pedir melhores salários e o fim da exploração pelos planos de saúde.
    Outra; talvez você deva ler melhor os links.
    Você pode usar o Google Translator para traduzir o seguinte trecho: “Further, the white coats of physicians who wore them only when seeing patients had significantly lower bacterial contamination than white coats of physicians who wore theirs during clinical and nonclinical duties (chi(2) = 4.99, df = 1, p ”
    Só mais uma coisa: de que tamanho é seu passe de metrô?
    @Ana Carolina, eu não entendi o que você quis dizer. Você acha que eu tenho preconceito contra médicos porque não gosto que eles transportem micro-organismos potencialmente perigosos para todo lado? Seria possível você ser mais clara?
    @Médico, por que não quis se identificar? O @universidadefederal.com.br do seu email não é um domínio válido.
    A comparação entre a minha arrogância (cuja existência jamais será por mim negada) e a dos médicos que desfilam de jaleco não é válida, pois meus métodos agressivos de transmissão de ideias não transmitem doenças.

  22. Igor Santos disse:

    @Renato, olha só mais meia dúzia de referências (treze, na verdade): http://blog.leomartins.org/2011/05/cleanliness-is-next-to-godliness.html
    Sempre lembrando, use o Google Translator para facilitar a leitura.

  23. Joan disse:

    Sobre o autor do post:
    Formado em Engenharia por aptidão;
    Formando em Ciências por paixão;
    Forçado a ser cartorário por precisão;
    Não aprovado no vestibular de medicina por exaustão;
    Não é profissional da saúde com frustração;
    Sou engraçado como um melão;
    Se parecer que estou rimando de propósito, saibam que não foi minha intenção.

  24. Igor Santos disse:

    Joan, que bom que você concorda com o trecho que lê: “Quem diz que crítica é inveja é porque não tem autoconfiança suficiente para receber uma e critica de volta da forma mais infantil possível.”
    Mesmo sua esposa não lavando o jaleco todo dia, o fato dela não sair do hospital com ele já faz grande diferença. Não sei o que incomodou tanto você no meu texto.
    Por falar nisso, você se formou em ciência da computação porque não conseguiu passar em qual vestibular? Porque seu ranço demonstra imensa frustração com alguma coisa. Será pelo fato de você ganhar menos que sua mulher?
    E se você acha que eu não me preocupo com a saúde das pessoas é porque você é analfabeto funcional. Lê mas não sabe interpretar um texto.
    Sugiro que peça ajuda à sua esposa para compreensão melhor.

  25. Aylton disse:

    Eu vi algo inacreditavel outro dia, machuquei meu pé e fui à clinica de ortopedia, lá precisei de um raio X e o tecnico me atendeu sem jaleco e permaneceu sem jaleco batendo papo na recepção enquanto eu aguardava o médico.
    Ai uma hora ele fata pra recepcionista: “vou ali fazer um lanche” logo depois ele veste o jaleco pra sair na rua e ir lanchar!

  26. Marcela disse:

    É cada uma…simbolo de status, aonde?! No salão onde faço as unhas e massagem todas as funcionárias usam jaleco, na padaria aqui perto de casa usam jaleco (o de manga curta), qualquer um pode usar jaleco. Isso pra mim soa mais como babaquice e falta de conhecimento. Na universidade que faço meu doutorado proibiram os alunos (de tudo que é curso, aliás) de irem até a cantina e restaurantes dentro do campus de jaleco, pois era o que mais se via.

  27. Ana disse:

    Eu até concordo que é bem ridículo(e até anti-higiênico) ver uma pessoa desfilando pela rua e pelo metrô de jalecão mas, meu amigo, sua revolta ao se manifestar enfraquece muito seu argumento, porque parece birra, e não uma forma de protesto! Principalmente quando vc vai responder ao comentário de alguém… teve gente que escreveu bem ali, sem te ofender,inclusive com argumento muuuuito melhor embasado do que o seu, mas vc tem que ir lá botar mais uma briguinha de, claro, fracos alicerces! Coisa de intelectualóide que senta na mesa do bar e ninguém aguenta conversar…sofismos!
    Já estive do outro lado, fazendo outro curso, e vendo no metrô as pessoas da Bio, da Nutri(na minha faculdade não tinha Med) de jaleco. É falta de higiene? Sim! É vontade de se enaltecer? Muitas vezes, sim! Mas, a maioria das vezes, pessoas que estão no começo do curso,e ainda não pegaram a ojeriza de ter que carregar essa bosta pra tudo o que é lado, de perder um jaleco a cada 2 meses, juro: enjoa!
    Agora, boa parte das pessoas que estão reclamando por aí se incomodam muito, sempre um profissional ou estudante de biológicas querendo criticar um med…acredite, parece um bando de frustrado do jeito que falam! Repito: já estive fazendo outro curso, e sei todas as rixas, tb me incomodo com o ego de muito med por aí, mas sensatez aí… Apóio a campanha: NÃO ao jaleco fora do ambiente de trabalho! Mas lê um livrinho melhor, lê mais de um jornal ou revista, com opiniões diferentes sobre qualquer tema, só pra aprender a escrever melhor… com certeza advogado vc não é, porque dá pra melhorar aí seus argumentos! Aguardo mais uma birrinha aí embaixo!

  28. Medico sem jaleco disse:

    Voce tem toda razao quando escreveu argumentos baseado em higiene ao se utilizar jalecos em meio externo, mas seu texto nao tem nd de persuasivo e sim de uma raiva extravazada de alguem que, quem sabe, seja uma tentativa de medico frustrado.. sou medico, formado numa das melhores universidades do pais, e nem por isso fico por ai desfilando de jaleco, nem mesmo o jaleco no meu consultorio tem o logo de onde fui formado e fiz especializacao. voce deveria fazer um texto voltado pra quem engrace esses profissionais de uma maneira exagerada, isso sim… pois nao tem nd de incomodo ver alguem estampando sua profissao em meio publico, isso nao doi aos olhos, como nao doi ao ver um caixa de supermecado com seu uniforme num onibus, uma manicure vestindo branco ao sair do servico, ou seja, pq os medico? pq o problema esta tanto na baixa auto estima de quem quer propositalmente esfregar sua formacao na cara de outros, quanto no complexo de inferioridade de alguem que se sente incomodado com esse fato, como, neste caso, vc! sou medico oficial do exercito formado ha 25 anos, e posso dizer que nossa profissao eh mto exigida e de muita, mas muita responsabilidade pra que vc, um pseudo intectual, escreva um texto tao… bobinho!

  29. Renato Moraes disse:

    Continuo lamentando seu preconceito, visão unilateral e falta de entendimento,pegando frases soltas e títulos, sem ler o conteúdo. Leio muito bem os artigos e os ENTENDO, para isso tive que fazer um curso de medicina. Vá tentando, um dia voce passa no vestibular e após seis anos de medicina, tres de residência e um doutorado voltamos a conversar. Me procure daqui a 12 anos com o diploma e os certificados e veremos se mantem o mesmo ponto de vista.

  30. Meire disse:

    Joan,
    Sou médica e concordo plenamente com o post e a campanha. Como o Ayton falou acima, já vi muita gente atender sem jaleco (alegando calor) e vestir o jaleco para sair ‘paramentado’.
    Alegar que quem faz uma crítica à classe médica é frustrado por não ser médico é um argumento que costumo ver saido da boca de médicos sub-medíocres (sim, talvez esta palavra nem exista) chamado ad hominem. Além de ser agressão e argumento inválido não acrescenta nada à discussão.

  31. Luiz Bento disse:

    Querendo ou não os médicos terão que mudar os seus hábitos:
    Câmara de Salvador aprovou projeto que proíbe uso de jaleco fora do hospital
    http://www.consuladosocial.com.br/?p=98893
    Em CG: Lei proíbe uso de jaleco fora de ambiente de trabalho
    http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20110511093311&cat=politica&keys=-cg-lei-proibe-uso-jaleco-fora-ambiente-trabalho
    Acho melhor já encomendar a camisa do Igor…

  32. VJFAN disse:

    Justa a reclamação e anotada. Agora, se vocês me permitem o comentário, não usar um jaleco pode agradar, mas não elimina a possibilidade de contaminação. A real utilidade do jaleco é se proteger de contaminação macroscópica (vômito, urina, fezes, sangue…) e não de bactérias e vírus. Não sei se alguém já parou para pensar sobre a diferença entre o tamanho de um bactéria e o tamanho do poro do tecido do jaleco. Realmente, concordaria se a campanha fosse “não saia na rua com seu jaleco sujo de sangue, urina, fezes ou vômito”. Agora, garanto que a roupa que alguém usa por baixo do jaleco está quase tão contaminada quanto o próprio jaleco. Tanto é assim, que médico nenhum se paramenta usando jaleco. Em ambientes em que há real necessidade de controle de infecção, o médico troca a roupa inteira (ambiente cirúrgico, ambiente em que se trata moléstias infecciosas altamente contagiantes, etc…). Repito: não digo que o jaleco não transmite doença, apenas ressalto que o sapato, a camisa, a calça, o cabelo, o óculos, o anel, etc..não só do médico, mas de qualquer pessoa que tenha ficado na sala de espera de um hospital, transmite também…Sendo assim, tá, como eu sei que incomoda tanto, e eu escolhi uma profissão que existe para prestar serviço à população, nada mais justo do que eu tirar o jaleco, e eu tiro…mas, como eu disse, é mais pelo psicológico. (admito que, quando eu to andando na rua morrendo de frio e não tenho casaco, eu às vezes coloco de volta hehehe). Por fim, vale apenas lembrar que, da mesma forma que existem aqueles que usam o argumento da inveja alheia para disfarçar a arrogância própria, existem os que usam o argumento da arrogância alheia para disfarçar a inveja própria, e um texto como esse, apesar de fazer uma crítica válida, incita uma cultura de colocar o médico contra a sociedade e vice-versa…e isso não deveria acontecer.
    Um abraço a todos,
    VJFAN -um estudante de medicina da usp (já que ela que foi ironizada na camiseta) que não quer se identificar para não ser acusado de arrogante.

  33. Humberto disse:

    Se existem médicos que acreditam em homeopatia, como não existiriam médicos que acreditem que seus jalecos sao sagrados e não transmitam doenças?

  34. ivone marques reis disse:

    Que bom que alguém pensou e colocou este artigo, vejo estes no ônibus e no metrô, e fico enojada realmente. Minha mãe nos ensinou a chegar da rua e lavar bem as mãos e isso minhas filhas agora fazem, isso por causa do mundo de sujeiras e de enfermidades que transitam através das mãos sujas e de pessoas doentes que passam pelos corri-mãos. E sendo etes profissiona-is da saúde deveriam saber bem disso, ao invés de exibirem seus jalecos sujos, nem sento na cama com a calça que sentei nos acentos públicos, mas subimeto-me à essas coisas ai!!!!

  35. Thiago D'Agua disse:

    Muito bom o post! Sou estudante de psicologia, me formo ano que vem. Minha primeira opção de curso era Medicina e sempre pensei na ostentação de “ó, sou médico”. Mudando meu rumo para a área da psique, percebi que isso é completa idiotice e burrice, visto todos os dados que trouxe em seu post, bem como nas respostas dos demais colegas que comentaram. Faço estágio em alguns locais que pedem o uso do jaleco. Uso por obrigação, mas detesto, visto que a área da psicologia é meio humana, meio biológica e que não é necessário realmente um jaleco branco, para atender nossos pacientes #claro, dependendo do local sim, um hospital, por exemplo, mas demais instituições e consultórios, fica até estranho…#…Acho que a profissão de Medicina, é de grande responsabilidade e que vem sendo muito arraigada no nosso país e ostilizada de forma que muitos estudantes entrem sem noção nenhuma do que era atuar como médico em tempos atrás. Por isso, concordo com vc sobre a ostentação do “ser médico”, visto que também pensava assim #como relatei acima#. Acho que devemos ensinar mais nossos jovens futuros médicos, a verdadeira arte da medicina, e não a ostentação de algo. Digo e repito, muito bom seu post! Vou colocar o link no facebook #foi desta forma que o li#….Sensacional! Aos que não gostaram, tudo bem, todos tem o direito de gostar ou não e se expressa, agora respondam uma pergunta que um colega lá em cima trouxe para elucidação: Porque médicos que vão à TV, precisam estar de jaleco branco se só estão falando com um repórter, fora de seus consultórios ou hospitais? O que é isso, senão pura ostentação?…fica a dica!…Abraços!

  36. Thiago D'Agua disse:

    Muito bom o post! Sou estudante de psicologia, me formo ano que vem. Minha primeira opção de curso era Medicina e sempre pensei na ostentação de “ó, sou médico”. Mudando meu rumo para a área da psique, percebi que isso é completa idiotice e burrice, visto todos os dados que trouxe em seu post, bem como nas respostas dos demais colegas que comentaram. Faço estágio em alguns locais que pedem o uso do jaleco. Uso por obrigação, mas detesto, visto que a área da psicologia é meio humana, meio biológica e que não é necessário realmente um jaleco branco, para atender nossos pacientes (claro, dependendo do local sim, um hospital, por exemplo, mas demais instituições e consultórios, fica até estranho…)…Acho que a profissão de Medicina, é de grande responsa e que vem sendo muito arraigada no nosso país e ostilizada de forma que muitos estudantes entrem sem noção nenhuma do que era atuar como médico em tempos atrás. Por isso, concordo com vc sobre a ostentação do “ser médico”, visto que também pensava assim (como relatei acima). Acho que devemos ensinar mais nossos jovens futuros médicos, a verdadeira arte da medicina, e não a ostentação de algo. Digo e repito, muito bom seu post! Vou colocar o link no facebook (foi desta forma que o li)….Sensacional!

  37. Runnerba disse:

    Bom, na minha humilde opinião, os juízes não usam suas togas na rua… talvez por medo de serem apedrejados? Porque será? Será porque é ridículo? Usos e costumes? E no caso dos médicos, porque usam já sabemos. Mas porque causa repulsa? Por inveja? Por medo de contaminação? Por despeito? Por lembrar que as doenças e morte existem? Dancem, macacos, dancem… http://www.youtube.com/watch?v=7vb1DbOK-9Y

  38. David disse:

    Vejo pessoas da infermagem com jaleco na rua,pessoas que fazem cosmectologia,estudantes de fisioterapia,odontologia e por ai vai,mas como de costume é mais facil atacar a classe médica,não generalize amigo,seu blog é otimo,mas enquanto você viver nesse mundo pequeno tentar colocar todos no mesmo balaio tu será mediocre.
    A classe médica esta sendo ataca demais,um advogado que defende um assassino em série e consegue liberta lo é um otimo advogado ,mas um médico que fez um plantão de 14 horas e que sai correndo comer algo com o jaleco para poder voltar e atender mais 4 horas é um péssimo médico.
    Pensem nisso e deixo um abraço a todos e fiquem com deus,me desculpe pelos erros de ortografia.

  39. Bruno Coutinho disse:

    É isso ae! Apoio a campanha! Desde 2000 venho reclamando que na UFES essa galera de branco sai com o jaleco até pra lanchonete. Acreditam?! Como pode… mas talvez precisem mudar a grade do curso, inverter alguma matéria. Colocar logo a disciplina que trata disso no primeiro período, porque a coisa é feia demais… ou então, tá certo. Ter um jaleco exclusivo pra usar fora do ambiente de trabalho.

  40. nilbea regina silva disse:

    Sensacional!!! A pior coisa é entrar num restaurante de e na fila do self service aquele monte de jaleco/estetoscópio. Trabalho na área de inspeção de alimentos.jaçecos e afins são usados para PROTEGER o alimento de contaminação que podemos carrear para o mesmo e JAMAIS pode sair o uniforme de dentro da área industrial. O que dizer de jalecos circulando hospital/rua/hospital. O que trás prá fora? O que leva prá dentro? Sempre me questionei.

  41. Flá disse:

    AHIUAhiuaHIUahiUAHIUAhiua,minha outra roupa é um jaleco =MELHOR FRASE EVER!!

  42. Marcelo Andrade disse:

    Apoio a campanha! Concordo plenamente com os argumetos,porem acredito que vc foi infeliz ao atacar a classe médica! Calma…eu nao sou medico!! Rsrs
    Curso Nutrição e o problema do jaleco é geral! Do aluno de estética ao super DR. MEDICO toooodos querem mostrar que usam a porra do jaleco!
    Enfim…como ja foi falado,o uso do jaleco tem como objetivo proteger o usuario do contato com sangue,vomito,bla,bla,bla,seja ele medico,ou ate mesmo protege-lo da tinta de cabelo que cai seja ele cabeleiro!
    Sou a favor da higiene,da educacao e conhecimento! Jaleco e pra ser usado no ambiente de trabalho! So nao concordo com suas palavras ásperas contra os pobres médicos! Eles estudam 6 anos mais residência!!!! Tem mais eh que se gabar mesmo!!!!

  43. Daniel disse:

    A campanha seria válida se o tema fosse “Seja um cidadão limpinho”, ou algo do tipo que não soasse como ofensa. Dessa forma a informação (que é bastante válida) seria absorvida como pertinente e acatada por todos.
    Digo isso porque é atitude corriqueira do ser humano não se preocupar com a higiene, seja ele estudado ou não. Um advogado que vai visitar um carcerário em uma cela não sai de lá lembrando que precisa retirar o paletó por se tratar de um local potencialmente contaminado. Uma cabeleireira que trabalha com a própria roupa, ou de bata, e usa produtos químicos exagerados nos cabelos dos outros, não troca de roupa quando vai atender o próximo cliente. Milhões de pessoas todos os dias esquecem de lavar as mãos usando dinheiro, apoios de metrô, portas de táxi, etc e mesmo assim você não reclama quando apertam, com aquela mão imunda, a sua mão.
    Isso tudo acontece e é reflexo do nosso desleixo com a higiene.
    Isso tudo merece e deve ser lembrado. A TODOS indiscriminadamente!
    Por isso não é coerente usar como receptor direto de sua crítica o profissional de saúde. Como se ele fosse o responsável por uma cultura de desleixo que é global, ou como se ao profissional não coubesse o direito de ser tão falível quanto qualquer ser humano. Afinal, quem deixou de ser humano e não comete falhas rotineiramente?
    Minha dica é a seguinte: Se você quer ajudar com o seu texto, seja educado e tente ao máximo não dar margem a ser mal compreendido. Pode começar com um pedido formal de desculpas e com a alteração do texto.

  44. Igor Santos disse:

    Mais um do grupo “só estou errado se todo mundo admitir que também está errado”.
    Impressionante.

  45. Anônimo! disse:

    Sou biólogo de formação, e diferentemente da maioria de meus colegas, não tentei medicina ou veterinária antes. Enfim.
    É ridículo o argumento de alguns “Dê-Érres” aqui. São os verdadeiros “boçais” da profissão. E muito bons os argumentos de outros, ainda mais quando sinceros #se tenho frio, coloco mesmo rsrs#. Para os que insistem em usar o jaleco na rua, com o esteto no pescoço, e a gravata combinando, leiam algum livro de BIOSSEGURANÇA.
    Mas tem coisa pior, como estar no restaurante e ao lado, uma pessoa usando um jaleco escrito FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA… rsrs
    Pois bem, o dos médicos são atacados porque APARECEM. Tem o nome bordado no bolso. E tem sempre o DR do lado. Biólogos também fazem isso, e muitas vezes trabalham em laboratórios de análises clínicas.
    De tanto eu encher o saco com isso, no laboratório que trabalho virou ofensa jaleco no saguão. No elevador então, nem se fala… O mais difícil foi conscientizar os MÉDICOS, que achavam a roupa normal, como todas as outras. O que é errado né gente?
    Não adianta chorar “medicaiada”, sejam o exemplo que acreditem ser, e abracem a idéia!

  46. Excelente post, parabéns!!!

  47. Ana Carolina Torrens disse:

    @Igor
    “@Ana Carolina, eu não entendi o que você quis dizer. Você acha que eu tenho preconceito contra médicos porque não gosto que eles transportem micro-organismos potencialmente perigosos para todo lado? Seria possível você ser mais clara?”
    Caro, Igor, não foi isso que eu quis dizer. Não distorça o que eu escrevi e espero ser clara.
    Eu não disse que você é preconceituoso, porque não gosta que eles transportem microorganismos… ããã… enfim, nem dá para tentar raciocinar em cima dessa tua pergunta, nem faz muito sentido se pararmos para analisar. Me aponte a parte que eu falei: você é preconceituoso por querer jaleco limpo dos médicos. Você tem todo o direito de exigir um ambiente limpo, até acredito que apoiei essa idéia no comentário anterior, mas essa não é a única questão, a outra é: médicos que usam jaleco fora do ambiente de trabalho querem aparecer? Se você responder sim, você está sendo preconceituoso; se responder, não, também está sendo; “depende, talvez sim, talvez não”, parece ser uma resposta mais coerente…
    Neste texto só aparecem argumentos apoiando o sim, ou seja você foi preconceituoso. Estou errada? Posso estar, talvez você esqueceu de colocar um contra-argumento, mas é essa a impressão que você passou para mim e para muitos. Culpa nossa de não entender o que você quis insinuar ou sua culpa de não conseguir fazer um texto sem passar a ideia de preconceito? Você alega que pessoas que saem de jaleco por aí são médicos que querem aparecer, só depois menciona o fato da higiene. Dá para perceber isso já no primeiro parágrafo: “Andando por São Paulo semana passada me deparei com a incrível necessidade de alguns médicos e estudantes de medicina de precisar afirmar que são profissionais de saúde…”. Eles querem mesmo se afirmar ou você concluiu isso à primeira vista, conseguindo esmiuçar toda a personalidade daquela pessoa sem ao menos conversar com ela ou conhecê-la? Ou você é um gênio, que consegue ler a mente de todos os médicos que usam jaleco fora do hospital, ou você cometeu algum erro. Aí se passa uma dúvida quando leio um texto desses: a higiene ou a questão de se impressionar com jalecos brancos foi a primeira motivação para fazer este texto? Pois eu me coloco no lugar dessa pessoa azarada que você viu andando por aí de jaleco e penso, será que ela queria se mostrar mesmo, ou foi por pura falta de atenção e descuido? Não acredito que todos os médicos sejam humildes e que não usariam o jaleco como forma de aceitação da sua mediocridade (superioridade), até conheço uns nesse estilo; mas se fosse eu, ou a maioria dos meus colegas, seria por falta de atenção, preguiça ou frio. Somos humanos, como qualquer pessoa na face da terra, com pontos negativos e positivos. Isso não é motivo de zombaria, se o fato em si não tem o objetivo de agredir ninguém e é inocente, como é em muitos casos.
    Vou te dizer uma coisa. No hospital, somos nada. São tantos jalecos brancos para lá e para cá que esse negócio de ostentação não se sustenta; mas tem pessoas que ainda alimentam a aparente arrogância, principalmente as pessoas que estão fora desse ambiente, isso é cultural. Somos invisíveis muitas vezes, e isso nos acompanha fora do ambiente de trabalho/estudo, ou você acha que acordamos e dormimos pensando: sou médico, sou foda digdindigdin? Nós esquecemos que estamos vestindo jaleco e esquecemos o quanto as pessoas valorizam um jaleco. Essa é a minha visão estando numa realidade inserida dentro da UFSC, não sei como é a realidade em outras faculdades e universidades, mas acredito que não seja o bicho de sete cabeças querendo aparecer também.
    Apoiadíssimo a boa intenção de exigir jalecos limpos no ambiente hospitalar, apesar de achar improvável que uma simples saidinha do hospital com o jaleco vai mudar muita coisa, e a saidinha não é uma volta para o almoço num restaurante que resulta numa mancha de katchup, também não concordo com isso. Como alguém já referiu o jaleco não barra bactérias e vírus, pois eles se proliferam rapidamente na pele e mãos. Se pudéssemos enxergar, ficaríamos espantados. Jalecos não são esterilizados, são lavados em casa, passados e usados num dia inteiro de trabalho. Claro, temos que ter cuidado triplicado com pacientes com imunidade que necessita de mais atenção e higiene, e o material para isso é fornecido pelo hospital; mas com os pacientes aparentemente hígidos, com pele íntegra, sem ferimentos expostos, leucócitos “tinindo” não é necessário esse cuidado todo. Cabelos lavados, unhas cortadas e limpas, mãos lavadas a cada paciente apresentado, sapatos fechados, banho, jaleco lavado é bom senso. Vi alguém fornecendo um artigo sobre jalecos de médicos na Nigéria… nem vou comentar muito… acredito que o Brasil seja bem diferente da Nigéria para comparar o grau de contaminação de jalecos. Não pesquisei sobre isso, se alguém quiser esclarecer algum erro meu quanto a Nigéria, sinta-se à vontade. Não é porque um artigo científico recebe o nome de artigo científico que tem que ser seguido como verdade absoluta.
    Para os Biólogos que falaram de Biossegurança. Antes de querer Medicina, eu queria Biologia, portanto respeito e considero muito o conhecimento de meus colegas. Um laboratório de Biologia é bem diferente de um hospital ou ambulatório. Temos aulas relacionadas a antissepsia, assepsia, higienização, lavação – bem sabemos como nossas mãos ficavam ressecadas de tanto iodo e escovação nas aulas de Téc. Operatória, não somos ignorantes; mas a dinâmica de um hospital é BEM diferente de um lugar como um laboratório de Biologia. É só vendo, estando presente e fazendo parte do lugar para entender a realidade. Só para expor uma situação exagerada como exemplo, não vamos no laboratório de análises clínicas, tocamos em fezes e depois vamos atender pacientes. O pessoal do laboratório fica no laboratório (analisando sangue, urina, fezes, bactérias, vírus), enquanto que o pessoal que atende pessoas, atende pessoas. Existe um fluxo de vez em quando de fucnionários para tirar dúvidas com outros especialistas, para pegar resultados, etc, mas isso é diferente de manuseio do material. Se estou errada, me corrijam. A higiene de cada área de trabalho varia e não tem como ser igual para todos, porque isso tem custo e pode não ser aplicável a necessidade da outra realidade.
    Espero ter sido clara, Igor. Sei que meus textos não são formais e escrevo como falo, por isso, fica meio confuso. Desculpa o novo livro também.

  48. Sarah disse:

    So falta vc assinar embaixo para confirmar seu recalque: queria ter feito medicina e nao tive capacidade/coragem/QI
    Ass.:

  49. Tania Masteguin disse:

    Estou estagiando no restaurante dentro do complexo do Hospital das Clinicas, almoçam muitos médicos e residentes, a maioria esta vestido com seu jaleco e muitos ainda com o estetocospio pendurado… vem médicos, enfermeiros, pessoal do hemocentro, radiologia, farmacia, etc…enfim a maioria vem com seu jaleco. Os que não usam reclamam, esta semana foi engraçado 2 pessoas reclamaram disso e pediram para o restaurante colocar um cabideiro para pendurarem os jalecos, o engraçado é que eles tbem estavam com o jaleco…rsrs..falta de ética e respeito para com o próximo.

  50. Anonymous disse:

    É antihigiênico e pronto! E sempre é possível identificar se é um jaleco de médico ou de outro profissional qualquer, pois os primeiros sempre tem algo mais que os identifica para não haver dúvidas.
    Também estive pensando nas cozinheiras e profissionais da área de alimentação – eles não andam de avental pela rua, nem antes, nem depois, justamente para não levar sujeira da rua para a cozinha ou para não andarem pela rua com aventais manchados ou sujos.
    E além do mais, médicos são, em geral, pessoas arrogantes. Tratam a todos como ignorantes ou imbecis. Muitos se julgam superiores pelo fato de que o vestibular é concorridíssimo, exigindo muito estudo para a aprovação. Muitos confundem o esforço de estudar com inteligência nata e quando chamados a uma discussão sobre assuntos fora da área médica, demonstram sua ignorância intelectual e, muitas vezes, incapacidade para compreender conceitos básicos em outras áreas, principalmente, das ciências humanas. Aliás, mais de uma vez, ouvi gente da área de saúde referir-se a si próprios como profissionais “de humanas”… pasmem.
    Mas que assunto danado, esse…
    Dido

  51. Munique disse:

    Gente, é impressionante a quantidade de médicos que acham que qualquer crítica a eles é recalque. A Sarah realmente acha que o mundo inteiro quer fazer medicina? Qualquer pessoa que tenha opinião contrária a um médico queria, na verdade, fazer medicina? AFFF, POUPE-ME! CRESÇA, ô garotinha aí de cima!

  52. Eduardo Prado disse:

    excelente seu texto…há 3 dias atrás peguei o õnibus vila madalena que passa em frente ao Hospital São Camilo da Poméia em São Paulo e haviam cerca de 8 mulheres de jaleco branco (uma não tão branco assim) com o logomarca do hospital bordada no bolso e que desceram para começarem mais um plantão noturno…eu fiquei me perguntando quanta contaminação todas elas estão levando diariamente prá dentro das enfermarias…http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/924998-uso-de-jalecos-medicos-na-rua-vira-piada-na-vila-mariana.shtml

  53. Alexandra disse:

    Falta avisar para o urologista Wilson de Lima, que para o pé existe o pró pé… jaleco é para usar nas clínicas e hospitais, não na padaria.

  54. Anonymous disse:

    Apesar de escrever bem, vc é um //lindo//…no dia em que vc ficar doente, espero que exista algum médico limpinho para te atender,pq o meu jaleco cheio de microorganismos letais não chegará perto de vc …

  55. Priscila disse:

    Parabéns pelo texto. Sou farmacêutica de um grande hospital de Curitiba e vejo a situação diariamente. Na verdade, no local em que trabalho, há um grande controle para coibir o uso do jaleco em qualquer ambiente que não o hospitalar, isso principalmente por ser um hospital-escola, local em que a educação dos futuros profissionais é obrigação maior que em qualquer outro. Eu faço a minha parte, tanto em usar corretamente meu uniforme de trabalho quanto em cobrar dos meus alunos, funcionários e colegas a mesma atitude.

  56. Igor Santos disse:

    Anonymous, obrigado pela consideração. =¦¤þ

  57. Pedro Almeida disse:

    “Quem diz que crítica é inveja é porque não tem autoconfiança suficiente para receber uma e critica de volta da forma mais infantil possível. Seu feio, una! 😛 ”
    parece q teve gente q passou reto e batido por essa parte do texto.
    mecanismos de negação são tão poderosos…

  58. Barbara Cristina disse:

    Estudo medicina, e concordo com o não uso de jaleco em locais onde é nocivo,não benéfico. Mas devo comentar que a crítica deveria ser repensada por generalizar a classe como arrogante e exibicionista. Conheço varios profissionais que não saem às ruas de jaleco. Inteligente ironia com os modelos de camisetas.Talvez se o tom do texto nao fosse tao jocoso poderia ter focado a argumentação na contaminação, nao no exibicionismo. Porque, sinceramente, se higienico,eu usaria o jaleco por ai com muito orgulho,orgulho que tenho de fazer a linda a arte da medicina. Para me exibir?Nao.Se a profissao é como as outras, nao é exibição, é apenas um simbolo que mostra o que sou, assim como o uniforme de um gari ou o terno de um empresario. Mesmo assim, meus parabens(sem ironias). Se a ideias era chamar a atenção, deu certo, e espero que reprovações assim tenham efeitos reais sobre pensamentos de vários (nao todos) profissionais de saúde (nao só medicos e estudantes) que usam jaleco fora do ambiente profissional.

  59. Igor Santos disse:

    Bárbara, agradeço seus elogios e entendo suas críticas, mas por favor note que não generalizei para *todos* os médicos, apenas para aqueles que usam jaleco em locais indevidos.
    O tom jocoso é exatamente isso; uma joça. Este é um blogue, até certo ponto, bem humorado. Algumas pessoas se chateam com as piadas mas não é por isso que vou para de contá-las.
    Novamente, obrigado, e permaneça sempre limpinha.
    =¦¤þ

  60. Maria Helena disse:

    Sensacional sua crítica!!!!
    Tomei conhecimento do seu blog hoje, lendo essa materia na Folha de Sao Paulo, e realmente concordo com voce. A maioria dos estudantes de medicina e médicos recem formados adoram “desfilar” de jaleco. Acredito que seja por pura vaidade e auto afirmaçao mesmo!!
    Outro dia, passando pela Borges Lagoa, vi uma medica que estava nao só de jaleco, mas tb com o estetoscópio no pescoço…pode uma coisa dessas??
    kkkkkkkkkkkkk
    Se tivessem uma profissao mais humilde, como garis, por exemplo, duvido que iriam querer mostrar o uniforme fora do expediente.
    Eu nunca vi um engenheiro de capacete nas ruas
    Gostei e dei risada com a ideia das camisetas!
    Tambem poderiam criar um símbolo para medicos e estudantes de medicina: Um chapeu em forma de melancia!!
    Seria uma forma simples pra eles se mostrarem sem colocar as pessoas em risco.

  61. Tania Soffiatti disse:

    Os médicos mais novos,usam o estetoscópio pindurado no pescoço como se fosse um troféu enquanto vão ao banco, vão almoçar, andam pelo estacionamento.
    Se entrarem no metrô ( que é bem sujo e com um montão de gente) também se encontra esses profissionais + enfemeiros que de´pois vão cuidar de pessoas dentro do hospital.
    Adorei a campanha.

  62. Sabrina disse:

    Igor, gostei muito do seu senso de humor e concordo plenamente que jalecos são uniformes para proteção bilateral (do paciente e do profissional). Portanto, não devem ser usados na rua. Não li os 65 comentários anteriores (só pq demoraria demais, mas gostaria), e não sei se já fizeram o mesmo comentário que vou fazer. Mas nessa região que você se referiu e em diversas outras de São Paulo e do país todo onde há concentração de serviços de saúde, não há apenas médicos, mas inúmeros profissionais da saúde que necessitam utilizar jaleco durante atendimento, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas, enfermeiros, odontólogos, etc. Mesmo sabendo que muitos destes profissionais utilizam o jaleco apenas como uniforme e não como proteção, pois não estão em área de contaminação ou algo semelhante (como professores que nem sempre entram no hospital ou lidam com pacientes), acho um absurdo utilizá-lo na rua e em restaurantes, principalmente!!! E pior: não usam apenas jalecos, mas os estetoscópios pendurados no pescoço enquanto se servem no balcão do self service… Acredite que estes são muito mais contaminados que os próprios jalecos!!!
    Então, sugiro que crie camisetas para todos os outros profissionais também, e não apenas para o médico.
    Mas a utilização do jaleco não é para todos uma forma de demonstrar o quão importantes são dentro de suas profissões… Para muitos é só costume e falta de pensar melhor no assunto (mesmo que devesse!)…Observação: já tive a minha época de utilizar jaleco na rua, quando era estudante… mas porque ninguém me orientava!! Vamos ver se agora essa turma toda muda!! Abraços!

  63. Danilo disse:

    O que???? @Renato Moraes teve de cursar Medicina para entender artigos cientificos? Nao eh de se admirar que precise de um sobretudo branco para obter a falsa sensacao de respeito, ja que, se depender de sua capacidade intelectual para tal (so comecou a entender artigos cientificos apos cursar Medicina, como o mesmo disse), nao sera respeitado nunca. NUNCA SERA!!!
    Os que acreditam que CRM=atestado de inteligencia, lembrem-se daquele medico que participou de uma das edicoes do Big Brother.

  64. Esclarecido disse:

    Essa lei é realmente lamentável.É mais uma forma do governo de desviar a atenção dos problemas do SUS.É mais fácil morrer de infecção hospitalar em hospital de periferia devido ao mofo e infiltração que existem nas instalações.
    Enfim,Brasil,o país da hipocrisia.

  65. Manoela disse:

    Bom pessoal, eu acho isso ridiculo, desfilar de jaleco em locais publicos, alem de levar contaminados para dentro e fora do hospital, podendo infectar ainda mais pacientes e outras pessoas. Concordo com tudo que disseram, mas vcs só estão levando em conta isso para os médicos, e quantas vezes ja observei enfermeiros e fisioterapeutas andando de jaleco e esteto no pescoço fingindo ser medicos??? e quantas vezes ja observei nutricionistas de hospital saindo e entrando e indo fazer suas refeições de jaleco?? entao esse artigo nao deve ser destacado apenas para estudantes de medicina ou médico e sim para TODOS da área da saúde! Pois como foi mesmo dito se os medicos se sentem e andar por ai de jaleco e esteto entao me desculpe aqueles que se sentirem ofendidos mas esses enfermeiros e fisioterapeutas que observei andando pela rua de jaleco e esteto se sentem medicos e nao sao. Logo nem todos da medicina se sintam nao?
    Entao esse artigo deveria ser para ambos da área da saúde e nao apenas para nós da medicina!

  66. Igor Santos disse:

    Na verdade, este artigo deveria ser para todos aqueles que apreciam humor de observação.

  67. thais disse:

    Igor, camarada! Deu o que falar, hein? rs
    Não vou aqui criticar a sua forma de escrever, afinal estamos num país livre ou não? O fato é que o uso de jalecos fora e hospitais e clínicas é um hábito nojento. Se é por status ou não, não me importa. É nojeto! O fato das roupas de qualquer pessoa que transitou em hospitais estarem também potencialmente contaminadas reforça o argumento para não usar jaleco nas ruas. Enche o saco carrecar o jaleco? Carregar ipad não enche o saco? Eu sou dentista, morro de nojo do meu jaleco que anda sempre pelo avesso e em saquinho fora do consultório, limpo na ida, sujo na volta! Mais contaminado que jaleco de dentista não existe, então posso falar, né? Vamos lá: dentistas, enfermeiros, podólogos (o jaleco deles é nojento também, micose de pé – eca!), médicos, fisioterapeutas e qualquer outro indivíduo que use jaleco para proteção individual – por favor, retire seu jaleco e guarde num saquinho. Não custa nada e vai evitar textos agressivos ou simplesmente contrário a essa prática que de fato incomoda a população. Vejamos o exemplos dos Cheffs, que não são profissionais de saúde, mas tem noções de higiene e limpeza. Nunca vamos encontrar um Cheff na rua em sua paramentação. Eles consideram fortemente a possibilidade de contaminar a preciosa comida com uma roupa que simplesmente veio da rua. Acho que faz sentido… Um abraço a todos.

  68. Brian disse:

    Sou estudante de medicina da USP e acho desnecessária essa polêmica. Os infectologistas, que endentem, de fato, do assunto, são categóricos: mais eficiente do que polemizar quanto ao uso avental, ainda mais envolvendo discussões inúteis (como as que tratam de status), seria fazer uma real e grande campanha em prol da lavagem correta e frequente das mãos. Isso, sim, é pertinente e evitaria, e muito, a contaminação que tanto os preocupa, meus caros.

  69. Igor Santos disse:

    Olha só que coisa…
    “Uma lei sancionada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) proíbe que médicos e outros profissionais da saúde usem jalecos e aventais fora do ambiente de trabalho em São Paulo.”
    http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/928140-governo-de-sao-paulo-veta-uso-de-jalecos-fora-do-trabalho.shtml

  70. thais disse:

    Eu vim justamente postar esse link sobre a proibição em São Paulo… acabou a discussão, não pode e pronto! 🙂
    Obs: o Governador que sancionou a lei, Exmo. Sr. Geraldo Alkmin, é médico!

  71. thais disse:

    Aspecto 1: jaleco é sujo e sair à rua de jaleco é errado.
    Aqui nesse blogue pude perceber que os únicos que acreditam que seus jalecos são limpos e não constituem perigo a ninguém são os médicos/estudantes de medicina. Seria bom ler isso: http://cogeae.pucsp.br/noticia/pesquisa-sobre-a-utilizacao-de-jalecos-e-concluida-na-puc-sp
    Aspecto 2: o texto do Igor é agressivo.
    Concordo que o Igor pegou pesado e que ninguém gosta de ser motivo de piada. Ok! Mas daí a desviar o foco da coisa para o teor jocoso do texto não ajuda em nada e não muda os fatos. São os m Quem nunca riu ou fez piada de um comportamento alheio considerado, segundo o SEU juízo, errado? Direito seu, né? Estamos num país livre, o Igor tem o espaço dele para escrever o que ele quer e bem entende. Não gostou? Não leia, não acompanhe. Não dê “Ibope”. Abra um blogue, critique o Igor no seu espaço, critique quem você quiser, use o tom que você quiser. O texto é seu no seu espaço. O texto aqui é dele, no espaço dele. É como entrar na casa de alguém e dizer como ela deve se comportar, para que time deve torcer, se deve rir do Pânico ou do CQC, o tom de voz que ela usa. Enfim, seu jaleco é limpo? Não sai às ruas de jaleco? Você tem razão. Ignore o Igor e pronto. Sua saúde agradece!

  72. Thais disse:

    Sou médica anestesiologista e uso SIM jaleco para trabalhar. Felizmente nos hospitais que presto serviço preciso estar uniformizada para poder entrar, assim como todos os outros profissionais de saude. E infelizmente ainda não adquiri poderes de teletransporte para sair de casa diretamente aos hospitais sem freqüentar o meio externo. Menos preconceito e generalização por favor.

  73. Doutor disse:

    Invejoso! Ser médico é foda mesmo! Paguem pau ralé!

  74. Teresa disse:

    E os médicos que tem nos jalecos o nome completo e a especialidade bordados em um dos bolsos na altura do peito? Assim:
    Dr. Paulo Alberto Pereira Sampaio
    Cardiologista
    Por sinal, o House detesta usar jaleco e não usa de jeito nenhum.

  75. Igor Santos disse:

    Thais (a sem teletransporte e conhecimento da existência de mochilas), concordo com a súplica “menos preconceito e generalização”, mas acrescentaria “mais capacidade de interpretação de texto”.

  76. Danilo disse:

    @Tais “preciso estar uniformizada para poder entrar”.
    Dificil de acreditar nessa anedota.
    Iamginemos a cena:
    Porteiro/seguranca: “Nao, nao, nao! Sem jaleco nao entra!!”
    Funcionaria: “Mas olha aqui (mostrando o cracha)! Eu trabalho aqui. Sou anestesiologista!”
    Porteiro/seguranca: “Nao, minha senhora. A senhora bem conhece as regras. Neste hospital so se entra de jaleco! Volte a sua residencia e venha todo o caminho ate aqui trajando seu jaleco.”

  77. Outro ponto de vista disse:

    Acho que ninguém devia almoçar de jaleco ou ir para a rua com um que seja de um lugar que esteja obviamente contaminado.Mas proibir é algo absurdo.Eu por exemplo estudo num lugar que existem trocentos deparamentos e as pessoas tem de ir de um lugar ao outro constantemente.Imagine o transtorno que isso iria levar?Sem falar das enfermeiras que usam calça e sapato.Elas iam ter que ir com umas quinze trocas de roupa junto?
    E acho perigoso esse comentário “é lei e pronto”.Esse tipo de pensamento é um dos pilares dos regimes totalitários.Obediência cega ao líder.

  78. Igor Santos disse:

    Esse tipo de pensamento é também, coincidentemente, o do cidadão que respeita as leis.
    Você não gosta de uma lei, tudo bem. Só não pode “escolher” não segui-la. Você pode escrever para seu parlamentar (se lembrar em quem você votou) e pedir que ele mude. Mas enquanto ela existir, tem que respeitá-la do jeito que está escrito, esclarecidamente.
    Ou, como você sugere em seu pseudônimo, com um outro ponto de vista; cegamente.
    E se você realmente acha que vestir um jaleco e tirá-lo é um “transtorno”, me admira você vestir a roupa de baixo antes de sair de casa todo dia para trabalhar.

  79. Danilo disse:

    “Sou estudante de medicina da USP”
    Claro, claro!!!! Esta discussao nao tem nada a ver com “status”.

  80. Dúvida disse:

    Embora eu concorde com o fato de não usar jalecos em lugares como os descritos no texto, gostaria de fazer uma pergunta que me intriga: nos dias de hoje, jaleco é a regra, não a exceção. Então a dúvida: como fazer nos casos em que os médicos (ou qualquer outro profissional) vestem branco (cal,a camiseta, etc… sem jaleco). Tecnicamente, eles estariam levando consigo os mesmos microorganismos.

  81. Emille Valente disse:

    Sou estudante de medicina e adorei a crítica! Minha vontade era imprimi-la e colocar na minha faculdade! rss
    Acho um absurdo o fato de muitos colegas usarem jaleco como qualquer roupa. Mas graças a várias reclamações a situação vem melhorando… pq é proibido entrar com jaleco na cantina (mesmo que seja pendurado no ombro!) Afinal.. jaleco não é roupa, não é uniforme.. é “luva”!

  82. Camila Almeida disse:

    Sobre os artigos postados nos items 13, 14 e 15, gostaria que o autor deste blog lesse os artigos que encontrou no pubmed, em um pouco mais de 15 segundos… e verá que o resultado no trabalho mostra um risco de transmissão de doenças entre pacientes no hospital… sendo assim, será que pra cada paciente o médico terá que trocar de jaleco???
    Veja bem meu filho, deixe de ser recalcado, e procure elaborar um trabalho científico para confirmar alguma coisa mais útil do que a inveja que você tem dos médicos!

  83. Igor Santos disse:

    Olá, Camila.
    Que bom que você sabe enumerar itens. Sua mãe deve estar morta de orgulho!
    Mas coitadinha da criança! Sofre tanto por ser de uma raça superior da qual todos nós deltas temos tanta inveja!
    Chore não, chuchuzinho.
    P.S. peça para um adulto inventar uma nova agressão, porque a que você cuspiu já foi usada antes. Sendo repetitiva assim você fica com cara de imbecil e ninguém quer isso, né, docinho de coco?

  84. ANINHA CARVALHO disse:

    SUA CAMPANHA TEM CARÁTER DESCRIMINATÓRIO…RSSS ACHO QUE CABERIA MELHOR: JALECO NÃO ESTÁ NA MODA…RSSS POIS A ENFERMAGEM É UM CONTINGENTE INFINITAMENTE MAIOR DO QUE O CONTINGENTE MÉDICO… MAS CONFORME DECLARAÇÕES DE UM IMPORTANTE INFECTOLOGISTA, É PRECISO OBSERVAR QUE A MAIOR CONTAMINAÇÃO CRUZADA OCORRE ATRAVÉS DAS MÃOS…. TODA PREVENÇÃO DEVE SER OBSERVADA, BAIXARIAS À PARTE…(COMO TEM GENTE AGRESSIVA…RSS) LAVAR AS MÃOS ANTES E DEPOIS DE CADA PROCEDIMENTO, AO ENTRAR E SAIR DO HOSPITAL, E DE MANEIRA GERAL PARA TODA POPULAÇÃO, LAVAR AS MÃOS SEMPRE E EVITAR CONTATO COM A BOCA, OLHOS, MUCOSAS… AFINAL OS SURTOS DE CONJUNTIVITE SÃO MAIORES JUSTAMENTE PELA FALTA DE HIGIENE…ISSO VALE PARA TODOS OS MORTAIS….RSS ROUPAS DE USO PROFISSIONAL DE MODO GERAL, DEVEM SER USADAS EXCLUSIVAMENTE NO AMBIENTE PROFISSIONAL….ABRAÇOS

  85. Vanessa disse:

    Acho que dois ou três anos de cursinho resolvem essa dor de cotovelo de vocês.

  86. Jessica disse:

    Cara, voce é um péssimo blogueiro. Usa ‘argumentum ad hominen’ contra qulquer um que mostra uma opinião diferente da sua. E ainda por cima censura comentários (o meu, escrito há mais de 4 meses, não apareceu até agora e pelo visto foi censurado).
    Cresça, meu caro. Voce devia ter vergonha de si.

  87. Raphael disse:

    Vão tomar no cu bando de fdp viadinho do caralho!!!

  88. ELEA disse:

    Prezado Igor
    Assim como o nome do blog faz referência à Ciência, Cultura e Política, gostaria inicialmente de lhe fazer 3 perguntas:
    1. de Ciências: quais as evidências científicas (metanálises, guidelines, diretrizes, publicações ou outras), as quais foram baseadas suas conclusões?
    2. de Cultura: qual o seu nível de graduação em área biológica ou correlata?
    3. de Política Social Básica:qual grupo político que lhe ensinou os fundamentos de saúde coletiva e de respeito a uma comunidade?

    • Igor Santos disse:

      Prezado Anônimo
      Parabéns pelo sarcasmo velado e pela sua falta de coragem em usar nome e e-mail reais. Todas as suas perguntas já foram respondidas (basta saber ler um pouco para perceber isso), mas se quiser mais detalhes, me responda primeiro essas versões das suas perguntas:
      1. de Ciências: quais evidências (nem vou exigir tanto de você) você tem para dizer que “o nome do blog faz referência à Ciência, Cultura e Política“? Um mínimo de atenção, alfabetização e três segundos de busca o faria perceber que o nome do meu blogue faz referência apenas ao número quarenta e dois. Fora outras implicações profundas demais para uma discussão nesta resposta.
      2. de Cultura: qual o seu nível de graduação em área linguística ou correlata? Porque já que você exige um diploma para que eu possa falar de contaminação, também será exigido o mesmo de você para escrever aqui.
      3. de Política Lógica: como você conseguiu partir de “política” para “política social básica” com tanta desenvoltura? Já fez isso antes, né? Seu tipo distorcido de lógica e seu viés preto-e-branco do mundo são duas das características que eu mais admiro nos humanos. Só que ao contrário. Não sei se você teve mãe, então pergunto: quem ensinou a você os fundamentos de discussões falaciosas e sua frágil mania de perseguição política?

      Não que eu precise me explicar a um desqualificado da sua espécie, mas vou fazer só pelo choque que isso vai lhe causar: eu não sou simpatizante de nenhum partido.

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