Mas médicas cubanas têm sim cara de empregada doméstica!

Anteontem, uma jornalista da minha terra escreveu em sua conta do Facebook o seguinte (sic):

“Me perdoem se for preconceito, mas essas medicas cubanas tem uma Cara de empregada domestica. Será que São medicas Mesmo??? Afe que terrível. Medico, geralmente, tem postura, tem cara de medico, se impõe a partir da aparência…. Coitada da nossa população. Será que eles entendem de dengue? E febre amarela? Deus proteja O nosso Povo!”

Declaração de Micheline Borges em seu Facebook

Declaração de Micheline Borges em seu Facebook

Repetindo o título, as médicas cubanas têm sim cara de empregada doméstica!

Explico:

As cubanas são marrons. E as marrons brasileiras são, via de regra, pobres.

Por serem pobres, brasileiras não têm acesso a educação de boa qualidade.

Por não terem uma base educacional decente, brasileiras não podem entrar em cursos muito concorridos de faculdades públicas, como medicina. E, por serem pobres, não podem pagar uma faculdade particular ou sequer os materiais indispensáveis e caros que até cursos públicos exigem.

Por serem marrons, são pobres; por serem pobres, têm educação deficiente; por não terem educação suficiente, não são médicas, ou engenheiras, ou advogadas, ou arquitetas, ou psicólogas, ou dentistas. São domésticas.

Como Cuba tem educação para todo mundo, às vezes até forçada[1], até quem é marrom pode virar médica.

Lá. Aqui não. Aqui as marrons precisam ganhar dinheiro limpando “casa de família“.

Ou seja, as médicas cubanas são sim parecidas com nossas domésticas. E, pela primeira vez, eu entendi porque o conceito de cotas educacionais (raciais ou sociais, aqui tanto faz, a cor da pela é intrinsecamente ligada ao salário do fim do mês) é importante.

Talvez seja defeituoso e enviesado (como o próprio programa Mais Médicos), mas é importante. Se por nenhum outro motivo, pelo menos para que pessoas como Micheline Borges, branca (deus proteja as bases líquidas e o pó-de-arroz!), saibam que o que estão dizendo é preconceito. Mais especificamente racismo e xenofobia.

A 'branca' jornalista Micheline Borges. Foto retirada de seu perfil público do Facebook, via Google Cache.

A ‘branca’ jornalista Micheline Borges. Foto retirada de seu perfil público do Facebook, via Google Cache.

Micheline, eu sei que você não tem noção do que seja sofrer e lutar para ser alguém na vida e é incapaz de se colocar no lugar de outrem, mas fica difícil “ter postura” e “se impor” quando se passou a vida toda tendo certeza de que se é um ser inferior por causa de tanto condicionamento pela sociedade, representada por pessoas como você, justamente pela “aparência” que você, jornalista branca e loira (Koleston FTW!), tanto preza. Para racistas, como você, só parece médica quem não parece doméstica (ver falácia do escocês).

E sim, cubanos sabem o que é febre amarela e dengue. Até mais do que nós, natalenses.

Finalmente, antes de clamar ao seu amiguinho invisível por ajuda procure se informar sobre o que ele tem a dizer de comportamentos com o seu. Seja burra mas pelo menos seja consistente.

———

[1] Se você se formou em administração, por exemplo, e não tem no que trabalhar, o governo cubano “pede” que você volte para a faculdade e se forme em, digamos, jornalismo. Isso é um caso real de um motorista (!) que acompanhou meu pai em Cuba.

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Discussão - 55 comentários

  1. Nathalia Feres disse:

    Acho errado e ignorante da parte dessa jornalista. Mas não concordo em divulgar foto dela e nem o nome. Ela pode ter tido uma infeliz atitude mas quem a expôs não tem esse direito sobre a imagem dela. Isso é falta de respeito também

    • Igor Santos disse:

      Nathalia, recomendo ler os “terms and conditions” do Facebook. Se você tiver uma conta e subir uma foto sem proteção explícita (mudando o nível de privacidade), a imagem deixa de ser sua. O mesmo vale para o seu nome.
      Se você tem conta em algum site social, sua vida não é mais privada.

      • Adriana disse:

        Qdo se faz um comentário infeliz e preconceituoso como este, deve-se sim mostrar a cara pra ver se ela cria vergonha na cara e vai estudar um pouquinho sobre seus antepassados e com isso descobrir que ela nao passa de uma descendente de escravos!

  2. Meire disse:

    Orgulho do meu marido.

  3. Rasa disse:

    Meu sentimento é de revolta, esse Jornalista não sabe o que é que amor ao próximo, nem sei se ela é humano.

  4. Ramon disse:

    A Micheline Borges parece a MARINETE! Preciso falar mais alguma coisa?

  5. luzia disse:

    Parabéns pela matéria.

  6. Fabíola dos Santos Borges disse:

    Igor, parabéns!!!!!! adorei seu texto.

  7. Anônimo disse:

    Ai do povo que pensa que eh branco.Bem,primeiro que essa Micheline não eh branca…Pinta os cabelos de loiro por que està na moda,MORENAS de cabelos loiro..Vem de uma familìa de cor morena…Pois sua mãe eh da Bahia.Filha do engenheiro da Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura aqui de Natal.

  8. Marcela de Vasconcellos disse:

    Esse país tem sérios problemas com os direitos civis de seus cidadãos. A jornalista só foi mais uma que achou “engraçado”, que não faz mal, que todo mundo pensa mas só porque ela verbalizou virou a malvada.

    A “brincadeira” foi preconceituosa sim, não foi um momento de falta de lucidez, nem muito menos um evento isolado. Foi a prova de que muitos seres humanos preferem sim apontar os “defeitos” alheios da maneira mais cruel possível.

    Sinceramente não entendo o motivo de tanto preconceito com quem não é igual a si ou não está dentro dos padrões que considera normal. Eu mesma já sofri preconceito por ser branca de cabelo cacheado quando estudei numa escola onde 90% da garotas eram negras de cabelos alisados. Agora veja isso!! Uma coisa que marcou minha adolescência e que me fez tosar o cabelo pra acabar com as brincadeiras.

    Enfim, é triste. 2013 e as pessoas ainda são assim.

  9. marlisa disse:

    Igor vc só podia ser marido da Meire, nunca vi nem uma pessoa pública ou não ser tão coerente e falar unicamente a verdade como tuas palavras. Sou gaúcha e aqui é um estado muito preconceituoso talvez o mais do Brasil. Fiquei feliz de conhecer pessoas como vc. Vejo preconceito racial dentro da minha própria família e olha sou morena cor de jambo hehehe.

  10. Ingrid disse:

    A jornalista foi infeliz no comentário sim, mas você não deveria ter colocado a foto dela com a criança. Mesmo que no Face ou em qualquer outro site público a privacidade não possa ser totalmente segura, isto seria uma questão de bom senso teu em não colocar em exposição também a criança. Acho que você não gostaria que alguém com opiniões contrárias as tuas usasse fotos de familiares teus para te expor seja por que motivos for. Pela tua explicação para o comentário Nathalia, entendi que se por exemplo não concordando contigo em qualquer assunto poderia usar uma foto tua junto com qualquer parente ou amigos teus também, desde que as tais fotos estivessem postadas em um site de relacionamento como é o Face?
    Tens todo o direito de manifestar indignação a posição dela, tudo bem, e usar a imagem dela só, mas não é correto usar justo a imagem em que uma segunda pessoa aparece sendo uma criança. Não é porque a jornalista foi irresponsável em suas declarações que todos podem agir da mesma forma irresponsável também.

    • Igor Santos disse:

      Ingrid, a questão de bom senso ou não é da mãe que escolhe colocar a foto do filho num fórum público e facilmente acessável por qualquer e sem qualquer controle de uso.
      E eu concordar ou não com o que ela pensa nada tem a ver com isso. Não vejo como alguém discordar de mim seria um agravante em usar qualquer foto pública do meu rosto por aí, contendo quem quer que seja. Todas as minhas fotos que estão na Internet não são mais minhas pelo simples expediente de que, se eu quiser uma foto privada, eu não a coloco num fórum público, acessável e buscável.
      Não interessa o site ser de relacionamento, ser o Lattes ou o ScienceBlogs. Se a foto não está protegida, pode ser usada.

      Eu entendo seu desconforto com a imagem contendo uma criança, mas, novamente, isso é algo de responsabilidade completa da mãe, não minha. A única foto de livre uso que encontrei foi essa e não quis alterá-la. Simples. Se você não quer ver crianças sendo exploradas, faça uma campanha pelo Facebook e similares pedindo que as pessoas retirem, ou melhor, jamais postem, fotos de seus filhos.
      Ou você acha isso normal? Um pai ou uma mãe explorar a imagem de uma criança assim? Porque eu acho um absurdo. No entanto, reiterando, a responsabilidade é dos pais, não minha.

      • Ingrid disse:

        Igor, não gosto de ver crianças sendo exploradas e não importa se os pais destas crianças são irresponsaveis pois eu não sou! Não tenho Facebook e nem costumo postar fotos minhas em lugar nenhum, já que prezo muito minha privacidade. Tudo bem quem gosta de se expor, me incomoda é quando é com menores que não podem opinar ainda se gostariam ou não dessa exposição, mas enfim fica na consciência e bom senso de cada um.
        Também acho um absurdo a exploração da imagem de crianças assim como também acho um absurdo você supor que já que a mãe da criança não se importou com tal exposição então todos temos o direito de agir da mesma forma. Quer dizer então que se os pais de alguma criança postar fotos abusivas de seus filhos, terias o direito de repassar essas fotos por causa disso? já que a responsabilidade não é sua? Até concordo que não podemos ser responsáveis pelos atos dos outros mas isto não libera ninguém a agir da mesma forma errada que a outra pessoa.
        Errou a tal jornalista em fazer o tal comentário e errou você em publicar uma foto num texto crítico sem alterar e preservar a imagem da criança. Mas isto vai da consciência e bom senso de cada um, sim.

        • Igor Santos disse:

          Eu não disse que tenho direitos de agir da mesma forma irresponsável apresentada pela mãe da criança, você está lendo coisas que não foram escritas.

          Ingrid, o que você considera fotos abusivas? A imagem do meu texto é uma dessas fotos?
          Ou você está usando apenas o seu próprio julgamento moral para classificar a foto como abusiva? Porque existe uma diferença imensa, que você não parece (ou não quer) perceber, entre copiar uma foto completamente inócua e pública, e reproduzir ou repassar algo que constitua algum delito. Apanhar uma moeda que você achou na rua não é o mesmo que roubar a carteira de alguém, nem reproduzir uma foto de um sujeito segurando um revólver é o mesmo que divulgar um vídeo dele atirando na cabeça das pessoas.

          • Ingrid disse:

            Igor, eu costumo usar o meu próprio julgamento moral na maioria das vezes. E acho que é o que grande parte das pessoas faz também, estando errados ou não nesse julgamento. A imagem em si do teu texto não seria nada demais, não fosse a criança estar nesta foto. Se o texto fosse em elogio a citada adulta, não teria tanto desconforto em mostrar uma foto onde o que se veja talvez uma mãe sorrindo com seu filho, mas o problema é que a tal pessoa adquiriu certa notoriedade pública por uma atitude reprovável e que atraiu para si grande desaprovação pública. é esta parte que acho desnecessária ser colocado a imagem da criança, entende? Não critico o teor do teu texto até porque concordo nesse sentido contigo, foi de extremo mal gosto e falta de educação da parte dela o modo como se referiu menosprezando as domésticas. Só achei desnecessário expor também a criança. Ao meu ver a diferença entre copiar algo ou repassar, como tu citou, passa a existir no momento em que aja a diferença entre um texto que elogia e outro que critica.
            Mas não vou ficar nessa discussão contigo, até porque seria sem sentido no momento em que nem eu e nem tu pretendemos mudar nossas opiniões e convicções sobre o que é certo ou errado.
            Como já disse, o texto está perfeito e as posições nele defendidas também, o meu único senão é no referente a foto com a imagem do menor.

          • Igor Santos disse:

            ingrid, como você justifica que “Se o texto fosse em elogio a citada adulta, não teria tanto desconforto em mostrar uma foto onde o que se veja talvez uma mãe sorrindo com seu filho”? Por que o fato de elogiar tiraria seu desconforto quanto ao uso de uma imagem que você está reprovando tão veementemente?
            Como já disse antes, a jornalista já era uma figura pública, de imagem e de nome, e essa foto não é nenhum segredo, é facilmente achável por qualquer busca elementar. Quem souber o nome da jornalista (algo muito mais pessoal que uma imagem, já que é ligado diretamente ao resto da vida dela, incluindo documentos e afins) e o básico de mecanismos de busca tem acesso imediato à imagem. Uma imagem, volto a dizer, sem proteções de privacidade.

            Eu entendo que você também reprova a atitude dela e que sua crítica é ao uso da imagem, por isso que ainda estou justificando. O fato de você achar que a foto não convém é irrelevante, pois nada errado foi feito. É apenas uma diferença de julgamento seu e meu, e em nada mudaria se o teor do texto fosse de elogio, já que a exploração da imagem de uma criança continuaria ocorrendo.
            Entenda, eu não concordo com a banalização do uso de fotos de crianças em redes sociais, mas isso não cabe a mim, mas aos pais das crianças. Se eles renegam o direito ao uso da imagem (como consta nos termos de uso do Facebook), que é um direito deles, a imagem passa a ser pública e, portanto, passível de ser publicamente explorável. Você concordar ou não muda em absolutamente zero esse fato.

        • Mauro Horst disse:

          Concordo com voce Ingrid.Também acho que esse moço agiu de forma irresponsável publicando a foto dela com a criança. E o fez propositalmente.

      • Mauro Horst disse:

        Normalmente as pessoas colocam fotos no “face” para que seus amigos vejam, e nao para que sejam divulgados por outras pessoas em seus sites, blogs ou o que quer que seja. E a opinião da moça é motivo para que haja tanta balburdia? se as pretas de lá tem cara de empregada doméstica e não cara de médica é apenas uma opinião da moça. Não devemos respeitar opiniões alheias? . Para mim tanto faz se as médicas tem cara de empregada ou cara de “dondoca”, o que importa é se são competentes no exercício da sua profissão.

        • Igor Santos disse:

          Mauro, se você acha que racismo é “opinião”, você é parte do problema. Você é mais um privilegiado que nunca precisou enfrentar qualquer problema na vida e acha que os oprimidos que realmente precisam lutar pelo que têm estão “de frescura” ou “querendo chamar atenção”. Você é apenas mais um que acha que os desvalidos é que estão errados, pois deveriam se manter em seus lugares e deixar o status quo como está. E isso, por definição, é racismo.

  11. marcinha disse:

    essa garota que se diz instruida e jornalista….tem a cara de minha empregada………………..e nem por isso segrego ou faço qq tipo de comentario maldoso……….
    quando ela disse “empregada domestica” ela quis denegrir a classe que trabalha honestamente e sustenta os seus por um mundo bem melhor…
    de uma coisa ela estava certa…..as secretarias do lar..aqui em São Paulo, sao bem bacanas alias todos em Sampa…sao bonitos..kkkkk
    hoje em dia nao se sabe quem é ou nao…minha secretaria do lar…é bem bacana e chharmosa………………….faço parte de uma minoria racial com muito orgulho (JUDIA) e tenho nojo de pessoas ignorantes…….
    Ja pensou se o povo responde que esta “nordestina” falou bobagem e perdeu a oportunidade de ficar calada????????????? as palavras ditas nao tem mais jeito…….o silencio é ouro.melhor ficar calado ou melhor..ela ficar calada daqui pra frente.

    • andrea disse:

      Olá Marcinha! Aqui onde eu moro as secretarias do lar ganham 12 euros por hora, não digo que ai no Brasil isso vá acontecer, mas elas já estão ganhando mais e podendo viver melhor!! É lastimável este pensamento retrógrado desta jornalista e da grande parte da população racista que existe.

  12. Camila disse:

    Belo texto. Concordo com todo o seu conteudo, mas nao acho conveniente colocar a foto dela, principalmente por causa da crianca que a acompanha. O que ela disse foi de uma estupidez indescritivel, mas nao se chuta cachorro morto.

    • Igor Santos disse:

      O proverbial cachorro não está morto. Muito pelo contrário, está muito bem vivo e saudável. Não é um texto besta meu que vai curar o problema nem a imagem de uma criança que vai piorá-lo. Como já disse, a imagem é pública e a responsabilidade pela preservação da imagem de uma criança é, neste caso, da mãe, que achou por bem explorá-la num ambiente aberto e público.

      • Camila disse:

        Pois, entao, ao menos neste aspecto, discordamos. O fato de a fotografia estar disponivel nas redes sociais nao justifica o seu uso, ao menos nao neste contexto. Acho a fotografia absolutamente desnecessaria para a materia, inclusive a foto da mulher nao deveria ser exposta. O centro da discussao do post, me parece, e o preconceito e a ignorancia, a fotografia me parece irrelevante para isso. Sem querer ser insistente, a responsabilidade por uma crianca nao e apenas da mae, ate porque nao faltam por ai maes irresponsaveis, portanto, todos devemos preserva-las. Por fim, acredito que essa jornalista ja foi devidamente punida por sua estupidez, continuo vendo-a como cachorro morto.

        • Igor Santos disse:

          Ela é uma jornalista de televisão, o que faz da sua imagem propriedade pública. Eu não usei nada que ela tinha escondido ou que não queria mostrar e a foto é, como dizem, “meramente ilustrativa” da hipocrisia das agressões proferidas.
          E você está confundindo e confluindo vários aspectos de “responsabilidade”. Correto que a responsabilidade quanto a um indivíduo não é exclusividade dele ou de seus tutores (quando dirijo, sou responsável pelos pedestres, por exemplo), mas estou usando um caso específico de uso de imagem.

          No momento em que um indivíduo (ou seu tutor) capaz, agente e independente se expõe, sozinho, a algo que prejudica apenas a si mesmo, quem pode tirar sua autonomia? Sei que eu não sou essa pessoa, pois não acho que as decisões de outrem me caibam ou sejam de minha responsabilidade, pois não me acho melhor e mais capaz que qualquer outro no que cabe a decisões pessoais. Quem melhor conhece seus motivos é o agente pensante e ninguém mais.

          Ela escolheu expor a própria imagem e a do filho, sobre o qual é responsável, e escolheu fazer declarações racistas e xenofóbicas. A primeira parte não me inclui e a segunda é endêmica na população e não, não está sequer perto de ser resolvida. A jornalista talvez já seja notícia antiga, apesar de não fazer nem 100 horas ainda, mas suas declarações são antigas e duradouras. Não estou chutando cachorro morto, estou apontando para um cachorro ameaçador e avisando os leitores a terem cuidado, pois além de violento ele é contagioso.

  13. Makie disse:

    Como pode um “ser humano” que se diz estudado “jornalista” ver o outro dessa forma? Médico tem cara? Poxa vida por que não aceitar as pessoas como simples pessoas? Por que não amar todas as formas de Deus? Quando vejo pessoas se expressarem dessa forma com desdém eu lamento muito sinto uma vergonha alheia enorme….Se eu pudesse deixar um recado a essa moça seria…”amanhã é amanhã você não sabe com quem seu filho casará, que tipo de doença terás e quem irá lhe salvar….amanhã você não sabe quem irá lhe ajudar nos deveres de casa….quem irá lecionar ao seu filho…..que servidor público irá lhe atender…..nós não somos sozinhos precisamos de outros….a roupa que hoje você veste…alguém fez….o tomate que você come…alguém colheu! Eu na minha humilde casa eu ensino meus filhos a agradecerem o carteiro, o senhor que limpa a rua…a moça que limpa a casa pra eles…o lixeiro que recolhe nossos lixos….o médico que nos cura….e imensamente ensino a agradecer a Deus por ter a sorte de saber respeitar tudo e todos. Desejo que você moça possa ter isso um dia e ensinar isso a alguém!”

  14. Paula disse:

    Como esta “branca” jornalista iria quebrar a cara (latina) ao descobrir que, na Europa, ela está longe de ser caucasiana. Na Alemanha de Hitler, seria executada junto com judeus, ciganos, homossexuais, mulatos e todos os outros que não se encaixavam no padrão ariano a que ela, tolinha, parece crer pertencer.

    Provaria enfim do seu próprio remédio e seria vítima de preconceito tão imbecil quanto ela!

  15. Luciana disse:

    Gostei demais do seu post e raciocínio.

  16. Charly disse:

    lamento muito a concepção politica e profissional da jornalista da minha terra potiguar, que infelizmente fez um relato de forma preconceituosa em relação a vinda dos médicos para o Brasil e em especial os Cubanos se não bastasse o equivoco da jovem paulistana que chamou o nordestino de burro, mesmo sabendo e desconhecendo a capacidade dos nordestino principalmente os que ajudaram no desenvolvimento, da maior metrópole do nosso pais, e que a grande maioria mora em São Paulo, temos um povo inteligente e intelectual de renome histórico a exemplo de Câmera Cascudo e Paulo Freire do RN entre outros, acadêmica no setor da indústria e comercio na área técnica na agricultura no setor de serviços, a única situação que nos atinge é a questão da natureza é que somos do semi árido é uma região que pouco chove, mais em compensação temos nossas riquezas naturais e minerais, a exemplo de nossas grandes jazidas de petróleo, sal, ferro, xelita, ouro, tantalita tantos outros, que geram uma grande riqueza e crescimento no PIB Nacional, temos um povo bom hospitaleiro honesto e trabalhador em todos os setores da educação saúde da segurança de uma beleza incomparável principalmente das secretarias do lar, lamentamos muito o equivoco discriminatório da nossa jornalista potiguar, o Brasil não tem mais lugar para pessoas que pensa assim a nossa sociedade pensa diferente num Brasil melhor com ações estruturadoras, todos nós fazemos parte deste crescimento, necessitamos apenas que aja uma compreensão mais politica de todos nós e dos nossos governantes, para nós todos os médicos que venha nos ajudar aos nossos seres humanos principalmente os mais carentes e serão bem vindos não importa a cor ou a beleza, e sim o gesto de solidariedade e o compromisso social com o nosso povo e do nosso pais.
    Desejamos a todos um ótimo trabalho e as boas vindas para todos.

  17. Elvira disse:

    Post extremamente completo. Gostei demais! Eu mesma exclui minha conta do facebook por achar que era muita exposição, quem não quer ser exposto, não entre. Parabéns!

  18. charly disse:

    lamento muito a concepção politica e profissional da jornalista da minha terra potiguar, que infelizmente fez um relato de forma preconceituosa em relação a vinda dos médicos para o Brasil e em especial os Cubanos se não bastasse o equivoco da jovem paulistana que chamou o nordestino de burro, mesmo sabendo e desconhecendo a capacidade dos nordestino principalmente os que ajudaram no desenvolvimento, da maior metrópole do nosso pais, e que a grande maioria mora em São Paulo, temos um povo inteligente e intelectual de renome histórico a exemplo de Câmera Cascudo e Paulo Freire do RN entre outros, acadêmica no setor da indústria e comercio na área técnica na agricultura no setor de serviços, a única situação que nos atinge é a questão da natureza é que somos do semi árido é uma região que pouco chove, mais em compensação temos nossas riquezas naturais e minerais, a exemplo de nossas grandes jazidas de petróleo, sal, ferro, xelita, ouro, tantalita tantos outros, que geram uma grande riqueza e crescimento no PIB Nacional, temos um povo bom hospitaleiro honesto e trabalhador em todos os setores da educação saúde da segurança de uma beleza incomparável principalmente das secretarias do lar, lamentamos muito o equivoco discriminatório da nossa jornalista potiguar, o Brasil não tem mais lugar para pessoas que pensa assim a nossa sociedade pensa diferente num Brasil melhor com ações estruturadoras, todos nós fazemos parte deste crescimento, necessitamos apenas que aja uma compreensão mais politica de todos nós e dos nossos governantes, para nós todos os médicos que venha nos ajudar aos nossos seres humanos principalmente os mais carentes e serão bem vindos não importa a cor ou a beleza, e sim o gesto de solidariedade e o compromisso social com o nosso povo e do nosso pais.
    Desejamos a todos um ótimo trabalho e as boas vindas para todos.

  19. Milena disse:

    Essa cidadã merece todo o nosso desprezo, não acho que foi um comentário infeliz como ela justificou, a boca fala o que o coração sente.
    Muito bom Igor, vc e a Meire é uma dupla maravilhosa, providos de inteligência e bom senso.

  20. Marcela de Vasconcellos disse:

    Pergunta: Se esse fosse um texto falando maravilhas da tal pessoa então seria ok divulgar a foto da criança?

    Tantos pesos e tantas medidas que fico confusa…rsrs

  21. Michele Oliveira disse:

    Vamos supor que o filho da jornalista fique muito doente e só tenha “médicas com cara de empregada doméstica ” para atende-lo, será que ela recusaria? É melhor respeitar o próximo pois nunca sabemos como será o amanhã.

  22. Elizabeth Brasil disse:

    Resolvi comentar com vocês, porque penso que isso deve servir como uma reflexão para todos nós, especialmente para aqueles que pretendem ter filhos em um futuro próximo, observar as tendências de comportamento no Brasil e no mundo, onde vamos criar e educar novos “cidadãos”. O preconceito racial acontece no Brasil inteiro e não apenas no Sul, ou Sudeste, como muita gente costuma comentar. Atualmente, eu moro em São Paulo, mas eu nasci, cresci, e fui “educada” no Rio Grande do Sul, na capital, Porto Alegre, onde existe muito preconceito e racismo. Então, eu acho que posso comentar sobre isso com propriedade, sem querer ofender aos meus conterrâneos, e meus familiares que eu tanto prezo, mas infelizmente, é fato que existia racismo lá, até os anos 80, quando mudei para São Paulo. E penso que deve existir ainda até hoje, e acredito que deverá continuar existindo por muito tempo. Isso é um fato, uma realidade. No Sul, muitas vezes eu ouvi pessoas “brancas” dizendo que não se referiam aos negros como sendo marrom, preto, etc, porque elas diziam “pessoas de cor” :-/ e isso é dito de forma “educada e respeitosa” :- / quando “não queriam” demonstrar racismo. Quando elas queriam, xingavam logo de cara, sem cerimônia, especialmente em público. Eram pessoas de uma geração anterior a minha, e muitos ainda estão vivos, e criaram seus filhos “educando-os” dessa forma, com esse tipo de pensamento. Então, imagino como deve estar sendo bem difícil a convivência lá, atualmente, depois da lei sobre a discriminação racial. Isso deve estar se repetindo, com certeza.Detalhe: eu também já fui muito discriminada morando em São Paulo “apenas por ser gaúcha” e tenho a cor da pele branca, cabelo liso natural, olhos verdes, e sou neta de imigrante europeu com sobrenome complicado. É interessante observar que o preconceito racial não é um fenômeno isolado, regional, porque ele está nas raízes culturais dos povos no mundo inteiro, inclusive do povo brasileiro, embora muitos neguem isso. A mídia vende a imagem de que o povo brasileiro é cordial, receptivo, liberal, e sem preconceito. Mas, na real não é bem assim. Eu imagino que o recente aumento da imigração como está ocorrendo no Brasil, de pessoas originárias de todas as regiões do planeta, deverá ter como consequência o aumento do preconceito, em suas mais variadas formas. Isso já aconteceu, e continua acontecendo nos EUA, na Europa, e agora está acontecendo no nosso país, novamente. Desde quando meu avô veio da europa e dos que vieram antes dele, foragidos da II Guerra. É um fenômeno histórico que, de tempos em tempos, se repete. Economistas, sociólogos, e historiadores, já avaliam que o Brasil é considerado um verdadeiro oásis, uma terra de oportunidades, em um mundo cheio de conflitos e dificuldades. O que aconteceu na América do Norte, agora está acontecendo no Brasil. E, isso está gerando conflitos internos e problemas sociais. A contratação de médicos vindos de Cuba também já se reflete de forma discriminatória na nossa sociedade. A atitude da jornalista apenas demonstra isso, claramente. Isso assusta porque, ela foi porta voz de muita gente que pensa como ela. Mas, em contra-partida ela também deu a oportunidade de muitos se manifestarem, não apenas contra o preconceito, mas principalmente à favor da igualdade e da liberdade, com senso de justiça social. Então, eu penso que o saldo foi positivo. Ainda resta esperança de um futuro melhor, mais consciente e fraterno. Em relação à foto dela com a criança foi “emblemático”. Remete à imagem da santa com o filho no colo. Talvez, por isso muitos criticaram. É quase uma “heresia”. Tornou a reflexão mais profunda. Parabéns ao Igor e à Meire por terem aberto esse debate. Para finalizar deixo uma frase que não é minha, mas que eu acredito “o mundo seria bem melhor se os homens, e as mulheres de bom caráter, tivessem a ousadia dos canalhas”.

  23. Jeanne disse:

    Bem, de Malária sei que os médicos natalenses não entendem. Em férias na cidade, meu marido foi acometido pelos sintomas da doença e nenhum dos médicos pelos quais passou foi capaz de diagnosticar. Ele próprio é que teve um lampejo (já que morávamos na região Norte) e sugeriu essa possibilidade a um dos que o acompanhavam. Enfim, maus médicos existem em todos os lugares, assim como maus jornalistas.E essa jornalista é fruto de uma sociedade que em sua maioria pensa assim. Não bastasse a gravidade disso ela ainda teve a infeliz ideia de publicar. Certamente vai responder pelo seu ato por longos anos.

  24. alê soledade disse:

    Não sei sinceramente o que falar, escrever e pensar sobre essa “senhora”. Excelente texto, Igor. Abraços

  25. ester disse:

    Causa espanto a quantidade de asneira falada e tamanha desinformação dessa “jornalista”. Além de tudo é uma topeira, pois pratica na rede social, propalando para que todos vejam, um crime, há que se ter consciência, respeito e responsabilidade social, tomara que seja Denunciada!e

  26. Lidiana disse:

    Bom, tive um primo com leucemia que os médicos diagnosticaram como sendo vermes. Ele morreu há alguns anos. Tenho vergonha (e medo) dos médicos daqui.

    • Igor Santos disse:

      Mas alguma vez você, ou alguém que você conhece, teve algum problema que foi diagnosticado corretamente ou essa foi a sua única experiência com médicos?

  27. andrea disse:

    Olá, depois de ler seu post e tb o blog da Meire eu me dei conta do que tinha acontecido comigo há oito anos. Recém-casados, meu marido e eu resolvemos conhecer Natal, buscamos na internet os melhores restaurantes e praias e fomos. A cidade do sol nos recebeu com cinco dias de chuva dos sete que ficamos rsss. Mas isso só foi um detalhe, nunca fui tão mal tratada como nesta cidade. Quando andava na praia ou qualquer outro lugar ao lado de meu marido, italiano, alto, atlético e branco, sentia os olhares atravessados. Até os garçons eram distantes. Pensei: – Será que eles pensam que eu sou uma garota de programa? E ainda comentei isso com meu marido. Por ser descendentes de índios, negros e brancos e muito bonita, diga-se de passagem, sempre chamei atenção, mas não com aquele olhar reprovador. Hoje eu entendi o que aconteceu. Não era eu e sim a cor da minha pele. Talvez eu devesse estar limpando pinicos e não ali entre os nobres… Ou então andando de “pau de arara” no lugar de passar as férias na Europa viajando de business class e não com o dinheiro do meu marido, mas com recursos próprios adquiridos através do esforço dos meus pais de me colocarem em boas escolas e me dar a oportunidade de ter uma profissão escolhida para os brancos! Rs. Desculpe o desabafo, mas realmente me indignei!!

  28. Franco disse:

    Daí o cara para esculachar uma mulher racista, aproveita e agride a todos os deístas…
    Respeitar as diferenças passa por manter uma linguagem adequada e não agressiva.
    Respeito meu caro…respeito.

    • Igor Santos disse:

      Não, Franco, não agredi deístas. Acho que você leu o que quis ler.
      O que eu faço geralmente (não foi o caso aqui, infelizmente) é agredir religiosos, e há uma diferença importante nisso. Religiosos são pessoas cheias de ódio que usam essa mentira dizendo que é “sagrada” e pedindo respeito a essa mentira filosófica enquanto agridem e desrespeitam a tudo e a todos, pessoalmente. Seu deusinho precisa de proteção e respeito mas pessoas reais e diferentes não. Quando os religiosos desrespeitam (o que acontece eternamente), eles abrem precedente para serem desrespeitados.

      Se precisar que alguém desenhe, veja isso: http://mentirinhas.com.br/mentirinhas-497/

  29. ester disse:

    Igor,

    apenas um “aparte”….não confunda ter uma religião, com religiosidade, tampouco ter fé com fanatismo….o extremismo existe e é terrível, mas não é prerrogativa dos que possuem a sua fé, seja em Deus, Maomé ou Alá!!!!!

    Fica na Paz!!!

    • Igor Santos disse:

      Ester, o problema é que religião prega o ódio e o preconceito. Não tenho muita coisa contra indivíduos que acreditem em amigos invisíveis mas tenho muita coisa contra aqueles que dizem “meu amigo invisível é melhor que o seu e ele me mandou odiar você”. A diferença é essa.
      E você está confundindo atitudes extremas com extremismo. Explodir um avião num edifício é facilitado e justificado pela religião, mas atitude não é necessariamente religiosa, apenas extrema. Não existe “extremista religioso”, porque se você não faz o que sua religião prega, se você não segue as regras, você não é religioso. Da mesma forma que não existe “agnosticismo” porque fé precisa ser ativa (ter certeza) e não passiva (não ter certeza), não existe religioso eventual ou religioso mais-ou-menos. Ou você segue à risca o que seu clubinho manda, ou você não pode se dizer parte daquele clube. Se você não faz parte de nenhuma religião (por não seguir as normas), você não é religioso.

      • ester disse:

        Igor,
        Você diz “que religião prega o ódio e o preconceito’ , certo que existem muitas religiões que fazem isso, mas não são todas, colocar tudo no mesmo “balaio” é no mínimo temerário. Concernente a fé, isso é algo de foro muito íntimo, realmente, cada um acredita naquilo que quer/consegue ou codifica dentro do seu universo, de modo algum, isso me ( ou nos) dá o direito de me ( ou nos) achar superior( es), do mesmo modo, também não acho válido a forma como você coloca ao dizer que “. Não tenho muita coisa contra indivíduos que acreditem em amigos invisíveis mas tenho muita coisa contra aqueles que dizem “meu amigo invisível é melhor que o seu e ele me mandou odiar você”, ora, é aviltante que alguém se ache superior, por conseguinte queira sufocar/dizimar ou negar o outro( na dita posição “inferior”), mas isso não te legitima a passar por cima, fazer uma colocação como essa citada acima, pois veja, quando vc coloca nesses termos, também está se achando superior, fala de forma desdenhosa, e isso está muito longe de ser correto, sem querer cair no lugar comum, mas já caindo, não dá para ser intolerante com intolerância, tampouco querer respeito, desrespeitando.
        No tocante a religião, entendo que ter fé e religião é diferente de ter a religiosidade, pois esta última está muito ligada a rituais, dogmas, há um esmero e preocupação excessiva na forma em detrimento a conteúdo. Posso sim, ter uma fé e fazer parte de um grupo religioso, e logicamente se faço parte de algum grupo, comunidade, ainda mais sendo de livre adesão, há que se esperar que se pratique os ensinamentos, mas veja, isso é feito através do livre convencimento e consciência de cada um, ninguém recebe arreio e precisa caminhar cegamente rumo a nenhum precipício, ter religião e fazer parte de um clube não é o mesmo e atrelar uma coisa a outra é uma distorção, não cristalize! Apenas minha opinião, com fundamento ou sem, queria deixar registrado.

        • Igor Santos disse:

          Ester, fé é sem dúvida uma coisa pessoal, mas religião não. A religião é um conjunto de regras cujo epicentro pode ser um tipo de fé comum a todos os praticantes. Religiões são clubes que, via de regra, dizem ser o único “clube” possível acusando todos os outros de falsos. Uma coisa é, como você disse, se achar superior. Outra, bem diferente e intrinsecamente conectada ao âmago das religiões, é achar que essa superioridade filosófica provê um direito divino de impor sua vontade sobre as dos outros.
          Intolerância deve ser combatida. Alguns usam ferramentas menos ácidas que as minhas mas lembre-se que ateus foram (e são) oprimidos a mais tempo. Quando o inferior se levanta e se revolta, o superior não pode gritar “DESRESPEITO!” quando lhe é conveniente. Sem jamais ter sido respeitado, eu posso dizer que aprendi a ser grosseiro e intolerante com os religiosos que sempre me circundaram.

          E você se mostra ingênua ao achar que ninguém é forçado a ser religioso. Menonitas, os Amish, Testemunhas de Jeová, praticantes de certos níveis de judaísmo e tantas outras denominações forçam suas crianças por meio de ameaças morais e psicológicas. Procure ler relatos daqueles que “escaparam” (palavras dos relatantes) de mundos assim e você vai ver como religião serve como desculpa para forçar indivíduos (e doutrinar crianças) a fazer o que estes não consideram digno ou necessário.
          Ter fé, novamente, não é o mesmo que ser religioso. Para ser religioso, ou seja, para fazer parte de uma religião, é imprescindível obedecer às regras da religião escolhida. Quem guarda o sábado, comunga no domingo, não come produtos de origem animal e medita virado para Meca não é religioso, apenas está seguindo regras aleatórias de múltiplas religiões. Pode ter uma fé infinita, mas não é reglioso.

  30. Luan Pablloh disse:

    Bela oportunidade de você ficar calada!!!

    A questão estética não importa, o que vale é o caráter, mas você não tem isso. Jornalistas são formadores de opinião, porém essa Michelle é uma insensata, hipócrita e mesquinha/!1

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