Rapidinha: o caso @TAMAirlines

Longo, muito longo. Enquanto os vivia, meus momentos pré e pós lua-de-mel foram longos demais. Similarmente, minha detalhada descrição dos eventos pré-aéreos que arrodearam meu pós-matrimônio é bastante extensa mas pertinente. A TAM Linhas Aéreas tem um poder de penetração maior que o meu, então me valho deste espaço para divulgar meu descontentamento mais amplamente (e para um público mais diferenciado), pois algumas reclamações pedem plataformas maiores.

Imagem retirada da WIkipedia

Meu outro blogue já é bem visitado, mas a qualidade de visitas dos leitores deste é mais alta, então aqui vai: De como a @TAMAirlines quase estragou minha lua-de-mel e perdeu dois clientes.

Compadeçam-se ou divirtam-se schadenfreudemente. Da minha parte, não me resta muito a fazer.

Prometo que em breve volto aqui com algo que preste e que seja de interesse coletivo.

Coletânea compilada

Eu lembro de ter prometido cinco textos para “semana que vem”. Sorte minha não ter especificado quando ela viria.

Mas chegou. E para comemorar, vou jogar um artigo extra no final somente para vocês, minha audiência favorita.

Tentem descobrir onde está o bônus!

Leiam sobre a constatação irrefutável do dia em que me tornei velho: O pouco que sobra é branco;

Em seguida, uma relevante dúvida gramatico-evolutiva: Evolução;

Na sequência, a dificuldade da escolha representada por um quadrado de farinha cozida: Cream cracker;

Continuando, a famosa noite em que duas das maiores bandas de todos os tempos se apresentaram na minha cidade: Beatles e Pink Floyd farão um show juntos em Natal!;

Seguindo em frente, um causo que abre as portas e revela segredos do templo hidráulico masculino: Hipnose telefônica;

Desenvolvendo o assunto, o fim dos tempos está próximo. E todos poderão assistí-lo pela Internet: Mundo devasso;

E, finalmente, movido por um dia particularmente doloroso, este autor de não-ficção cria publica seu primeiro um de seus contos: Politicamente correto.

Eu notei da última vez que o primeiro link foi clicado 23% mais que os outros. Lembrem-se: eu recomendo a leitura de um por dia. Tentar ler todos ao mesmo tempo causa preguiça irremediável.

Divirtam-se.

Coletânea totalmente ótima e completamente cronológica para comemorar a décima nona semana do ano

(Alguém mais pensa em “décima nona” como a avó da trisavó da tatataravó da sua bisavó? Desde que sua mãe tenha pelo menos um neto, obviamente.)

Sabe aquela sensação que dá quando você sabe que seu (sua) interlocutor(a) já está ciente de um certo dado mas mesmo sua certeza sendo absoluta seu instinto de jogador fica enchendo seu saco insistindo que você forneça a informação que você tem certeza que seu (sua) parceiro(a) de conversa já possui porque só ganha quem joga e não custa dizer porque no máximo você vai causar um momento de desconforto muito pequeno em comparação à recompensa que receberá caso seu (sua) ouvinte/leitor(a) não possua aquele particular pedaço de conhecimento em seu repertório apesar de você estar positivamente convicto que ele(a) já sabe e pra quê então causar constrangimento em todas as partes envolvidas quando ficar calado é mais fácil e gasta menos energia mas o que custa simplesmente chegar e dizer como quem não quer nada apesar de isso talvez parece que você está subestimando seu amigo(a)/leitor(a) apesar do detrimento que ele(a) poderia sofrer caso fique sem aquela notícia não é verdade?

Sabe qualé? Apois.

Vocês, pessoas que me leem e que são queridas por mim o bastante a ponto de eu continuar escrevendo aqui com incerta frequência somente para seus olhos que tanto me atraem, já devem saber que eu tenho mais ou menos uma dúzia de blogues dos quais só três realmente valem a pena ser lidos sendo um deles interessante somente para natalenses e demais moradores desta minha querida e perpetuamente morna cidade ensolarada, mas como venho escrevendo há mais de dois anos e meu melhor material é, como não poderia deixar de ser, o mais antigo e nada há de mais chato que ficar clicando em “previous” para ver várias páginas de conversas já lidas para só depois da nongentésima clicada aparecer alguma coisa inédita, resolvi compilar aqui os artigos do blogue pai deste que unilateral e unanimamente escolhi como possivelmente melhores (considerando os elogios de meu pai e minha mãe na conta).

Confusos? Bem-vindos ao meu mundo nas últimas semanas…

São dez textos no total. Cinco hoje e cinco semana que vem (talvez, se eu ainda estiver ocupado demais com a manutenção do meu ego para produzir algo novo), para quem quiser ler um por dia e fingir que eu estou escrevendo.

O primeiro, com quase dois anos já, é sobre meu encontro com o sobrenatural enquanto tentava, ao mesmo tempo, dormir e combater os efeitos da cafeína e de um dia estressante: Sono pesado;

Parte do meu trabalho é ser tapa-buraco. Quando é dentro do cartório eu não me importo muito, mas vez por outra exageram e me levam para fazer trabalhos para os quais não tenho a menor qualificação: Desperdício;

Em seguida, ainda em 2008 mas já em setembro, descrevi uma alucinação tátil que, como todo estado alterado de consciência que se preze, me parecia (e ainda parece) real como esses elfos azuis ao meu lado: Microalucinações;

Em um texto da série Igor Em Busca do Conhecimento, dei rapidamente vazão à minha frustração ao não conseguir uma explicação satisfatória e mudei completamente o escopo da matéria passando a relatar algo ligeiramente, mas não completamente, relacioando ao tópico original: Do suor feminino;

Finalizando por hoje, um texto muito especial para mim, pois foi escrito no dia vinte de novembro de 2008, o dia em que, pela primeira vez, fui comparado a Douglas Adams pelo texto que havia escrito naquele dia e que agora incluo nesta lista: Carros voadores do futuro.

Antes que eu comece outra diatribe (que meu dicionário diz ser sinônimo de “desinteligência”. Estranho…), vou parar por aqui esperando não ter constrangido nem subestimado qualquer um de vocês, pessoas tão agradáveis que nunca conheci pessoalmente e que raramente comentam aqui mas sempre compartilham mesmo que distantemente e em silêncio da minha paranóica bipolaridade esquizofrênica.

Tá bom, parei.

Agradecimentos não só especiais como semi-inesquecíveis, inestimáveis e praticamente inefáveis a Maria Guimarães e seus colegas de redação na revista Pesquisa Fapesp Dinorah, Ricardo, Marcos e, via telefone, a correspondente/revisora Margô, que ficaram até tarde da noite me ajudando com a gramática deste texto (que vocês podem notar está perfeita do meio pro fim, que foi onde começou a conferência).

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