Seres humanos semi-nus e o senso de humor – uma homenagem
Em homenagem ao meu amigo e ídolo intelectual Karl Guimarães d’Montaigne e às suas comentaristas ^feministas^ (aspas irônicas), apresento aqui uma propaganda australiana de roupa de baixo que muito provavelmente não fere a dignidade humana mas que quase certamente magoa algumas sensibilidades mais frágeis e afronta contra os distorcidos princípios enviesados de pseudo-humanistas que gostam de sujar o nome das boas (e bons) feministas.
Aproveitem.

Estes são objetos de verdade.
Bônus: eis aqui o link para o Dispersando sobre a morte do humor.
Que, sinceramente, é de uma total inutilidade para pessoas secas e de coração murcho, que não irão entender sequer o significado do título pelo mesmo motivo que os persas jamais entenderiam o termo “dinheiro de plástico”; ignorância conceitual.
P.S. Ainda um outro link, para um vídeo propagandeando cuecas e que em nada machuca a dignidade masculina (termo que uso aqui por minha própria conta e risco, visto que algumas pessoas não acreditam na ideia de que homens têm permissão para ostentar algo tão nobre quanto dignidade).
Mas evite assistir a ele no trabalho.
Pedofilia nem sempre é crime
Apesar da lei brasileira não especificar o termo pedofilia em sua letra, o Artigo 217-A da seção “crimes sexuais contra vulnerável” do Código Penal dá uma descrição razoável:
Estupro de vulnerável
Art. 217-A. Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de catorze anos.
Pena – reclusão, de oito a quinze anos.
O que as pessoas normalmente não se dão conta é que pedofilia não é um crime em si. Como somos aficcionados por metonímia, temos a forte tendência de confundir “pedofilia” com “crime de pedofilia”. Enquanto este é o que vemos na mídia e com razão condenamos, aquela é uma entidade psiquiátrica, um distúrbio.
Classificado atualmente como uma parafilia, o assunto é bem mais extenso do que temos vontade de admitir, pois nem todo pedófilo é criminoso e mesmo aqueles que são, geralmente não são os únicos culpados.
Assistam ao vídeo a seguir (por Meire Gomes, do Bule Voador) e entendam do que estou falando.
Sintam-se à vontade para discutir aqui nos comentários.
Desafio #ten23 – overdose homeopática: vídeo-diário
Ontem, às 10:23h, eu ingeri 200 pílulas de arsênico homeopático numa diluição de 30CH, o que, segundo os homeopatas, deveria ter me matado em poucos minutos.
Mas isso eles disseram antes do ato, quando ainda estavam na fase das ameaças veladas e tentando criar medo. Depois, quando eles perceberam que os participantes sabiam da nulidade de efeitos negativos e iriam em frente de todo jeito, eles mudaram de ideia e disseram que temos que dar mais dinheiro para a indústria homeopática tomando as preparações por muitos e muitos anos para termos sucesso no nosso suicídio.
De superdosagem de vida, aparentamente.
Fica cada dia mais claro que homeopatia, além de matar, também emburrifica.
Eu e Jairo, do Um deus em minha Garagem, tomamos a suposta medicação enquanto o processo era filmado. O vídeo pode ser visto neste link.
Em seguida, ainda no shopping, iniciei um vídeo-diário para registrar qualquer efeito colateral causado pela extraordinariamente imensa quantidade de nada que eu tomei. Abaixo vocês podem acompanhar minha saga, em nove vídeos (mas calma, nenhum tem mais de cinquenta segundos).
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