Maria das Dores? Nunca mais!

Sabia que este ano – agorinha, 2008 – é o Ano Mundial contra Dores em Mulheres? A International Association for the Study of Pain (IASP) – Associação Internacional para o Estudo da Dor – quer chamar a atenção para a falta de conhecimento sobre questões relativas à dor feminina e as diferenças no tratamento e na pesquisa. A campanha se chama “Real women, real pain” ou “Mulheres de verdade, dores de verdade”. Confira aqui, em inglês.
Ao contrário do que se diz por aí, que homem é fraquinho, fraquinho para dor e mulher suporta até a dor do parto…  Estudos experimentais mostram que as mulheres têm menores limiares e tolerância à dor em comparação aos homens. Também, de acordo com a Sociedade Brasileira Para Estudos da Dor (SBED), as mulheres afirmam experimentar uma dor mais recorrente, intensa e duradoura que os machos.

Veja nas imagens – retiradas do site da SBED – as causas mais comuns que deixam as mulheres, totalmente, xaropes e Maria das Dores – não vale ficar analisando as nádegas da moça.
Como prevenir tanta queixa? Deve-se mudar condições emocionais – mente sã, corpo são -, de ambiente físico – mobiliário, iluminação – , de ambiente social – relacionamento familiar, no trabalho -, de postura e estilo de vida – atividades de lazer, prática de esportes, etc.

Como tratar? Primeiro é imporante ter ateção as condições que indiquei em “como prevenir”. Depois, mandar a ver em fisioterapia, medicamentos e por aí vai. O sensacional e inteligível site da SBED – clique aqui para ler – possui explicação sobre todos os tratamentos.

Se eu tivesse descoberto antes a acumpuntura, a massagem e o RPG – nessa ordem – seria, com certeza absoluta, uma pessoa mais feliz – agora sou! Você não imagina, por exemplo, o que uma agulhadinha pode fazer por sua saúde!
Ano passado fui tanto para a acumpuntura, mas tanto, que a Dra. Esmeralda – A médica – chegou a dizer: “Está bom, não? O tratamento já terminou há algumas sessões…” E o RPG? Eu fazia para “garantir”. Vai que eu fique com má postura… Depois conto mais aventuras – ou relaxamentos – nessas três áreas, inclusive me aproveitando das massagens grátis oferecidas durante o SPFW. Ai, ai (suspiro)…
Enfim, somos ou não o sexo frágil? Precisamos de muito carinho, compreensão e amor. Viu? Claro, e de que nos deixem livres para termos direitos iguais. Uma coisa não exclui a outra!

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