Doenças européias acabaram com população da Ilha de Páscoa

A Ilha de Páscoa, também conhecida como Rapa Nui, é tida como um exemplo de más práticas ambientais. Segundo pesquisadores, em 300 anos os antigos habitantes detonaram seis milhões de árvores. Mas… o arqueólogo Chris Stevenson e sua equipe mudaram o rumo do passado. Eles acreditam que a população local deu seu último suspiro após a chegada dos europeus em 1800 d.C.
Para o pesquisador, foram as doenças européias que mataram os habitantes da ilha. Até agora, os cientistas afirmavam que – como ocorreu com  outras civilizações antigas, exemplo, os maias – a população da Ilha de Páscoa morreu devido à fome, guerras, etc. Consequência da destruição o meio ambiente.
Stevenson conta que, apesar do desmatamento, eles já haviam encontrado formas sustentáveis de continuar vivendo no lugar: como adubação para restabelecer a saúde do solo e jardins para proteger as plantas. Aprenderam que deveriam todos consumir da mesma maneira para poder viver em equilíbrio. É possível que até as relações políticas mudaram. Afinal, ninguém poderia se dar ao luxo.
A notícia vi no bárbaro site do Science Daily –  clique aqui para ler, em inglês.
Obs.: Eu SEMPRE quis ir para a Ilha de Páscoa ver os moais pessoalmente – aquelas estátuas que chegam a dez metros de altura e pesam toneladas. Qual não foi a surpresa quando, no Museu Britânico de Londres, me deparei com esse grandão aí da foto? Aliás, leia aqui meu encontro com a Pedra Roseta. Melhor rir, para não chorar.

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5 ideias sobre “Doenças européias acabaram com população da Ilha de Páscoa”

  1. Páscoa, Krakatoa, Tokelau, Himalaia, China, Tailandia, Congo, Lago Vitoria, Fiordes Noruagueses, Tierra del Fuego, Turquia, Cáucaso… enfim… ;-) … vai me faltar tempo pra ir a todos os lugares que quero também… Historicamente, creio que além da guerra, a doença (ou a falta de raciocínio nos 2 casos) é o que mais liquidou civilizações não é?!

  2. Também tenho vontade de conhcer a ilha de Páscoa. Uma ilha com histórias fantásticas, como o ritual do passáro ( não me lembro direito qual).
    É interessante ver como alguns faores tidos como certo por um tempo são revistos. E nem sempre a nova história é agradável, como neste caso.
    Já no caso do número de neurônio publicado nestes dias foi bem diferente…
    Abraço,
    Búfalo

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