Arquivo da categoria: sociedade

Jornal da Tarde é censurado pelo Cremesp

“Liminar concedida ontem pelo juiz-substituto Ricardo Geraldo Rezende Silveira, da 10ª Vara Federal Cível de São Paulo, proibiu a publicação de reportagem sobre supostas irregularidades cometidas pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) – que estão sendo apuradas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A liminar foi entregue ontem às 20h na redação do JT por Cláudia Costa, advogada do Cremesp. Sua autenticidade foi confirmada pela Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça. O juiz não foi encontrado para comentar a decisão.”
Quais são as supostas irregularidades? “As irregularidades são investigadas pelo Tribunal de Contas da União e seriam relatadas em reportagem na edição desta quarta-feira do jornal.”
O que o meu meio – jornalístico – acha? “’A decisão é absolutamente inconstitucional, pois a Constituição, no artigo 220, proíbe a censura e, especialmente, a censura prévia’, diz o presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Maurício Azêdo”.
Eu lamento que isso esteja acontecendo, mas não vou falar muito sobre o tema. Preciso ler mais para concluir. Com base em outros fatos, apenas lembro que a “liberdade de imprensa” é como a nossa “democracia”, só existe para quem tem dinheiro. Genten, mas não se preocupe. Continuaremos comemorando os 40 anos do ano de 1968. “O ano que nunca acabou”. Trechos retirados daqui e dali.
Quanto à ciência, continuo compartilhando-a neste blog.

Gisele Bündchen tem “queda” por ativistas

A modelo “(…) declarou que se preocupa muito com o meio-ambiente e que os defensores da Amazônia conquistam sua simpatia. Ela disse que o cantor Sting, o motociclista italiano Andrea Dovizioso e o ex-técnico da Itália Marcello Lippi são os homens ‘sexies’, porque defendem a floresta.” Leia a matéria da Folha aqui.
Não, meu blog não virou um site de fofoca. Para quem não sabe, a modelo-mais-bem-paga-do-mundo-por-vários-anos Gisele Bündchen virá para o Brasil desfilar pela Colcci, no domingo, no SPFW. A bilionária mal chegou e já entrou na pegada verde e na discussão sobre a Amazônia.
Tendo isto constatado, não poderia deixar de checar o blog “verde” e o site  “do bem” da modelo. Em ambos Gisele defende as florestas, as criancinhas e por aí vai. Tem informações engraçadinhas e uteizinhas. Lembra-se de quando ela foi visitar os índios no Xingu? O site tem até um vídeo com depoimentos próprios e explicando o projeto ”Y Ikatu Xingu” ou “Salve a Água Boa do Xingu”. Veja o site aqui e o blog ali. Foto tirada do blog do – adoro – Tutty Vasques.

Diminui o preconceito relativo às opções sexuais

Desde o causo do jogador de futebol Ronaldo, quando saiu com três travestis, busquei postar algo científico sobre as opções sexuais. Afinal, hoje em dia é possível inserir a sociedade somente nas três “categorias” hetero, homo e bi? Algumas pessoas da área médica me disseram que… não. E, quem sai com travesti? Depende, essas mesmas pessoas e as pesquisas que realizei me responderam.
Mesmo na nossa sociedade machista e “semi-laica”, o preconceito com todas as diferenças – sejam elas sexuais ou não – está diminuindo. Principalmente, nas grandes cidades como São Paulo. Conseqüentemente, a cada dia que passa será mais fácil para a ciência explicar detalhes sobre a natureza humana. Existe muito por descobrir e os pesquisadores estão em busca de respostas.
Fiz um apanhado de notícias relevantes que comprovam o que eu disse. Abaixo segue um resumo de cada e, respectivamente, o link:
 

  • Por que homens procuram travestis? Muitos parecem precisar de uma forma atenuada de sexo com outro homem. Outros saem com eles por se parecerem lindas mulheres. “Embora acompanhasse os travestis todas as noites, não consegui distinguir um cliente típico”, diz o antropólogo americano Don Kulick. Época

 

  • “É provar duas teses ainda inéditas: que dentro dessas salas – “cinemas” do centro de Sampa – nomenclaturas como hétero, homo ou bissexualidade não são mais do que rótulos (…), a interação que há dentro das salas foge às explicações formais da psicanálise e dos psicologismos. E que o politicamente correto vem criando uma malha fina para que grandes atitudes preconceituosas sejam tomadas de forma velada, criando assim uma difícil contra resposta da comunidade que se encontra na situação preterida”, afirmou o mestrando em semiótica (!) Givago Oliveira sobre o objetivo do seu trabalho. Mix Brasil

 

 

  • O Ministério da Saúde vai incluir na tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) procedimentos cirúrgicos de mudança de sexo. Ministério da Saúde

 

 

  • A Advocacia Geral da União (AGU) apresentou parecer favorável ao reconhecimento de união entre casais homossexuais para assegurar o pagamento de benefícios previdenciários aos servidores públicos no Estado do Rio. Folha de S. Paulo

 

  • “Já que tem uma Parada do Orgulho Gay porque a gente não cria uma Parada do Orgulho Hetero? A pessoa deve ter orgulho do que ela é. Defendemos a liberdade de expressão”. Mix Brasil e Diário do Grande ABC

A Amazônia é nossa!

Pareceu um déjà vu. Desde criança ouço discussões sobre a quem pertence a Amazônia. Hoje, os sites brasileiros acordaram com matérias sobre um tal e-mail (clique aqui para ler) do tal livro “An Introduction to Geography”, de David Norman. Essa correio eletrônico circula há anos. Veja o que o governo brasileiro falou em 2001: “A Corregedora-Geral da União, Ministra Anadyr de Mendonça Rodrigues, enviou cartas, hoje (06/12), a 26 pessoas que manifestaram protestos pela publicação, nos Estados Unidos, de um livro escolar de geografia, que teria o mapa da América do Sul no qual a Amazônia aparecia destacada das fronteiras do território brasileiro, com a indicação de trata-se de reserva ambiental internacional.”
Procurei na Amazon o livro. Achei um que se chama “Territory: A Short Introduction (Short Introductions to Geography)”, do David Delaney, e o “Introduction to Geography” do Arthur Getis, Judith Getis, Victoria Getis e Jerome D. Fellmann. O livro pode ser uma lenda, mas um americano me disse que é verdade. Nos Estados Unidos a população acha que a Amazônia é do mundo. Como o mundo é deles… Logo, a Amazônia pertence aos Estados Unidos. Segundo o mesmo americano, o povo do seu país não conhece o mapa mundial. “Então, vamos ignorar”, concluiu.
Este ano, uma matéria publicada no The New York Times repercutiu internacionalmente. Intitulada “Whose Rain Forest Is This, Anyway?”, ela dizia que o aumento do desmatamento da Amazônia é uma preocupação mundial. Concluindo, outros países poderiam intervir. O jornal português “IOLDiário” foi dos veículos a afirmar que a matéria causou preocupação no Brasil.
No Dia internacional do Meio Ambiente, repito. Uma parte da Amazônia é brasileira. A outra pertence aos demais países: Peru, Bolívia, Equador, Venezuela, Colômbia, Suriname, Guiana e Guiana Francesa. Portanto, não se trata de uma zona internacional, dos Estados Unidos, de ONGs, dos índios, de fazendeiros, etc.
Obs.: Imagem publicada no site Quatrocantos. Para ler os textos citados, clique nos links.

Entenda TUDO sobre células-tronco

Finalmente, tá liberado! Por seis votos contra cinco, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou as pesquisas científicas com células-tronco embrionárias sem nenhuma restrição como previsto na Lei de Biossegurança. Uma vergonha o julgamento ter sido adiado, em março, porque o ministro Carlos Alberto Menezes Direito pediu “vistas” da ação. Bom, mas agora essas são águas passadas – elas não movem moinhos.
Veja quem votou a favor das pesquisas: Joaquim Barbosa, Carmen Lúcia, Ellen Gracie, Celso de Mello, Marco Aurélio Mello e Carlos Ayres Britto. E quem colocou exigências e afins: Menezes Direito (aquele que pediu “vistas”), Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Cezar Peluso e GIlmar Mendes (presidente do STF).
Às anotações:
O que são as células-tronco?
Elas “criam” as demais células e tecidos do organismo. São retiradas de embriões humanos – feto até ao terceiro mês de vida no útero – com dias de vida. As células-tronco adultas ficam armazenadas no sangue e nos tecidos das pessoas. Elas são mais especializadas dando origem a tipos específicos de órgãos.
Qual a importância delas?
Os cientistas acreditam que elas ajudem no tratamento de uma série de doenças como Parkinson, diabete, Alzheimer. Também, que possam curar lesões em nervos como na coluna cervical.
Por que ocorreu um julgamento?
A Lei de Biossegurança, aprovada em 2005, libera o uso dessas células em pesquisas ou no tratamento de doenças. Mas elas devem ser retiradas de embriões de fertilização in vitro, congelados há mais de três anos ou que não poderão dar origem a um bebê. Os “pais” do embrião precisam consentir e é proibida sua comercialização. Mas… em maio do mesmo ano, Cláudio Fonteles – na época procurador-geral da República – entrou no STF com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra o artigo que permite as pesquisas com células-tronco embrionárias. Fonteles disse que ele fere o princípio de direito e dignidade à vida. O argumento dele é que a vida tem início no momento da fecundação, porém não existe consenso na comunidade científica sobre o início exato.
O que a igreja pensa?
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) – representa a Igreja Católica – é contra por também considerar que se trata de violação do direito à vida.
Como vão as pesquisas?
O Brasil não realiza com células-tronco embrionárias desde a contestação do ex-procurador-geral. Os comitês de ética em pesquisa, que também precisam aprovar a realização deste tipo de estudos, decidiram não investir no setor. O país desenvolve apenas pesquisas com células-tronco adultas, principalmente, para tratamento de doenças cardíacas. Uma possível proibição poderia deixar o país defasado. No futuro, teríamos que importar tratamentos, o que sairia caro.
O governo não fez nada?
José Gomes Temporão, ministro da Saúde, é favorável às pesquisas. Quer criar a Rede Nacional de Terapia Celular para incentivar o setor. Para o presidente Lula, “o mundo não pode prescindir de um conhecimento científico que pode salvar a humanidade de muitas coisas”.
Fonte: O Globo Online.
Dica: Clique nos links da matéria para tirar dúvidas referentes ao sublinhado e veja aqui uma animação sobre o que são as células-tronco e suas pesquisas.

Dia da Carona Solidária


Daqui uma semana, dia 28 de maio, será “comemorado” o Dia da Carona Solidária. O nome não necessita de muitas explicações. A idéia é dividir o carro para diminuir a poluição da cidade. Claro, o trânsito também terá uma melhora… O estado de São Paulo até criou uma promoção. Frases sobre “Como melhorar a qualidade do ar?” poderão valer ingressos para o Zôo Safari. Veja aqui o regulamento.
A carona é comum em alguns lugares “desenvolvidos”. Um amigo alemão me contou que, no país dele, existe o “site da carona”. Funciona assim. No site, o dono do carro registra para onde vai – pode ser uma viagem dentro da cidade ou entre municípios -, quando e quantas pessoas cabem no seu veículo. Os interessados pela carona se registram no site. No dia da viagem, eles dividem os gastos com o combustível e os pedágios. Perguntei se não tem perigo, afinal, as pessoas não se conhecem. “Não, que idéia a sua”, ele respondeu. Não é uma maravilha?
Agora, em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Curitiba e por aí vai… Primeiro, é necessário investir em metrô e trem para conter a poluição – e o insuportável trânsito. Quando contei para um casal de franceses como era o transporte em São Paulo, eles ficaram chocados. “E o meio ambiente? Por que não colocam bonde, então, que é mais simples?”. Pois é… Tiraram todos de circulação!
Lembrando: Como diz um tio meu que mora no Rio… “Paulista é muito unido. Quando um vai para praia, todos seguem juntos. Na hora de voltar, a mesma coisa”. Hoje é o último feriadão do ano. Paulistas, velas para a Santa Paciência e a Mãe Natureza.

“Pra que dividir sem raciocinar, na vida é sempre bom multiplicar”


“Musica est exercitium arithmeticæ occultum nescientis se numerare animi”, disse o filósofo e matemático alemão Gottfried Wilhelm von Leibniz. Não entendeu? Meu amigo Leon de Almeida, fera em latim, traduziu para nós: “A música é um exercício aritmético oculto da alma que lida com os números sem saber”. Lindo.
Até os compositores Antonio Carlos Jobim e Marino Pinto fizeram uma alusão à matemática na letra “Aula de Matemática” – seus versos deram o título ao post. Aliás, essa música faz parte da Bossa Nova. Ritmo que completa 50 aninhos! Uma simples mortal como eu poderia deixar de homenagear a Bossa Nova? Jamais. Por isso, veja duas descobertas recentes que unem música e matemática.
Em um encontro de neurologistas que aconteceu nos Estados Unidos, os pesquisadores concluíram que as artes são necessárias para o aprendizado. “De todas as formas de arte, no entanto, a música parece ser aquela que mais efeitos tem sobre o cérebro, sobretudo melhorando a capacidade para a matemática, a geometria e a leitura.” Essa frase faz parte de um artigo publicado, ontem, no jornal Destak de Portugal.
Na Science, os professores de música Clifton Callender, Ian Quinn e Dmitri Tymoczko descreveram o método chamado “Teoria Geométrica da Música”. Seqüências de notas, ritmos, acordes e escalas foram agrupadas em “famílias”. Estas “famílias” – ou grupos (!) – podem ser representadas em espaços geométricos. Dessa forma, cada grupo forma uma figura geométrica diferente. Agora, a música poderá ser estudada como uma matemática! Porém ainda prefiro o método que aprendi a tocar violão aos sete anos…
Mais: Chega de saudade! Se quiser testar os conhecimentos sobre Bossa Nova, acesse este especial bacaninha. Na foto ao lado temos Vinicius de Moraes e Tom Jobim. Desde criança sou apaixonada por ambos e, claro, pela Bossa Nova. Depois, no meu coração estão os sambas e algumas músicas eletrônicas – adoro a batucada. Não sei o porquê. As pessoas com as quais cresci preferem MPB, rock e outros ritmos…

O aquecimento global existe?

Saiba que 52% dos brasileiros não acreditam que a mudança climática seja um problema grave. Enquanto, 46% se preocupam com a situação. Esse é o resultado do estudo “Barômetro Ambiental”, realizado pela Market Analysis, instituto de pesquisa e opinião pública. Com relação às conseqüências do aquecimento global, o maior medo é que a água acabe (23%), as espécies sejam extintas (16%) e o clima fique cada vez mais “radical” (14%).

Apesar disso, apenas 40% dos entrevistados se sentem capaz de realizar mudanças pessoais para ajudar o meio ambiente. “Existe uma fraca associação entre perceber o fenômeno ambiental como crítico no plano pessoal e se sentir capaz de mudar a situação”, disse Fabián Echegaray, diretor da Market Analysis. A margem de erro de é de, aproximadamente, 3,4%. A pesquisa foi feita com 802 adultos, entre 18 e 69 anos, e moradores de oito capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife e Brasília.

Saiba como mudar o futuro assombroso… A CPFL Energia, empresa privada do setor elétrico, lançou o portal “Canal da Energia”. Ele possui dicas de economia, orienta sobre os dados contidos na conta de energia e explica os direitos dos consumidores. Veja aqui.

Debate sobre transgênicos, e aí?

Enfrentei o frio do escondido Pavilhão Armando de Arruda Pereira, no Ibirapuera, sábado. A causa era interessante. Fui conferir o debate de Walter Colli, presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), e Hertor Escobar, jornalista de O Estado de S. Paulo. O tema era “Transgênicos e mídia”, promovido pela revista Pesquisa FAPESP em parceria com os organizadores da exposição Revolução Genômica.
Durante o encontro, foi colocado que muitas matérias ou artigos que ganharam destaque na mídia ou na internet são contra os transgênicos. Também, que há uma falta de conhecimento sobre o tema, principalmente, por parte da população. Natural. É um assunto complexo e nossa educação básica é precária. Muitas vezes, noticiar sobre ciência requer espaço nos veículos de comunicação – para explicar cada detalhe e nomenclatura – o que nem sempre é possível.
Uma pergunta instigante foi feita pela Mariluce Moura, diretora de redação da revista Pesquisa FAPESP: “Por que a discussão sobre a liberação dos transgênicos é tratada de forma tão passional?” Resumindo a discussão, isso seria conseqüência da falta de respeito pelo conhecimento científico e de interesses econômicos. Também, porque os transgênicos estão diretamente ligados a um item básico para nossa sobrevivência, a comida. Segundo o que foi falado, até o momento, as pesquisas científicas indicam que o uso de transgênicos é seguro.
Você sabia que consome transgênicos todo dia? O médico Colli passou uma lista deles: insulina (hormônio que metaboliza o açúcar), interferon alfa (medicação), lipase (enzima responsável pela digestão), enzimas de sabão em pó (!), quimosina (enzima usada na fabricação do queijo), vacinas contra hepatite B e contra gripe aviária.
Mais curiosidades abordadas:

  • Hertor disse que foi feita uma pesquisa na Itália. Questionaram a população. O tomate “normal” tem DNA? E o transgênico? A maioria respondeu que o comum não tinha, mas que o transgênico sim.
  • Conforme foi apresentado por Colli, as plantas transgênicas são mais produtivas. Isso diminuiria o volume de terra usada para as plantações.
  • Nenhuma pesquisa é 100% segura, mas cientistas brasileiros analisam com base científica qual produto transgênico pode ou não ser liberado.

Mas, o que é esse tal de transgênico? É toda espécie que possui material genético de outra. Por exemplo, pode-se jogar agrotóxico para matar as larvas que comem o milho. Ou, colocar no milho o gene da bactéria que “mata” a larva.
Desde que as pesquisas não indiquem riscos ao meio ambiente e para a saúde humana, não vejo problema com os transgênicos. Claro que deve-se ter o controle deles para não causar um desequílibrio ecológico. Quanto à saúde, é importante sempre acompanhar seus efeitos. E você, o que pensa sobre o assunto?
E, já anote na agenda:
Semana que vem haverá uma palestra que promete ser bacana. Jan Hoeijmakers falará sobre “Envelhecimento e longevidade: quanto duram seus genes?”. Será dia 18/05, domingo, às 11h no Parque do Ibirapuera. Hoeijmakers é pesquisador de genética molecular e professor da Universidade Erasmus em Roterdã (Holanda). Ele fez estudos sobre os princípios de organização e processos de reparo de DNA em células vivas. Isso permitiu investigar as bases moleculares do envelhecimento e da expansão do tempo de vida. Com isso, espera combater doenças comuns da velhice. Em 2004, criou a empresa Dnage, que desenvolve produtos contra o envelhecimento a partir desses estudos.