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Sorteio do livro “Seis Graus”!

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Valendo! Quer ganhar o livro “Seis Graus”, escrito por Mark Lynas e editado pela Jorge Zahar Editor? É simples. Basta escrever nos comentários deste post o que você faz para evitar o aquecimento global. Seja criativo! Os comentários poderão ser postados até o dia 20 de novembro. Em seguida, sortearei todos os inscritos. É o Xis-xis de Natal! Ho ho ho!
Sobre a obra
Meu coleguinha Mark Lynas, jornalista e ambientalista, um belo dia teve um insight. Ele mora a cerca de um quilômetro e meio da Biblioteca Científica Radcliffe, Universidade de Oxford, na Inglaterra. Segundo o autor, a maioria dos estudos sobre aquecimento global eram enviados para o local “onde permaneciam intocados por semanas, ou até anos”. “Dei-me conta de que era quase o mesmo que ter um oráculo de Delfos logo ali no meu jardim dos fundos, ou Nostradamus morando na casa ao lado”, escreveu.
Curioso, o jornalista foi xeretar os trabalhos científicos. E percebeu que, com o material, poderia montar um guia, grau por grau, sobre o futuro calorento do aquecimento global – se ele se concretizar. E essa é a história do “Seis Graus”. Lynas esclarece que parte dos trabalhos científicos foram feitos baseados em projeções, sendo que muitas vezes cada uma utilizava um modelo diferente. Ele foi encaixando os estudos em cada grau. No final do livro, colocou as referências para quem quiser tirar a prova.
O livro foi impresso no Brasil em papel reciclado. Recebi a obra esta semana, estou ainda no primeiro grau. Mas já deu para perceber um pouco sobre a prosa. Ela não é toda catastrófica. Além de bem humorado, de acordo com os temas, aos poucos o autor explica fenômenos da natureza – contextualizados com história e geografia – como as correntes marítimas. Veja duas informações curiosas que grifei:

  • Há 70 mil anos, uma erupção vulcânica na Indonésia lançou muito, mas muito mesmo enxofre e poeira na atmosfera. Tanto que até cortou o calor do sol. Assim, a temperatura do planeta despencou, aproximadamente, seis graus. A população humana foi reduzida para 15 mil a 40 mil indivíduos;
  • Na Idade Média, em meados de 1100 d.C., estima-se que as temperaturas no interior norte-americano foram até dois graus mais quentes do que agora. Índios morreram por falta de recursos naturais e em brigas violentas. Na Europa, os vikings colonizaram a Groenlândia e vinhedos eram cultivados no norte da Inglaterra – hoje eles são plantados no Mediterrâneo.

Quer comer “comida de astronauta”?


Está cansada do arroz com feijão da mamãe? Não aguenta mais jantar miojo? A macarronada do domingão não atrai mais? Seus problemas acabaram. Encontrei um site que vende marmitas de astronautas! Isso mesmo, a comida que os astronautas consomem lá no espaço afora!
O site Space-Food – clique aqui, em inglês – conta qual é o gosto das “comidas de astronautas”, do que elas são feitas e dá links de onde comprá-las por um preço mais barato! A-do-rei!
Eu fiquei com água na boca ao ver o sorvete napolitano… Hummmm, no calor de São Paulo, cairia super bem. De acordo com o site, esse sorvete tem gosto de… sorvete, mas é crocante! Isso porque ele foi congelado após sua água ser retirada por sublimação – sem passar pelo estado líquido. O sorvete pode ser armazenado por três anos. Na Amazon, é vendido por 3,49 libras. Uma pechincha!
Bom, enquanto meu sonho de ver a Terra do espaço não se concretiza, super aceito uma comidinha dessas como presente de Natal. Já é um consolo… Para saber mais sobre a “comida dos astronautas”, também indico este link da Nasa.
Mais uma dica: O site Think Geek vende brinquedinhos de ciência nunca antes vistos no Brasil. Fiquei apaixonada pelo kit de plantas carnívoras. Não é cutcho, cutcho?

O que comer para aliviar a TPM?

Pô, li essas informações obtidas com o médico Maximo Asinelli e adorei. Vou adotar. Olha, só. A Tensão Pré-Menstrual possui cerca de 150 sintomas relacionados que, além do psicológico, também influenciam a parte física e comportamental. Nós, mulheres, sabemos bem disso…
No período anterior à menstruação, alguns nutrientes ficam em falta no organismo. Comer mal contribui com essa deficiência. Além disso, agrava os sintomas levando ao surgimento de inchaços pelo corpo, náuseas, dores nos seios, mudanças de humor, entre outros.
Então, o primeiro passo é procurar se alimentar com mais frequência durante o dia, mas em refeições menores. O que facilita o processo de digestão e mantém o corpo sempre com reservas energéticas. A montagem do prato deve privilegiar alimentos leves como frutas, verduras, legumes e grãos integrais. Gordura saturada e sal devem ser evitados – mas… o chocolate? Continue lendo…
O médico afirma que magnésio e o cálcio são substâncias essenciais para o processo metabólico, pois a ingestão alivia os desconfortos. O primeiro está presente nos alimentos integrais – como arroz integral, aveia, granola e farelo de trigo – e no amendoim, nozes, amêndoas, feijão, soja, frutos do mar. O cálcio é encontrado, principalmente, no leite e seus derivados. Mas dê preferência pelos com baixo teor de gordura como queijo branco e leite desnatado.
Enfim… O chocolate! Ele também é rico em magnésio. Porém, se consumido em excesso, o açúcar e a cafeína que contém vão deixar a TPM ainda mais incômoda. Somado a isso, nada de alimentos como refrigerantes e café. O álcool também deve ser mantido longe da dieta. Ouviu garota enxaqueca?

Dicas para um turismo mais sustentável

A expressão “ecoturismo” não me agrada. Primeiro, porque turismo “de natureza” não deixa de ser turismo. Segundo, porque conheço raros casos de turismo que não agridem o meio ambiente. Um exemplo foi a viagem de um amigo. Ele percorreu o interior de São Paulo de bicicleta com uma mochila nas costas. E uma garrafinha para encher de água durante o percurso.
Só o fato de pegar um avião já gera impacto ambiental. O site da Air France possui uma calculadora que mostra quanto um passageiro emite de CO2. Quem viaja de São Paulo (Guarulhos) para Paris (Charles de Gaulle) – 9888 km de distância – emite 826 kg de CO2. Compare essa quantia com meu post sobre o Dia Mundial Sem Carro. Isso prova que turismo feito com avião, carro, ônibus, moto, gera impacto.
Antagonicamente, o turismo bem organizado é uma maneira de preservar o meio ambiente. Fernando de Noronha, como exemplo, é um sonho devido às suas belezas naturais. A ilha é ambientalmente equilibrada. Segundo palestra no Projeto Tamar de Fernando de Noronha, nunca foi registrado um caso de ataque de tubarão no arquipélago. Em seis dias, eu vi três tubarões por lá.
Se não houver preservação da natureza e do ecossistema, Noronha perderá sua graça – podendo se tornar, inclusive, perigosa. A ilha é linda porque a água é transparente, não existe lixo jogado nas trilhas ou nas praias – só vi uma latinha de cerveja em uma estrada de terra -, porque a vida marinha é um desbunde. A cada 100 metros, existe uma lixeira para materiais orgânicos e recicláveis. Tudo isso gera – muito – dinheiro para o Estado de Pernambuco.
Bom, vamos ao que interessa. Esse assunto renderá muitos posts de dicas de conservação, de histórias que quase prejudicaram o meio ambiente, de ações que podem trazer problemas e de críticas – inclusive à administração de Fernando de Noronha. Ao desembarcar em Noronha e ao chegar ao posto de venda do bilhete do passeio de jangada pelas piscinas naturais de Porto de Galinhas (no município de Ipojuca, em Pernambuco), recebi um folheto com dicas de conservação. Adote essas ações para todas e quaisquer viagem que fizer – algumas, cabem no dia-a-dia. Um resumo delas somadas às minhas experiências:
Não alimente os animais;
Não colete animais, plantas, pedras, conchas, artefatos arqueológicos, nada do seu ambiente natural;
Não persiga ou capture os animais;
Caminhe e mergulhe silenciosamente para não amedrontar os bichinhos;
No caso de recifes, evite nadar próximos a eles para não quebrá-los;
Não se apóie, nem encoste nos recifes;
Produza o mínimo de lixo;
Respeite os limites impostos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama);
Respeite os seus limites físicos;
Não desperdice água e energia elétrica;
Caminhe pelas trilhas sem alargá-las;
Coloque o lixo nas lixeiras, se não houver, leve com você;
Não enterre resto de alimentos;
Não encoste ou suba em ruínas históricas;
Não faça fogo em acampamentos sem saber se ambos são permitidos;
Não escreva em árvores, rochas ou placas – essa é básica.
“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê lo e preservá lo para as presentes e futuras gerações”, artigo 225 da Constituição da República.
Obs.: A foto tirei no pôr-do-sol na Praia dos Carneiros (Pernambuco) que, provavelmente, ganhará um post sobre a ocupação dela. Em cinco anos, creio que não estará tão calma como é hoje. A outra tiramos de duas tartarugas que se alimentavam calmamente na praia do Porto, em Fernando de Noronha, nesta segunda-feira.

Refloreste o mundo sem sair de casa

O Brasil não é suficiente? Cansou de reflorestar a Mata Atlântica e a Amazônia? Quer dominar, ops, quer dizer, quer reflorestar o mundo? Seus problemas acabaram. A multinacional japonesa NEC Corporation mantem, se não me engano desde 2004, o site Ecotonoha.
Funciona assim. Você clica aqui. Escolhe um galho da árvore – uma bolinha vermelha. Depois, escreve seu nome e sua mensagem no quadro que aparecer. A cada 100 mensagens, a empresa planta uma árvore na ilha Kangaroo, localizada na amistosa Austrália.
A empresa afirma que, no ano passado, recebeu 136.566 recadinhos do mundo todo. No total, 1.365 eucaliptos foram plantados. Bem que a gente poderia tirar essas árvores que invadiram nossa querida Mata Atlântica e enviar para eles, não é mesmo? Brincadeirinha.
O fato é que eu já publiquei meu recado lá na árvore japa – só é possível escrever um por dia. Deixe o seu também! E, se conhecer mais links que prometem reflorestar o mundo, coloque no comentário! O Pink e o Cérebro agradecem.