Patagônia austral: posts sobre o Fim do Mundo

IMG_3201Acabei de voltar de uma viagem pelo tempo. Uma viagem sobretudo geológica, glaciológica, paleontológica e antropológica. Fui para a Patagônia austral chilena e argentina! Um sonho realizado! Lá é o último lugar da Terra, exceto pela Antártida, onde o homem chegou. Isso há 15 mil anos. Uma data recente se você pensar que o planeta tem mais de quatro bilhões de anos. Engraçado que, ano passado, fui para a África do Sul, lugar onde o homo sapiens “apareceu” cerca de 200 mil anos atrás. Um ciclo fechado! Como deu para perceber, tenho muuuuita história para contar.

 

Nem acabei de publicar todos os posts que queria sobre a África (ao menos alguns vídeos vou colocar no ar) e já quero partir para a Patagônia. Achei que fosse “apenas” contemplar paisagens deslumbrantes, caminhar muito, comer e beber bem, mas, no Fim do Mundo, consegui caçar muita informação sobre os primeiros habitantes daquela inóspita região. Sem contar a paleontologia do nosso continente que consegui entender melhor – mas eu já imaginava que veria dados sobre os extintos animais como dinossauros e grandes mamíferos graças ao livro “A Viagem do Beagle”, do mestre Darwin. Recomendo!

 

Enfim, estando no Fim do Mundo deu para perceber porque Darwin conseguiu coletar tanta informação sobre geologia e como aquelas terras incríveis o ajudaram a formular a famosa Teoria da Evolução. Se você pode, não deixe de ir à Patagônia (me mande e-mail se precisar de dicas e informações). Ela me ajudou a entender mais sobre o nosso planeta, sobre o nosso continente, sobre os nossos vizinhos e sobre eu mesma. Uma viagem ao passado e ao nosso futuro.

 

IMG_3070Apesar desse não ser um blog de turismo, vou compartilhar algumas dicas ao fim de cada post (seria um dever meu, porque há pouca informação em português sobre como conhecer a região). Dica de museu para quem curte antropologia: Museo Yámana, em Ushuaia. Para quem gosta de palentologia, Centro de Interpretación Histórica Calafate; e para quem quer entender sobre glaciologia, Glaciarium, ambos em El Calafate.

 

Outras dicas básicas. A Aerolineas Argentinas pode cancelar voos de última hora ou adiantar o voo sem avisar. Portanto, chegue com folga ao aeroporto. Apesar de a Argentina e o Chile serem vizinhos, o transporte entre eles é complicado fora de temporada (depois quero fazer um post sobre o ranço entre ambos). A maioria dos passeios duram o dia todo, vá com tempo e reserve com antecedência. Leve roupas sintéticas para o frio, eu (sou muito friorenta) peguei -15 ºC sem reclamar. Roupas ideais: segunda pele de tecido polar, blusa de tecido polar, corta vento e impermeável. A calça deve ser segunda pele de tecido polar e calça corta vento. Tênis impermeável de caminhada. E aproveite o frio do mundo!

 

Cadê o aquecimento global com esse frio?

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O aquecimento global pode parecer um bicho-papão que vai te pegar se você não se comportar bem. E é mais ou menos por aí, ao menos, segundo pesquisas científicas. Pesquisas científicas, aquecimento global, quanta coisa difícil! Mas vamos com calma tentar explicar que raios é isso e se ele já está em ação, apesar de ter nevado em Curitiba (PR) – suspiro, tão perto de Sampa… Já se falou tanto em aquecimento global que ele deve fazer parte do inconsciente coletivo.

 

Resumindo a história, o nosso azul planeta Terra já passou por muitos aquecimentos e resfriamentos ao longo dos seus 4,6 bilhões de anos. Como sabemos disso? Devido a algumas evidências contidas, por exemplo, no gelo! De modo geral, quanto mais carbono há na atmosfera, mais isso indica que foram tempos quentes. Uma das maneiras de ver como era o clima da Terra é analisando as bolhinhas de ar contidas nos glaciares – depósitos de gelo. Os cientistas calculam a idade do gelo (muitas vezes, quanto mais profundo, mais antigo) e verificam quanto de carbono tinha naquela época.

 

E o que o carbono tem a ver com o clima do planeta? Ele é um dos gases causadores do efeito estufa (a famosa sigla GEE, gases de efeito estufa). O efeito estufa, de certa maneira, é ótimo. Ele impede que o calor do Sol saia da nossa atmosfera terrestre. Graças a ele, temos um planeta com clima gostosinho para viver. Sem esse fenômeno, talvez, nós nem existiríamos. Tome nota: o problema é que, como era de se imaginar, quanto mais carbono na atmosfera, maior será o resultado do efeito estufa.

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Ao longo dos 4,6 bilhões de anos, ações naturais como as grandes erupções vulcânicas fizeram a Terra esfriar porque impediram a entrada dos raios do Sol no planeta. Alguns pesquisadores acreditam que elas foram as responsáveis pela extinção, inclusive, dos dinossauros! Como as coisas parecem ser cíclicas neste planetinha perdido no universo, o clima da Terra voltou a esquentar. E, assim, a Terra seguiu vivendo.

 

Como eu disse acima, parece que o calor na Terra tem relação direta com o nível de carbono na atmosfera. Uso a palavra “parece” porque, em ciência, conforme os pesquisadores vão estudando, mais peças acham para montar o quebra-cabeça da vida. Já faz um tempo (mais de três décadas) que os pesquisadores têm notado, com base em medições, que a temperatura de alguns lugares ficou mais quente. Por quê?

 

Vamos juntar as peças. Principalmente, desde a Segunda Revolução Industrial, quando o petróleo foi “descoberto” como fonte de energia, o planeta tem aquecido mais. Antes dessa exploração, o petróleo estava quietinho lá nas profundezas da Terra (às vezes, nem tão fundo assim, apenas poucos metros da superfície do solo). A gente aprende na escola que o petróleo foi, um dia, os dinossauros. Sabe-se que ele é de origem orgânica e composto por moléculas de carbono (rá) e de hidrogênio.

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Agora, nós, seres humanos, mandamos ver em queimar petróleo. Queimamos para fazer indústrias funcionarem, para carros andarem, para aviões voarem. Essas moléculas de carbono vão para a atmosfera. Para piorar, a gente tem desmatado sem dó as nossas maravilhosas florestas. As árvores retém carbono, principalmente, durante o seu crescimento. Uma árvore da Mata Atlântica absorve 190 quilos de carbono, aproximadamente. Quando a gente desmata e, pior, queima essas árvores, aumenta a concentração de carbono na atmosfera. Lembra-se que, quanto maior a concentração de carbono na atmosfera, mais o planeta era quente? Matada a charada! Com base em estudos, estudos e mais estudos, os pesquisadores do famoso Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) projetam quanto o clima do planeta ficará mais quente.

 

Aí, é aquela bola sem neve. Quanto mais aumentar o clima do planeta, mais os gelos nas regiões frias da Terra vão derreter. Essa água correrá para o mar, que ficará mais alto. Mais alto, ele alagará cidades litorâneas (onde vive a maior parte da população do Brasil, se não me engano) e acabará com ilhas. Milhões de pessoas ficarão sem casa. Os fenômenos como furacões serão mais frequentes e mais fortes. É tipo a anunciação do fim do mundo. Fim do mundo para nós e para outros seres vivos. Porque a Terra, meu bem, esta seguirá seu movimento de translação em volta do Sol normalmente. Talvez, o eixo de rotação seja alterado, como aconteceu quando houve o terremoto que atingiu o Japão em 2011.

 

Bom, agora, voltando à pergunta do título. Sim, São Paulo teve o dia mais frio dos últimos 50 anos. Apesar da friaca nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, os últimos invernos têm tido as temperaturas altas mais altas das últimas décadas. Portanto, está frio, mas o aquecimento global bate a porta. E, muita gente me pergunta: as chuvas fortes do verão, os ciclones, os furacões que acontecem agora são culpa do aquecimento global? Minha resposta sempre a deixa desanimada: “Não podemos afirmar”. Científicamente ainda não podemos dizer que os eventos extremos que acontecem neste momento são culpa do aquecimento global. Pode ser que sim, pode ser que não. O fato é que fenômenos naturais são inevitáveis, mas as tragédias que eles causam podem ser evitadas. Pense nisso.

Dica: O excelente fotógrafo James Balog, especializado em natureza, reparou que alguns glaciares pareciam encolher. Aí, o cara teve a genial ideia de fotografar cada minuto de geleiras nos Estados Unidos, Groenlândia, entre outros lugares durante três anos. A saga rendeu o documentário “Chasing Ice“. Ele conseguiu captar a maior ruptura de gelo já filmada. Um bloco do tamanho de Manhattan, em Nova Iorque, se desprendeu fazendo um barulho ensurdecedor. O documentário poderia ser melhor, peca por se centrar muito na figura do fotógrafo e não no aquecimento global em si, deixando de explorar dados colocados interessantes e imagens maravilhosas. Mas, se você se interessa pelo tema, vale a pena. VEJA OS INCRÍVEIS VÍDEOS DOS GLACIARES AQUI.

Obs.: As fotos foram tiradas, respectivamente, na África do Sul, no Chile e na divisa de São Paulo com Minas Gerais.

Quanto as mulheres mudam de ideia rapidamente?

Mais uma pimentinha na discussão entre gêneros. A marca de desodorantes Axe, em parceria com o instituto QualiBest – especializado em pesquisa de mercado -, fez um estudo com mulheres. Tchan, tchan, tchan… A pesquisa revelou que elas – nós – mudam cerca de 44 vezes de opinião sobre assuntos polêmicos – como política, sexo e religião -, 52 vezes sobre o estilo de roupa e 21 vezes sobre produtos de uso pessoal ao ano.
A pesquisa foi feita com 882 mulheres de dez locais: Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Distrito Federal. As entrevistadas creem que a “mudança” define a mulher brasileira moderna. E, essas mulheres, se veem como agentes de inovação. Maria Arminda do Nascimento Arruda, Professora Titular de Sociologia da Universidade de São Paulo (USP) e consultora da pesquisa, explica: “Com tantas quebras de paradigmas, necessidade de mudança e busca pelo novo, para as mulheres, as coisas podem perder o frescor, o caráter de novidade”.
Segundo o instituto, as mulheres relatam que algumas das influências para elas mudarem de opinião rapidamente são: “maior facilidade de se adaptarem às mudanças do ambiente onde vivem” (49%), “observar que a opinião anterior estava errada” (46%), “ser convencida pelos argumentos de outra pessoa” (42%), “ser uma característica da própria pessoa” (38%), “as mudanças repentinas de humor” (36%), entre outros.
Quando questionadas sobre os aspectos visuais que elas mudariam naquele momento, a maioria, 28%, disse que seria o “corte de cabelo”, seguido por “tipo de roupa” (20%), “cor de cabelo” (19%), “algum tipo de acessório” (13%) e “cor do esmalte das unhas” (7%). Apenas 6% não mudariam nada.
Sobre os momentos que mais mudam de ideia: “na escolha de roupas para sair” (49%), “durante a compra de roupas, acessórios e sapatos” (48%) e “durante a compra no supermercado” (39%).
Mulheres x homens
A pesquisa também procurou entender as mulheres em seus relacionamentos. Elas dizem que para cada situação relacional, os homens precisam apresentar determinadas características – ok, coitados de vocês. Por exemplo, para casar, os homens precisam: fazê-las se sentirem únicas e especiais, ser um bom ouvinte, ter um emprego estável, entre outros. Para namorar: serem bem-humorados, perfumados, surpreenderem com pequenos presentes e “ter pegada”. Para simplesmente ficar: precisa ser bonzinho, bonito, fazer o tipo cafajeste, malandro e vestir-se bem, na moda. Anotado?

Mulheres são a maioria entre os novos médicos de Sampa

Glamurosas. O primeiro post do ano dedico a nós, mujeres! Segundo as inscrições de novos médicos no Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), entre os 3.029 formandos em Medicina que se inscreveram em 2009, 1.645 (54%) são mulheres e 1.384 (46%) são homens.
“Tendo em vista tratar-se do quarto ano consecutivo com predomínio crescente das mulheres, a série histórica indica a tendência de feminilização da profissão médica no Estado de São Paulo”, diz o presidente do Cremesp, Luiz Alberto Bacheschi – também neurologista e professor da Faculdade de Medicina da USP.
De acordo com a instituição, em 2006 as moças começaram a dominar a Medicina – com 51,75% dos 3.030 novos registros profissionais. Desse dia em diante, o número de mulheres só aumentou: 52,78%, em 2007; e 52,96 %, em 2008. Há 30 anos, os machos representavam 66,43% das novas inscrições. Em 2000, o número já caía para 55,39%.
No entanto, entre os médicos em atividade, a presença dos homens ainda é majoritária. Dos 101.087 trabalhando no estado em janeiro de 2010, aproximadamente, 60% são homens. Segundo a instituição, o equilíbrio deve demorar mais de uma década para acontecer.
Agora, adivinha em quais especialidades há mais mujeres? Em Pediatria e Dermatologia – proporcionalmente, cerca de quatro vezes mais que os homens! Os machos prevalecem em Medicina Legal, Medicina Esportiva, Ortopedia/Traumatologia e Urologia. Hum.
Obs.: Não encontrei uma pesquisa que mostrasse como é a situação no Jornalismo brasileiro. Mas só de levantarmos o pescoço nas redações, intuimos. “É nóis”.

Mulheres identificam as emoções melhor que os machos

A-há! Pimenta no molho! As mulheres distinguem melhor do que os homens as emoções, especialmente, o medo e o desgosto. A conclusão é de um estudo realizado por Olivier Collignon e outros pesquisadores da Universidade de Montreal – Centre de Recherche en Neuropsychologie et Cognition (CERNEC).
Dessa vez, os cientistas não usaram fotos para analisar a reação dos 23 “cobaias” homens e mulheres, com idade entre 18 e 43 anos. Os pesquisadores contrataram atores e atrizes para simular o medo e o desgosto. Escolheram essas emoções porque acreditam que são mais relevantes à sobrevivência. Os “cobaias” deveriam dizer rapidamente o que sentiam ao ver as expressões e, ao mesmo tempo, ao ouvir os áudios compatíveis e não com as emoções representadas.
Bom, as mulheres responderam mais rapidamente – e correto – às emoções expressadas por outras mulheres. E, comparadas aos homens, processaram as emoções em maior velocidade. Apesar do resultado… a ideia não é mostrar a superioridade de nós, meninas lindas e gostosas e charmosas e inteligentes e modestas, sobre os homens. O intuito é relacionar as emoções com os gêneros e as doenças. Por exemplo: o autista, maioria homens, possui dificuldade no reconhecimento das emoções.
Eu, leiga, acredito que as mulheres percebem as emoções por necessidade, para entender os filhos e se relacionar melhor com o macho provedor. Além disso, porque é competitiva com outras mulheres. Nada melhor do que saber o que o “concorrente” sente para, em seguida, agir. O artigo está aqui, ó.

Um em quatro machos sofre com ejaculação precoce

Não se reprima. Um em cada quatro homens brasileiros vivencia a ejaculação precoce. Quadro no qual o indivíduo ejacula rapidamente, sem que seja possível estabelecer um controle voluntário. A EP, como é conhecida entre os médicos, é responsável por 40% das queixas feitas nos consultórios de terapia sexual.
A maioria dos pacientes é formada por homens casados ou com parceira fixa. “Usualmente, eles levam cerca de quatro anos após os primeiros sintomas para procurar um especialista”, afirma Evandro Cunha, médico do Hospital Urológico de Brasília.
Sem possibilidade de prevenção, a alteração – que afeta de maneira drástica a vida sexual e, consequentemente, a auto-estima do homem – divide-se em duas categorias: de origem primária, que se inicia quando acontece a primeira relação sexual na adolescência; e de origem secundária, que surge repentinamente na maturidade, em homens que anteriormente não apresentavam a disfunção.
Cunha explica que quadros de ansiedade e de depressão estão ligados à EP de origem primária e secundária. “Caso o quadro se torne crônico, é essencial acompanhamento médico”, diz.
Em geral, o tratamento consiste na associação de medicamentos e psicoterapia podendo, de acordo com a resposta do paciente, ser um ou outro isoladamente. “Não existem tratamentos alternativos”, afirma o médico. Assim, é benéfico gerenciar o estresse e a ansiedade para não causar ou piorar o problema.

É fácil engravidar?

Conheço muita gente que morre de medo de engravidar porque não acha que é a hora certa. Detalhe: mesmo usando métodos contraceptivos. Ok. Pois olhe que interessante os dados divulgados pelo Instituto Verhum, uma clínica de reprodução humana.
As chances de casais jovens – com menos de 35 anos – engravidar é de 15% a 20% ao mês. Isso se nenhum dos dois apresentarem algum problema de fertilidade. Agora, independente da idade, a chance de gravidez daqueles que querem ter um filho é de 82% ao ano. Quando a mulher tem mais de 40 anos, esse número cai para até 10% menos.
Quem apresenta mais problemas para engravidar: o homem ou a mulher? De acordo com a clínica, 40% das dificuldades de engravidar são de causas femininas, 40% masculinas e 20% correspondem à intersecção dos dois. Mas vale ressaltar que, após os 35 anos, o número de óvulos capazes de serem fertilizados começa a diminuir.
Bom, sei que a clínica faz consulta de graça para casais de baixa renda. Uma vez ao mês os médicos atendem esses casais e realizam espermograma – exame que analisa as condições da produção de esperma – e ultrasom em pacientes indicados. Os interessados podem entrar em contato pelo telefone (11) 3365-4545. Agora, sem estresse.
Obs.: Não é um post patrocinado. Muita, mas muita gente, me pergunta qual a chance de engravidar quando não se quer… Compartilho os dados, citando a fonte, claro.
Ah, a Claudia Chow, que escreve o blog Ecodesenvolvimento, fez perguntas pertinentes sobre os dados. O médico Vinicius Medina Lopes, diretor da clínica, respondeu:
As chances de casais jovens – com menos de 35 anos – engravidar é de15% a 20% ao mês. Essas chances são pra quem transa todos os dias do mês? 1 vez por dia? Ou só pra quem transa no período fértil? Ou essa estatística serve para toda e qq transa? Lopes: Para quem tem de 2 a 3 relações por semana próximas ao período fértil. Lembro que relações diárias pioram a qualidade do sêmen e não devem ser encorajadas.
Independente da idade, a chance de gravidez daqueles que querem ter um filho é de 82% ao ano. Pq? Lopes: Para pacientes com menos de 35 anos sim, já para mulheres com idade acima de 40 anos, apenas 30% vão conseguir gestar.
Quem quer ter um filho tem mais chance de engravidar? E quem não quer as chances diminuem? Pq? Lopes: Sim, se observar o período fértil, não utilizar ducha vaginal ou lubrificantes neste período as chances são maiores. E para quem deseja adiar a maternidade é recomendado procurar um especialista para definir o método contraceptivo, para que no momento que se decida pela maternidade não haja surpresas desagradáveis.

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