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Rio de Janeiro: é preciso planejamento

O Rio de Janeiro, mais uma vez, foi atingido por uma tragédia: a chuva. Deixando mortos, desabrigados e destruição. Segundo o Cemaden (Centro de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), a chuva acumulada em 24 horas foi o triplo da média para o mês em duas estações da cidade. Parece um triste filme que já vimos antes. Apenas neste ano, este é o terceiro episódio de chuva extrema no Rio. De acordo com meteorologistas do Climatempo, a água do mar tem estado com a temperatura acima do normal entre o litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro. E quanto mais quente, há mais evaporação e umidade disponível para formar as chuvas. Na capital fluminense, os morros da cidade acabam segurando as nuvens sobre ela. Para piorar essa combinação, a faixa de terra em muitos morros do Rio de Janeiro é pequena. Sob esse solo, há geralmente uma rocha chamada granito, a mesma do famoso Pão-de-Açúcar. Assim, a chuva vai encharcando essa pequena faixa de solo até ele ficar muito pesado e ocorrem os deslizamentos de terra. Do outro lado da cidade, o mar pode ser agitar com os ventos causando ressacas. O Rio de Janeiro fica espremido entre essas forças da natureza. Conclusão: vários pontos da cidade são locais sensíveis a tragédias naturais. Com o aquecimento global, os moradores do Rio podem correr ainda mais riscos, já que eventos extremos ficarão mais frequentes e terão mais força. O Rio de Janeiro precisa de planejamento para evitar tragédias como a de agora e para enfrentá-las mais adequadamente. E também entender e respeitar os limites naturais. Antes tarde do que nunca.

*Este texto foi ao ar no programa Desperta, da Rádio Transamérica, apresentando pelos queridos Carlos Garcia e Irineu Toledo.  Uma vez por semana, minha coluna vai ao ar por volta das 6h15 da manhã. Geralmente, às quintas-feiras. Beijo!

Foto: Isis Nóbile Diniz

É preciso desmatar mais para cultivar?

Hoje, o Brasil têm mais áreas destinadas à agropecuária (245 milhões de hectares) do que áreas protegidas (216 milhões de hectares), segundo o Observatório do Clima, um grupo de organizações da sociedade civil. Dessas áreas de agropecuária, 50 milhões de hectares são terras degradadas, subutilizadas ou abandonadas pelo agronegócio. Uma pesquisa publicada este mês na revista científica Science Advances, mostrou que quando uma área usada para a agropecuária é abandonada, o número original de espécies é totalmente restabelecido em cerca de 50 anos. Relativamente, muito rápido. Em apenas 20 anos, o local já está praticamente tomado de plantas. Mas os pesquisadores encontraram um importante problema aí. Na maioria dos casos de regeneração, as espécies que aparecem na nova floresta são diferentes das originais. Apenas 34% são as mesmas espécies encontradas nas florestas antigas. Isso significa que teve perda de biodiversidade. E vale lembrar que o Brasil têm a maior biodiversidade do planeta. Desmatar para depois abandonar pode afetar inclusive nossa economia. Já que da biodiversidade extraímos, por exemplo, substâncias para medicamentos.

*Este texto foi ao ar no programa Desperta, da Rádio Transamérica, apresentando pelos queridos Carlos Garcia e Irineu Toledo.  Uma vez por semana, minha coluna vai ao ar por volta das 6h15 da manhã. Geralmente, às quintas-feiras. Beijo!

Foto: Isis Nóbile Diniz

O canudo de qual material é mais ambientalmente correto?

Cerca de vinte cidades brasileiras, como Rio de Janeiro e Fernando de Noronha, já proibiram o uso de canudos plásticos em bares e restaurantes. Outras como São Paulo devem fazer o mesmo. Mas falta fiscalização dos estabelecimentos. Além disso, poucos locais oferecem canudos biodegradáveis como de papel como opção ao plástico. Afinal, um canudo de papel custa sete vezes mais do que o de plástico. No lugar do canudo, o comércio têm colocado o copo plástico que também é mais barato que o canudo de papel. Resolveu a questão? Piorou. Se continuar assim, o Brasil pode subir de quarto para o terceiro lugar no índice dos países que mais geram resíduos plásticos. Em casa, algumas pessoas estão usando os reutilizáveis e agora na moda canudos de inox. Mas a sua produção consome muita energia elétrica e água, além de emitir gases de efeito estufa. Por enquanto, a primeira solução para a questão dos canudos seria evitar o seu uso, principalmente, se o canudinho for de plástico. Ou seja, optar por recipientes laváveis como o simples copo de vidro. Quando o canudinho for necessário, melhor escolher os reutilizáveis mais biodegradáveis como canudo de bambu ou de vidro. Agora, em todos os casos, sempre descarte o canudo corretamente. Afinal, apenas 13% dos resíduos sólidos urbanos no país vão para reciclagem segundo o IPEA, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.

*Este texto foi ao ar no programa Desperta, da Rádio Transamérica, apresentando pelos queridos Carlos Garcia e Irineu Toledo.  Uma vez por semana, minha coluna vai ao ar por volta das 6h15 da manhã. Geralmente, às quintas-feiras. Beijo!

Foto: Isis Nóbile Diniz

Brasil pode ter maior parque eólico da América do Sul

O Brasil é o país com maior potencial para a energia eólica no mundo. Isso porque aqui temos ventos constantes em velocidade e em direção a maior parte do ano. Mas o país ainda está em oitavo lugar no que diz respeito à capacidade instalada de produção de energia eólica. Ou seja, no quanto podemos gerar de energia. Agora, parece que nosso potencial será mais utilizado. A energética italiana Enel iniciou a construção do que será o maior parque eólico da América do Sul. O projeto fica no sul do Piauí, terá 230 turbinas e custará quase 3 bilhões de reais. Se tudo der certo, o parque entra em operação daqui a dois anos. Hoje, cerca de 80% da energia elétrica que abastece nossa residência ou nosso trabalho é proveniente dessas fontes renováveis como principalmente hidrelétrica. Isso para quem faz parte do Sistema Interligado Nacional, aqueles dos fios de alta tensão. De certa maneira, toda geração de energia tem impacto ambiental e social. Mas é muito mais poético e ambientalmente correto optar por energias que usam forças da natureza como o vento e o raios solares do que as térmicas, por exemplo, que produzem por meio da queima de combustíveis fósseis.

*Este texto foi ao ar no programa Desperta, da Rádio Transamérica, apresentando pelos queridos Carlos Garcia e Irineu Toledo.  Uma vez por semana, minha coluna vai ao ar por volta das 6h15 da manhã. Geralmente, às quintas-feiras. Beijo!

Foto: Ana Carolina Sartelli/ Flickr

Que tipo de praieiro é você?

Hoje, dia 8 de junho, é comemorado o Dia Mundial dos Oceanos. Você, que como eu ama o mar, manja do ambiente marinho onde estica sua canga e pega sua onda? Vamos ver! Teste seus conhecimentos abaixo.

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  1. O Brasil tem a segunda maior barreira de corais do mundo?a)Verdade, parte dela fica no litoral nordestino.
    b)Verdade, os Corais da Amazônia fazem parte dela.
    c)Mentira, todo mundo sabe que barreira de coral quem tem é a Austrália.
    d)
    Mentira, a segunda maior barreira de coral fica na Flórida, Estados Unidos.
  1. O que é um tsunami?
    a)Uma onda gigantesca que perde pouca energia e pode aumentar de tamanho perto da praia.
    b)Uma onda gigantesca que nasce do mesmo tamanho e segue destruindo tudo.
    c)Indiferente. O que importa é surfar a onda.
    d)Uma onda como as marolas que se acabam na praia, mas por ser maior destrói mais.
  1. Com quantas árvores se constrói uma canoa caiçara “de um só pau”?
    a)
    Pelo menos duas, uma para os bancos e outra para a estrutura. b)Prefiro não responder a esta pergunta capciosa.
    c)
    Com um único tronco esculpido de maneira artesanal.
    d)Com um tronco apenas que também é usado para levantar a vela.
  1. O que é um molusco bivalve?
    a)É um personagem inventado para o desenho do Bob Esponja.
    b)
    É aquela famosa conchinha de duas partes que encontramos na beira do mar.
    c)
    É um animal com duas válvulas que vive no fundo do oceano e se alimenta de invertebrados.
    d)
    É uma espécie de esponja marinha que se fixa nos corais.
  1. Qual a diferença de um siri para um caranguejo?
    a)
    O caranguejo tem duas pinças e o siri tem uma.
    b)O caranguejo tem dez patas e o siri tem oito patas.
    c)O siri tem duas patas traseiras que são como nadadeiras.
    d)Só sei que quem anda para trás é caranguejo.
  1. O que é uma “baía”?
    a)Ô, Meu Rei, é apenas um estado brasileiro.
    b)
    Uma área de terra que avança para o mar e cercada de água por todos os lados.
    c)
    Um eufemismo para uma praia “bonita”.
    d)
    Um acidente geográfico onde o mar é quase todo rodeado por terra.

7. O que são peixes bentônicos?
a)
Peixes que vivem junto ao sedimento marinho.
b)Uma espécie de peixe chamada assim em homenagem ao Chico Bento, da Turma da Mônica.
c)Peixes que se alimentam de algas bentas.
d)Peixes que vivem próximos à superfície do mar.

  1. O que são bancos de algas?
    a)Onde os animais marinhos guardam suas economias.
    b)Um local de refúgio e de alimentação para espécies como cavalo-marinho e tartaruga-marinha.
    c)Algas à deriva que enroscam em embarcações.
    d)Algas que invadem a praia deixando a água colorida.

Gabarito:

1.a 2.a 3.c 4.b 5.c 6.d 7.a 8.b

Se você acertou menos de quatro questões, é mergulhar mais no tema para não morrer na praia!

Se você acertou entre cinco e sete questões, já é quase um surfista na crista da onda.

Se você acertou entre oito e nove, quem sabe com mais braçadas alcança o tesouro do pirata?

Agora, se você acertou tudo, parabéns sereia ou sereio do mar! Seu mar está para peixe!

Saiba mais sobre o ambiente marinho e áreas costeiras acompanhando o trabalho do Instituto Costa Brasilis! Mais teste aqui!

 

 

Participe de vaquinha para plantar uma floresta

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Muita gente me pergunta: “Como posso ajudar a ONG onde você trabalha”? A-há! De várias maneiras. Agora, mais do que nunca, colaborando com a nossa vaquinha. Nós queremos, com a ajuda dos internautas, plantar 3.334 árvores da Mata Atlântica no Sistema Cantareira. Isso corresponde ao tamanho de três campos de futebol de floresta nativa ou dois hectares. Essa é a primeira vez que fazemos uma vaquinha. E também que o município de Extrema, Minas Gerais, onde serão plantadas as árvores, faz um plantio pago por pessoas. Gente como a gente. Clique aqui e faça sua boa ação do dia. Começando a semana do bem.

O que as árvores têm a ver com a água?

A escassez de água também está atrelada à falta de árvores. Esta relação se dá, principalmente, em locais de florestas tropicais como a Mata Atlântica. Coincidência – na verdade, não – as maiores cidades brasileiras como São Paulo estão localizadas nesse bioma. Assim, elas dependem das florestas para abastecer os seus mananciais e, claro, seus habitantes. Você sabe qual a relação das florestas com a água que sai da torneira?

Segundo um estudo da empresa de geoprocessamento Arcplan em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, 76,5% dos 5.082 km de rios que formam o Sistema Cantareira estão sem cobertura vegetal. Sem mata ciliar não há como proteger os rios. O mínimo esperado para que a água seja preservada é cumprir o Código Florestal.

Se todas as Áreas de Preservação Permanente (APPs) dentro do Sistema Cantareira estivessem conservadas (seja com floresta primária, que ainda está livre da intervenção humana, ou recuperadas por meio do plantio de árvores nativas), a crise hídrica que atingiu o Sudeste teria sido menos crítica. Claro que essa preservação deve estar atrelada a medidas de racionalização do consumo; de educação ambiental; tornar a gestão e distribuição mais eficientes. Apenas culpar São Pedro é pouco.

Mesmo porque a Estação Meteorológica (EM) do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP) desde 1932 mede a precipitação (quantidade de água que cai do céu) na Região Metropolitana de São Paulo. O ano de 2014 foi o 13º período chuvoso (outubro a março) mais seco desde 1932 até o ano – o que acabou afetando o crítico ano de 2015. O ano mais seco (no período chuvoso) desde que começaram as medições foi o de 1941. Essa seca é uma variabilidade natural do clima. Assim, a gestão da água deve prever prevenção a esse tipo de condição climática.

Como o solo nessa situação permanece mais seco, a umidade leva mais tempo para voltar às condições médias, mesmo com um aguaceiro caindo sobre a represa. Por isso, o volume de água das represas demora a subir. Ou seja, as florestas contribuem para regular a vazão das águas, pois seguram o excesso de água das chuvas, liberando essa água aos poucos para os rios, represas e nascentes (mantendo-os sempre com água, no caso da Mata Atlântica).

A vegetação também contribui para a manutenção da qualidade das águas filtrando diversos sedimentos (evitando o assoreamento) e poluentes. As árvores nativas também protegem a biodiversidade. Por fim, um efeito global é absorver carbono e colaborar com a regulação do clima do planeta, diminuindo os efeitos negativos da mudança do clima como os eventos extremos (excesso de seca onde antes não havia este problema, por exemplo).

Venha abraçar árvores conosco. Abrace esta causa!

Quanto suas ações impactam o meio ambiente?

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Você sabia que suas ações emitem direta e/ou indiretamente gases de Efeito Estufa (GEE) que podem piorar o Aquecimento Global?

O Efeito Estufa é essencial para nossa espécie – e todas as outras. Isso porque graças a ele nosso planeta se mantém quentinho possibilitando a nossa sobrevivência. Ele é um fenômeno natural onde os raios infravermelhos enviados pelo Sol ficam retidos na atmosfera da Terra graças a esses gases.

O problema é que algumas ações nossas, do homo sapiens, estão aumentando a quantidade desses gases. O que eleva o Efeito Estufa. Assim, segundo algumas pesquisas, já estão nos fazendo suar mais. E isso se chama: Aquecimento Global.

Embora o Aquecimento Global pareça algo inalcançável, impalpável, nós vamos sofrer cada vez mais na pele as suas consequências. Sei que podemos nos sentir injustiçados, já que ele é resultado de diversas ações humanas realizadas ao longo de anos (nos quais eu nem era nascida).

Mas… Podemos fazer bastante coisa para evitar, literalmente, catástrofes em sua decorrência – e cuidarmos das gerações futuras (é justo deixar um planeta habitável). Uma delas, ainda por cima, é divertida: calcular a sua Pegada de Carbono. Ou seja, o quanto você emitiu, anualmente, de gases capazes de piorar o Aquecimento Global.

Para isso, a Iniciativa Verde renovou a sua tradicional Calculadora de Carbono: http://www.iniciativaverde.org.br/calculadora/index.php com dados atuais. O mais interessante é que ela, automaticamente, converte o seu impacto em número de árvores nativas de Mata Atlântica que precisam ser plantadas para compensar essas emissões.

Eu, por exemplo, preciso plantar cinco árvores (!) para compensar as minhas emissões de 2015. Parece pouco, mas é significativo! Como informação é poder, sabendo o quanto você emite e onde emite mais, pode repensar as suas atitudes para 2016. Deixando ações objetivas para cuidar do meio ambiente na clássica lista de resoluções para o Ano Novo.

E que venha um 2016 mais verde!

Obs.: Na foto acima, plantando ipês no Parque Villa-Lobos (Sampa) com os amigos em evento promovido pela Iniciativa Verde na Virada Sustentável.

Como é possível plantar águas

É com muito orgulho (e suor) que divulgo o vídeo sobre o projeto Plantando Águas, da Iniciativa Verde. O documentário exclusivo mostra as ações possíveis e relativamente simples que podem ser tomadas para recuperarmos o nosso tesouro: a água. Estoure a pipoca e divirta-se!

Quer entender o Código Florestal?

livrosobrecodigoflorestalA Iniciativa Verde por meio do projeto Plantando Águas, patrocinado pela Petrobras, lançou o livreto “Sustentabilidade: Adequação e Legislação Ambiental no Meio Rural”. Escrita pelo engenheiro agrônomo Roberto Resende (e editada por mim), a publicação é um resumo de como aplicar o novo Código Florestal. Ela ajuda a entender o que deve ser feito de acordo com a legislação e também aborda temas relativos importantes como o que são os biomas e as bacias hidrográficas.

Trata-se de um excelente manual e apoio de bolso. O melhor: o livreto pode ser baixado grátis pela internet! Clique aqui para ter o PDF.

Obs.: Quem quer entender o porquê das propostas do “novo” Código Florestal terem causado rebuliço, indico o livro “Os Estertores do Código Florestal“, do agrônomo José Eli da Veiga. Ele é bem curtinho e situa as discussões na época da aprovação. Uma leitura complementa a outra.

Va-len-do 2014!

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Querida leitora e leitor, me doei de corpo e alma ao tentador ócio criativo durante o recesso de fim de ano – após 12 meses de muita semeadura. Agora, volto com o bom humor feminino procurando decifrar a intangível (muitas vezes, vaidosa) linguagem científica! Que os deuses da ciência me deem um dia de 30 horas, amém. Isso porque as minhas metas para 2014 estão acirradas e já comecei a colocar em prática desde o dia dois (palmas): ler mais livros (delícia), praticar exercício físico ao menos três vezes por semana, meditar, trabalhar (vamos plantar árvores?), frilar, blogar e colocar em prática os novos projetos. Ah, também dormir. Não necessariamente nessa ordem. Ufa.

Quando não publico por aqui, saiba que estou na labuta e mergulhada nos livros. “Mãs”, enquanto neste blog há grilos, sugiro que dê uma fuxicada no blog da Iniciativa Verde, instituição do terceiro setor onde trabalho – clique aqui. Nem tudo que criamos e executamos por lá está no blog, é muito trabalho por trás da instituição, mas publicamos informações que podem ajudar a entender mais sobre, principalmente, a recomposição florestal, a mata atlântica e o Código Florestal. Aliás, na Iniciativa Verde, estamos preparando vários materiais de comunicação relacionados a esses temas. Em breve colocaremos tudo no site. Aguarde, é muita interdisciplinaridade junto.

Para mim, o ano de 2012 foi de resistência e o ano de 2013, plantio. Portanto, que este 2014 que se inicia seja de colheita. Que, a todos nós, venham os frutos doces de tanto trabalho. Que tenhamos mais respeito, mais compaixão, mais tolerância, mais possibilidades. Que tenhamos saúde e emprego. Que tenhamos mais conhecimento. Uma família incrível e amigos maravilhosos. E, acima de tudo, que tudo seja embasado no amor. Feliz 2014!

Obs.: O desenho é a minha livre expressão dos átomos. Foi o melhor que pude fazer.