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Para um ser que acima de tudo é — ou se diz ser — onibenivolente, Deus já se meteu em uma série de problemas legais. Nos dois últimos anos foram duas acusações e, como era de se esperar de alguém que também se diz ser onipresente, cada uma veio de um lado do mundo.

Em 2007, Ernie Chambers, deputado estadual do Estado de Nebraska (EUA), entrou com um processo contra a deidade sob a alegação de que Ele causou “irrestritas mortes, destruição e aterrorização de milhões e milhões dos habitantes da Terra”.

No ano seguinte, na Romênia, um prisioneiro recorreu judicialmente contra Deus por quebra de contrato. Segundo o detento, seu batismo era um contrato com Deus, mas o ser supremo teria rompido o acordo ao falhar em protegê-lo contra o mal.

Deus só não foi convocado a comparecer nos tribunais por formalidades técnicas. A ação do Sr. Chambers foi arquivada por que Deus não tem endereço (ou, pelo menos, não o informa em seu livro) e, portanto, não poderia ser notificado por um oficial de justiça. O caso romeno foi considerado fora da jurisdição da corte por que Deus não está registrado nem como pessoa física nem como pessoa jurídica.

Certamente, Deus deve ter procurado advogados com o Diabo.

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